terça-feira, 28 de abril de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXXVI : RELIGIÃO FILOSÓFICA KANTIANA

  

Retornando aos estudos 

Estudando sempre, mantendo o foco de sempre, acrescentando novos textos às leituras sobre o período “pré-crítico” kantiano, destaco aqui hoje, esta obra: "The kantian religion" de Ian Hunter.

Cheguei a esta obra assim que terminei mais uma releitura dos textos básicos da pesquisa sobre Idealismo alemão na trilha da filosofia clássica alemã: “Entre filosofia e medicina”, retomando e mantendo um vínculo temático que sempre mantenho presente nas minhas leituras e releituras.

Em grande medida, esta obra “Entre filosofia e medicina” está ligada à uma tradição “Wollfiana", a um universo da obra do autor da “Psicologia empírica” que, juntamente com a nova tradução da obra de Leibniz está na bibliografia também.

Como sigo estudando o período “pré-crítico”, tenho encontrado vários textos sobre o tema; por isso, acrescento mais este: "The kantian religion" com enfoque nos estudo de Kant sobre o tema e de que maneira isso vai constituindo seu caráter. E, acrescento por ser de grande ajuda nos estudos do período e aprofundamento do tema, além de oferecer um enfoque sobre “razão e religião” que pretendo aprofundar a partir dos textos de Kant principalmete. Assunto que sempre está entre meus interesses.

...

KANTIAN RELIGION - Ian Hunter

Uma investigação histórica sobre a filosofia kantiana como uma forma de religião filosófica

A filosofia kantiana é tipicamente vista como fornecedora de uma teoria universal do conhecimento e da moralidade, baseada em princípios atemporais extraídos da mente humana. 

Em A Religião Kantiana, Ian Hunter oferece uma perspectiva drasticamente diferente. Hunter argumenta que os argumentos de Kant foram construídos a partir de fontes puramente históricas e serviram como ferramentas ascéticas para moldar o eu grandioso do filósofo kantiano; eram exercícios de autoesclarecimento intelectual e transformação moral empreendidos por um grupo de indivíduos com formação filosófica em busca de clareza espiritual e pureza moral. Esses “ritos solenes da mente” eram vistos como herdeiros e rivais dos recursos regenerativos e da importância cultural da religião cristã, e o kantismo foi caracterizado como uma religião filosófica.

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Fonte: “A historical inquiry into Kantian philosophy as a form of philosophical religion.

Kantian philosophy is typically viewed as providing a universal theory of knowledge and morality based on timeless principles retrieved from the human mind. 

In The Kantian Religion, Ian Hunter offers a starkly different account. Hunter contends that Kant’s arguments were assembled from purely historical sources and served as ascetic devices for crafting the towering self of the Kantian philosopher; they were exercises in intellectual self-clarification and moral transformation undertaken by a cohort of the philosophically educated in search of spiritual clarity and moral purity. These “solemn rites of the mind” were seen as heir and rival to the regenerative resources and cultural importance of the Christian religion, and Kantianism was characterized as a philosophical religion.

Hunter describes the ways that elite spiritual athletes performed a series of philosophically strenuous “acts of the self on the self” through Kant’s intellectual exercises. When Kantianism emerged as an insurgent cultural movement in the 1780s, it offered young academics training to be clergy and teachers a philosophy that was powerful enough to supplant Christian spirituality and to subordinate humanist scholarship and the natural sciences to philosophical self-reflection. For Kant and his followers, the religious disposition of Kantian philosophy came solely from the immanent practice of the philosophy itself. As a rival to conventional religion and as an academic interloper, Kantian philosophy unleashed a wave of conflicts in Germany’s ecclesiastical and scholarly cultures. Although recent Kant commentary typically views Kantianism as intrinsically secular and scientific, Hunter argues provocatively that Kant’s contemporaries viewed his philosophy as an extra-ecclesiastical path to spiritual refinement and moral regeneration.

______.

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sábado, 25 de abril de 2026

TEMPO DE ESTUDOS SOBRE QUESTÕES DE "MÉTODO". TEMAS LIVRES (IV)


Em ANDAMENTO. Elaborando, ainda, um texto e desenvolvendo as ideias discutidas hoje. 

Ainda relendo (estudado) o livro "Dissertação sobre as paixões" (D. Hume); "As paixões da alma" (R. Descartes), "Antropologia de um ponto de vista pragmático"(I. Kant), "As leis naturais e a verdadeira felicidade"; "Ação e tempo: causadlidade, liberdade e evolução moral" (Massi) amparado nas Q. 495, 843, 845, 872, 1009 (LE), CIGE, ESE e LM (itens 159; 182 e  256); RE. (set, 1858-1869).

Mesmo não podendo digitar por muito tempo, ainda, as reuniões de estudo e as leituras seguem normais. Pela manhã, como sempre, mantidos os estudos e leituras de sempre sobre a Filosofia de Christian Wolff; Immanuel Kant; Kierkegaard, entre outros. E, agora esse estudo muito bom, envolvendo questões de "método".

Participando agora, numa das pausas na leitura e mais estudos atentos a partir da excelente nova tradução da "Religião nos limites da razão pura", do prof. Bruno Cunha e outros textos kantianos, tentando redigir um artigo e um texto maior, apesar das dificuldades,  com amigos de Curitiba (IDEAK), vários Estados, alguns países. Sempre muito bom retornar aos estudos ... rever os amigos de aprendizado.

Gostei muito, desde a proposta inicial que me levou a participar deste o grupo, da discussão sobre "O que é ciência e outras questões" sobre o tema como ponto de partida, e claro, sempre excelente estudo e muito esclarecedor sobre o tema.

Para melhor compreensão do tema Filosofia da ciência na abordagem utilizada durante as discussões sugiro a página do professor Silvio S. Chibeni:

Aproveitei para aprofundar também as leituras sobre o "conceito de pessoa" (identidade pessoal)


______.

BOUDRY, M. (2021). Diagnosing pseudoscience – by getting rid of the demarcation problem. Journal for General Philosophy of Science. https://doi.org/10.1007/s10838-021-09572-4

CHALMERS, A. (2013). The limitations of falsificationism. In A. Chalmers (Ed.), What is this thing called science? (4th ed., pp. 81–96). essay, University of Queensland Press.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

GORDIN, Michael D. Pseudosciencea very short introduction. New York: Oxford University Press, 2023.

HANSSON, Sven Ove. Belief Change: introduction and overview. Springer,  2018.

______. Vetenskap och ovetenskap. Stockholm: Tiden, 1983.

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______. Values in Pure and Applied ScienceIn: Foundations of Science, 12: 257–268, 2007.

_____. Philosophy in the Defence of ScienceIn: Theoria, 77(1): 101–103, 2011., Theoria, 77(1): 101–103, 2011.

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______. Ensaios sobre psicologia. Organização, tradução, introdução e notas de Saulo de Freitas aAraújo. São Paulo: Hogrefe, 2024.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3, ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

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______. A ordem didática de "O livro dos Espíritos". Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2014.

______. Os espíritos e os homens. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2018.

______. Espírito e matéria. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2016.

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MEYER, Catherine; MIKKEL Borch-Jacobsen. [et al.]. O livro negro da psicanáliseViver e pensar melhor sem Freud. 5.ed. Trad. de Simone Perelson e Beatriz Medina. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.

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TERRA, Walter R; Terra Ricardo R. Filosofia da ciência. São Paulo: Contexto, 2023.


segunda-feira, 20 de abril de 2026

TEMPO DE ESTUDOS SOBRE "A ARTE DE ESCREVER ENSAIO"


Reunindo excertos para Desenvolvimento...

Pesquisando sobre o período prè-crítico da obra de Immanuel Kant, ainda relendo e estudando hoje Das Ende aller Dinge (1793); Escritos pré-críticos; Textos seletosAcrescento novamente uma obra que ainda sigo aprendendo a ler em alemão, obra editada por Paul Menzer em 1911: Kants Populäre Schriften, com textos de Immanue Kant publicados entre 1755 e 1798 e também A arte de escrever ensaios (Hume).

Estudando Kant sempre... mas este, em grande medida sempre me leva à obra de Hume (cf. a página na editora, leia-se):

Sinopse: "A  parte dos discursos do sr. Hume é uma cópia tão exata do método mais perfeito e fácil de investigação, que vemos, diante de nós, a cada passo do argumento, a maneira como ele teria concebido os sentimentos que recomenda. Para evitar objeções, ele tem o cuidado de esconder os resultados de algumas de suas investigações até que o leitor esteja preparado para aceitá-los, em virtude de uma gradação tão suave de observações e inferências que é impossível não os admitir. E, se, porventura, o leitor hesitar em assentir ou quiser recusar o assentimento, não saberá onde encontrar objeções, visto que assentiu às premissas do argumento antes de estar ciente dos resultados. É preciso, portanto, muita cautela na leitura desse autor." (Joseph Priestley)

...

O filósofo escocês David Hume (1711-1776) é mais conhecido nos dias de hoje como autor do volumoso  Tratado da natureza humana , livro importante, obrigatório nos cursos de epistemologia, teoria do conhecimento e filosofia da ciência. Também é estudado como um “grande cético”, responsável por destruir os alicerces da metafísica clássica, substituindo as certezas delas pela dúvida. Mas a imensa fama da qual Hume desfrutou no século XVIII – na Grã-Bretanha bem como no continente europeu – foi devida sobretudo aos seus escritos posteriores ao  Tratado  (que ele mesmo via como obra de juventude), obras mais concisas e menos abertamente técnicas. Dono de um estilo próprio e original, Hume é um dos responsáveis pela consolidação da prosa de língua inglesa. O registro de sua escrita, clara e direta, voltada para o leitor que não é especialista, constitui um bom exemplo do equilíbrio entre as duas características que o próprio Hume recomenda para a perfeição da “arte de escrever”: a simplicidade, pela qual o autor desaparece da obra; o refinamento, que mostra a sua presença nela. Unidas numa prosa fluente e acessível, o balanço dessas qualidades, como mostra Hume, dá ao texto filosófico uma transparência que seria de outra maneira impensável.

 Os  A arte de escrever ensaio e outros ensaios  que o leitor tem em mãos são o testemunho talvez mais vibrante do êxito que o autor alcança nessa tentativa de remodelação da sua própria linguagem filosófica. Dos gêneros da arte de escrever, o ensaio é provavelmente o mais conveniente à vinculação do raciocínio crítico, das construções sugestivas, porém inconclusivas. Não é por acaso que Hume se decide pelo cultivo desse gênero, quando se trata de elaborar uma ciência da natureza humana.

Ao lado de duas  investigações  (sobre o entendimento, sobre a moral), de duas  histórias  (uma da religião, outra da Inglaterra) e de  diálogos  (sobre a religião natural), os  Ensaios  respondem pela maturidade filosófica de Hume, e são, ao lado daqueles escritos, a maneira que o filósofo encontra para descrever o seu objeto e, atento às suas infinitas nuances, reconhecer a natureza parcial e incompleta de todo e qualquer exame conceitual daquilo que constitui o homem, este ser naturalmente social. A força dessa proposta não passou despercebida pelos contemporâneos de Hume.

De Rousseau a Smith, de Burke a Kant, a filosofia das Luzes se empenha em encontrar uma resposta filosófica ao  estilo  de Hume, algo que possa dar conta do desafio por ele lançado e que todos reconhecem ao menos como legítimo: que a filosofia deixe o domínio dos especialistas para se constituir no jogo das paixões e dos sentimentos, que são a mola propulsora da natureza humana; que o filósofo se torne ciente de que as suas doutrinas serão inócuas se não puderem reconhecer-se como o resultado da trama de um discurso que, como qualquer outro, é motivado em primeiro lugar pelos sentimentos do autor que o concebeu.

Os ensaios de Hume aqui reunidos são mostra inequívoca de como as difíceis questões postas pelos filósofos requerem da parte do leitor, para ser decifradas, o prazeroso exercício da reflexão, o único capaz de dar vida à letra do texto e de fazer jus a um autor que permanece, em pleno século XXI, pertinente e inquietante." (Pedro Pimenta)

______. 

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KANTERIAN, Edward. Kant, God and Metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.


domingo, 19 de abril de 2026

REFLEXÃO VESPERTINA CLXIII: EM QUE CONSISTE A REALIDADE DO BEM


Desenvolvendo... 

Entre os livros na imagem está o Entretiens, volume II,  livro de Epicteto em quatro volumes, , e entre os quais destaco aqui o volume II:

EPICTÈTE. Entretiens. Livre II. Paris: Les Belles Lettres, 2002. Edição biligue francês e grego. (Prosseguindo. Relidos, hoje pela manhã, os caps. VIII e XIII (tradução minha).

Destacando, no capítulo VIII, EPICTÈTE. Entretiens. Livre II. Paris: Les Belles Lettres, 2002. (Prosseguindo. Relendo hoje, o cap. VIII. "En quoi consiste la realité du bien" (pp. 29-32), "Em que consiste  a realidade do bem":

- "O bem é essencialmente de ordem espiritual"
- "Deus em nós"
- "Apreensão de Epicteto acerca dos que abandonam a escola"

Destacando também o capítulo XIII"De l'anxiété, (pp. 48-58), Sobre "Ansiedade", inclusive tendo desenvolvido um texto apresentado num Evento internacional sobre Estoicismo:

- "A ansiedade é um desejo impossível de realizar"
- "A ansiedade é marca da ignorância"
- "A ansiedade provém de um desejo desarazoável" 
O saber motiva a confiança"

Porque é este o foco: "Revolução interior".

Lá fora: a considerar o fato de que vejo essa vida, esse instante breve na "eternidade" e, como nada mais que um "instante" mesmo, convenço-me cada vez mais de que: mudar o mundo interior, corrigir erros do "passado", já é o suficiente!

O resto? Ora o resto, é só o resto!!! (MARQUINHOS, 2016)

. ' .

PS: Sucesso aos que empenham-se em mudar o mundo! Não é nem será meu projeto!

E, hoje em condições melhores, voltando ao trabalho!
______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

DINUCCI, Aldo. Manual de estoicismo: uma visão estóica do mundo. São Paulo: Auster, 2023. 

______. JULIEN, Alfredo. Manual de estoicismo. São Paulo: Penguin/ Companhia da Letras, 2025.

______; TARQUÍNIO, Antonio. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed, São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2012.

______; JULIEN, Alfredo. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

______; JULIEN, A. (Org.) Epicteto: fragmentos e testemunhos. Tradução dos fragmentos gregos e notas Aldo Dinucci e Alfredo Julien. Textos de Aldo Dinucci, Alfredo Julien e Fábio Duarte Joly. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2008.

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

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REFLEXÃO MATINAL CXXVI : RELIGIÃO FILOSÓFICA KANTIANA

    Retornando aos estudos  Estudando sempre, mantendo o foco de sempre, acrescentando novos textos às leituras sobre o período “ pré-crític...