segunda-feira, 27 de julho de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXXX: “CURA OU CONTROLE DAS PAIXÕES”? EUROIA E AS "PAIXÕES DA ALMA E SEUS ERROS" (III)

(IMAGEM: "Pinterest") 

 Na hora do cafezinho!

 1. Terminei pela manhã uma releitura de uma das Biografias de Ludwig van Beethoven.

Ouvi, mais uma vez, a Fantasia Coral, Opus 80. Uma preparação ao que viria a ser na Nona Sinfonia: "An die Freude". E, aparece o poema de Schiler.

Tudo entre Coll. ' .

https://fb.watch/et7oGYiBnW/

E, encerrei esse primeiro momento matinal , antes do prosseguimento do trabalho, com algo dito por Marco Aurélio:

Diz a ti mesmo ao amanhecer, diga a si mesmo: hoje encontrarei um intrometido, um ingrato, um insolente, um traiçoeiro, um calunioso: todas essas coisas lhes sucedem pela sua ignorância dos bens e dos males. Mas eu, que contemplei a natureza do bem, que é belo, e a do mal, que é vergonhoso, e a natureza daqueles erram, que sã teus congêneres não por seu sangue ou por sua semente, mas pela porção de intelecto divino, que compartilhamos, não posso ser ferido por nenhum deles, pois ninguém pode me lançar na vergonha. Não posso me irar com meus semelhantes, nem os odiar. Nascemos para cooperar uns com os outros, como os pés, como as mãos, como as pálpebras, como as arcada dentárias de cima e de baixo. Portanto, agir uns contra os outros vai contra a natureza. E oposição é irritação e a rejeição.

O que sou no mundo: um pedacinho de carne e um pedacimho de espírito e capacidade diretriz. (MARCO AURÉLIO. Meditações, II, 1-2)”

É, portanto, tarefa pessoal e intransferível nos qualificar para mudança dos nossos hábitos.

2. Lições de "Euroia". Ataraxia (Ἀταραξία) - Imperturbável Paz de Espírito.

E o por mim, tão almejado; exercitando sempre; o "cuidar de si", (de verdadeira filosofia: a prática).

A palavra euróia, da mesma família de euroéô, é utilizado por Epicteto nesse excerto do perí prokopés (em torno do progresso espiritual) Epicteto observa:

Aquele que progride é quem aprendeu dos filósofos que o desejo é pelas coisas boas e que a repulsa é pelas coisas más; é o que aprendeu também que a serenidade e a privação de sofrimento (tó euroyn kaí apathés) não advêm de outro modo ao homem senão assegurando o <objeto de> desejo e evitando o <objeto de> repulsa [...] Como, portanto, concordamos ser a virtude algo tal e buscamos e exibimos progresso em outras coisas? Qual a obra da virtude? A serenidade (euróia).

.'.

"Fixa, a partir de agora, um caráter e um padrão para ti próprio, que guardarás quando estiveres sozinho, ou quando te encontrares com os outros. Na maior parte do tempo, fica em silêncio, ou, com poucas palavras, fala o que é necessário...raramente… "(EPICTETUS. Encheiridion, 33.1).

...

E, ainda, retornando mais uma vez à constante reflexão a partir de Immanuel Kant em "Lições de ética" (Eine Vorrlesung Kants über Ethik) Traduzida pelos professores Bruno Cunha e Charles Feldhaus :

O “[...] ser humano pode exercer domínio sobre si mesmo se ele quiser?”

Immanuel Kant, nas "Lições de ética", responde que:

"De fato, parece acontecer dessa forma, porque isso parece depender do homem. [...] Ora, o domínio sobre si mesmo depende da força do sentimento moral. Podemos muito bem nos autogovernar se enfraquecermos as forças opostas."

______.

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ZINGANO, Marco. Aristóteles: tratado da virtude moral. São Paulo: Odysseus Editora, 2008.


terça-feira, 21 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: REFLEXÕES SOBRE A "DÚVIDA METÓDICA", O "SENSO COMUM" E O "CETICISMO"

 
Leituras em andamento: 

Nessa obra "Vida como e ceticismo" e na entrevista abaixo, o professor Porchat defende que uma proposta de  filosofia que busque a reconciliação com o “saber e a vivência prática do homem comum, em vez de buscar verdades transcendentais”.

Link para uma entrevista com o prof. Oswaldo Porchat Pereira: SMITH, Plinio Junqueira. O retorno à vida comum. In: Revista Cult. "Dossiê supremacia da dúvida" Ed. 121, agosto de 2008. Disponível em:  https://revistacult.uol.com.br/home/o-retorno-a-vida- Acesso em: 21 de julho de 2026.

Em Rumo ao ceticismo: "Para o Porchat, o pirronismo repensado e rearticulado conforme a linguagem e os problemas filosóficos da contemporaneidade, preserva, no entanto, total consonância com a inspiração original do pirronismo histórico e a mensagem da Sképsis grega continua plenamente atual, respondendo às necessidades filosóficas também de nosso tempo."

Link 2: para a página do prof. Sílvio S. Chibeni sobre Filosofia e Epistemologia. Locke, Hume, Kuhn: 

https://unicamp.br/~chibeni/textosdidaticos/textosdidaticos.htm

______.

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TERRA, Walter R; Terra Ricardo R. Filosofia da ciência. São Paulo: Contexto, 2023.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

RELENDO E ATUALIZANDO LEITURAS E ESTUDOS: DE KANT "PRÉ-CRÍTICO" A HEGEL (III)

 

NOVAMENTE!

Retornando ao estudo desses textos enquanto releio outros mais recentes que acrescentarei m breve para meus estudos posteriores.

Algum tempo após ter lido o livro do professor Joãosinho Beckenkamp que, segundo o professor Pedro G. A. Novelli (2008) “preenche uma lacuna na literatura filosófica brasileira. Trata-se de leitura necessária para todos aqueles que desejam conhecer melhor o idealismo alemão no período específico que compreende Kant e Hegel, e também para aqueles que desejam ser introduzidos nesse momento instigante do pensamento filosófico ocidental", acrescentei esta leitura, que terminei hoje sobre o mesmo tema: Kant e Hegel; com textos apresentados no “Simpósio internacional de Kant a Hegel” realizado entre os dias 20 e 21 de novembro de 2018.

 ...

“O objetivo geral do Simpósio visou promover o debate entre professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia sobre o período da filosofia alemã que vai de Kant até Hegel e suas influências. A partir desse objetivo geral foi elaborada uma programação que pudesse viabilizar um espaço de encontro por meio do diálogo, de intercâmbios, momentos de troca de informações e de saberes entre os participantes. A partir desse conjunto de vinte e sete artigos, é perceptível que o legado do pensamento filosófico de Kant e Hegel segue vivo na filosofia contemporânea bem como nas grandes discussões de temas pertinentes para a atualidade, bem como a relevância do pensamento de ambos autores para a filosofia no presente, elemento que perpassa praticamente todos os artigos que fazem parte dessa publicação.”

Também acrescentei uma publicação de 2014 "Los aportes del itinerario intelectual de Kant a Hegel"

“O desenvolvimento da reflexão filosófica que se realizou no período delimitado pelas obras de Kant e de Hegel é um dos mais importantes da história da filosofia. Neste contexto resulta de especial interesse a questão do sentido e valor da metafísica: a crítica de Kant à metafísica abriu para o pensamento filosófico novos horizontes na medida em que colocou uma série de questões complexas que não puderam ser desde então arquivadas e esquecidas. Agora, no período filosófico que se inicia com a reviravolta crítica de Kant e chega até o sistema enciclopédico de Hegel se voltou a introduzir novamente a metafísica, quer seja em forma subreptícia ou em forma deliberada? Ou mais bem, a filosofia que surge na Alemanha a partir de Kant assimila, apesar das modificações de perspectiva e de método que introduz, o impulso crítico do enfoque kantiano, conseguindo inclusive amplia-lo e aprofunda-lo? Se isto fosse certo: Quais são as potencialidades filosóficas implicadas no itinerário intelectual de Kant a Hegel no que diz respeito a um modo de pensar pós-metafísico que, no entanto, não quer permanecer nas estreitas margens do positivismo e do naturalismo? Quais poderiam ser os aportes desta nova forma de pensar os debates contemporâneos em torno das questões fundamentais da filosofia?


(Os Grifos e destaques são meus)

Prossigamos...


______.

BAVARESCO, Agemir Bavaresco; TAUCHEN, Jair Tauchen; PONTEL, Evandro Pontel (Orgs.). De Kant a Hegel: Leituras e atualizações. - Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2019.

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PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.


sexta-feira, 17 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "PRINCÍPIOS METAFÍSICOS DA CIÊNCIA DA NATUREZA"

LANÇAMENTO 2026


SINOPSE:
"O que torna possível uma ciência da natureza verdadeiramente rigorosa? Nesta obra, Immanuel Kant enfrenta essa questão ao investigar os princípios metafísicos que sustentam o conhecimento científico do mundo físico. O livro propõe uma reflexão decisiva sobre a relação entre razão, experiência e natureza, tema que permanece central nos debates contemporâneos da filosofia da ciência. Ao revelar os limites e as condições do saber científico, Kant sugere repensar criticamente os fundamentos do conhecimento moderno e o lugar da metafísica."

...

PS: Enquanto  estava relendo esse artigo de 2015 sobre os Primeiros Princípios Metafísicos da Ciência da Natureza de Kant, importante para a compreensão das "filosofias da natureza do idealismo alemão, no interior d’“A Arquitetônica da Razão Pura”. a saber, como uma metafísica aplicada da substância corporal

TREVISAN, Diego Kosbiau. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/38728/26522Acessado em: 16 de julho de 2026.

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______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Die Religion Innerhalb Der Grenzen Der Bloße Vernunft. Walter de Gruyter, 2010. (Editado por Ottfried Höffe)

______. Die Religion innerhalb der Grenzen der bloßen Vernunft. W. de Gruyter, 1968.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______. Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KANTERIAN, Edward.  God and metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KOYRÉ, Alexandre. Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Estudos de história do pensamento filosófico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Do mundo fechado ao universo infinito.  Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2009.

LAKATOS, Imre. O falseamento e a metodologia dos programas de pesquisa científica. In: LAKATOS, I. e MUSGRAVE, A. (org.) A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979.

_____. History of science and its rational reconstructions. In: HACKING, I. (org.) Scientific revolutions. Hong-Kong: Oxford University, 1983.

______. Matemática, ciencia y epistemología. Madrid: Alianza, 1987.

______. La metodología de los programas de investigación científica. Madrid: Alianza, 1989.

LEFÈVRE, Wolfgang. (Editor) Between Leibniz, Newton, and Kant: Philosophy and Science in the Eighteenth Century

LEITE, Patrícia Kauark. Teoria quântica e filosofia transcendental: diálogos possíveis. Belo Horizonte, MG, 2022.

______. Théorie quantique et philosophie transcendantale: dialogues possibles. Hermann, 2012.

MARQUES, Ubirajara Rancan de Azevedo (Org.) Kant e a biologia. São Paulo: Editora Barcarola, 2012.

PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.

______. L'Oeuvre de Kant: la philosophie critique. Tome I et II. J. Vrin, 1996. (col. Bibliothèque d'histoire de la philosophie)

POINCARÉ, Henri. O valor da ciência. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2007.

______. Ensaio fundamentais. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2008.

______. A ciência e a hipótese. Brasília, DF: Unb, 1988.

PORTA, Mário Ariel González. O pensamento de Immanuel Kant. Academia Monergista, 2023.

SILVA, Jairo José da. O que é e para que serve a Matemática. São Paulo: Ed. Unesp, 2022.

WATKINS, Eric. Kant and the sciences. Oxford University Press, 2001. 

 


 

domingo, 12 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "STOICORUM" SOBRE OS PRIMÓRDIOS DO ESTOICISMO

(IMAGEM "Pinterest")

“O virtuoso, [ao invés de refrear as paixões], age corretamente, mas em harmonia com suas paixões, porque ele as dominou de uma vez por todas. Não só aprendeu a agir de modo conveniente, mas a sentir o páthos adequado” (LEBRUN, 1987, p. 20).

Prosseguindo com as reflexões, estabelecidas já há algum tempo, como projeto na reforma da conduta pessoal para melhor compreensão do que seja desenvolver e aplicar a busca pela virtude. (L.E1860-1985; Q. 100-127)

Tarefa a realizar!

Portanto, decidi investir por aprimorar as emoções nesse sentido, exatamente por pressupor que tais podem ser revertidas em força interior, para resistir aos assaques ou provocações externas. Totalmente na direção contrária das concepções mirabolantes que dominam o "mercado" das más ações no mundo.

E, para uma consideração desse elemento na constituição da imperturbável tranquilidade da alma, vale considerar, antes, de anotar o que escolhi dos estoicos para o dia de hoje, logo pela manhã, retomando agora. Anotei entre as leituras de hoje, mais uma vez, essas passagens abaixo para firme reflexão em direção a ações que urgem.

E, neste sentido, acrescento hoje, anotações sobre o Stoicorum Veetrum Fragmenta, uma coleção que reúne fragmentos e testemunhos dos filósofos estóicos que primero pensaram as questões que ainda hoje despertam nosso interesse. São 4 volumes organizados por Hans von Armin entre os anos 1903-1905; com fragmentos e testemunhos de Zenão de Cítio, Crisipo de Solis e demais discípulos que viveram mais próximos deles. Até 1923 a obra era formada pormada em 3 volumes tendo sido acrescentado um quarto volume por Maximilien Adler, em 1924.

No Brasil, o professor Aldo Dinucci tem se apoiado e nos inspira com seus trabalhos e traduções apoiados no Stoicorum Veterum Fragmenta e também no Encherídion e nas Diatribes, juntamente com Alfredo Julien.

Tenho estudado nos intervalo em estou em pausa nas leituras principais para me dedicar ao estudo do Estoicismo e sempre estou anotando aqui indicações bliográficas, traduções comentadas baseadas e artigos acadêmicos sobre tópicos desenvolvidos a partir do Estoicismo clássico.

Vol. 1 Fragmentos de Zenão e seus seguidores

Vol. 2 Fragmentos sobre Lógica e Física de Crísipo

Vol. 3 Fragmentos sobre Ética de Crísipo e alguns fragmentos dos seus discípulos

Vol. 4 Índice de palavras, nomes próprios e fontes

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

ARMIN, Hans von. Stoicorum Veterum Fragmenta. Wipf & Stock Publishers, 2016. (4 vols)

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

______. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Yes to Life: In spite of everything. Beacon Press, 2020.

______. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

FREUD, Sigmund. Inibição. sintoma e angústia. São Paulo: Companhia das letras, 2014.

______. Inibição, sintoma e medo. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018.

______. Die Träumdeutung. Hamburg: Nikol, 2011.

______. Interpretação dos sonhos. In: Obras completas. vol 4. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

______. O mal-estar na civilização. São Paulo: Penguin/Companhia das Letras, 2011. 

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

GIKOVATE, Flávio. Vício dos vícios: um estudo sobre a vaidade humana. São Paulo: MG Editores associados, 1987.

______. O mal, o bem e mais além: egoístas, generosos e justos. São Paulo: MG Editores associados, 2005.

______. Mudar: caminhos para a transformação verdadeira. São Paulo: MG Editores associados, 2014.

_____. Os sentidos da vida. São Paulo: Editora Moderna, 2009.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

HUME, David. História natural da religião. Trad. apres. e notas Jaimir Conte. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.

______. Tratado da natureza humana. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.

______. Uma investigação sobre os princípios da moral. Trad: José Oscar de Almeida Marques. Campinas, SP: Editora UNICAMP, 1995, p.19.

______. A arte de escrever Ensaios. São Paulo: Ed. Unesp, 2008.

______. Dissertação sobre as paixões: seguida de História natural da religião. Trad. Pedro Paulo Pimenta. São Paulo: Iluminuras, 2021.

______. Dissertação sobre as paixões. Trad. Jaimir Conte. In: Revista Princípios. Natal, v.18, n.29, jan./jun. 2011, p. 371-399.

JAMES, William. L'expérience religieuse: essai de psychologie descriptive. Legare Street Press, 2022. (482 páginas).

______. (e-book) L'expérience religieuse. 

______. As variedades da experiência religiosa: um estudo sobre a natureza humana. São Paulo: Cultrix, 2017.

______. A vontade de crer. São Paulo: Edições Loyola, 2001.

______. Human immortality: two supposed objections to the doctrine. Cosimo Classics, 2007.

______. Alguns problemas de filosofia. Lisboa: Edições 70, 2023.

______. Ensaios sobre psicologia. Organização, tradução, introdução e notas de Saulo de Freitas aAraújo. São Paulo: Hogrefe, 2024.

JUNG, Carl Gustav. Civilização em transição. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 10/3). 

______. Estudos psiquiátricos. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 1)

______. Psicologia do inconsciente. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 7/1).

______. O eu e o inconsciente. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 7/2.)

______. Estudos experimentais. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 2)

______. Psicogênese das doenças mentais. 6.ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 3)

______. Freud e a psicanálise. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 4)

______. Presente e futuro. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes,2011. (Obras completas, Vol. 10/1)

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Die Religion Innerhalb Der Grenzen Der Bloße Vernunft. Walter de Gruyter, 2010. (Editado por Ottfried Höffe)

______. Die Religion innerhalb der Grenzen der bloßen Vernunft. W. de Gruyter, 1968.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______. Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KANTERIAN, Edward.  God and metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 100-127; Q. 893-906 “virtudes e vícios”;  Q. 907-912 "paixões"; e 920-933 "felicidade")

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

LUTZ, C. Musonius Rufus: the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

MASSI, Cosme. Aprendizagem efetiva. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2020.

______. As leis naturais e a verdadeira felicidade. Curitiba: Kardec Books, 2020.

______. A ordem didática de "O livro dos Espíritos". Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2014.

______. Os espíritos e os homens. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2018.

______. Espírito e matéria. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2016.

______. Ação e Tempo: causalidade, liberdade e evolução moral. Curitiba, PR: Nobiltá, 2026. (eBook)

______. As paixões: de Descartes a Kardec. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2026.

SÊNECA, L. A. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

sábado, 11 de julho de 2026

REVISITANDO UM TEXTO DE KIERKEGAARD SOBRE "DISCURSOS EDIFICANTES EM DIVERSOS ESPÍRITOS"

1. "A função da oração não é a de influenciar a Deus mas, especialmente, mudar a natureza daquele que ora.”

Essa frase de Søren Kierkegaard pode ser encontrada em um de seus livros: “Dscursos edificantes em vários espíritos, de  1847, no capítulo Um discurso ocasional: pureza de coração é querer uma só coisa”.

O livro traz ensaios sobre “discurso edificantes” com ênfase na questão do autoconhecimento, que visam contribuir para a transformação do indivíduo.

2. Com uma certa concordância com um estudo que fiz hoje sobre Autoconnhecimento a partir do Livro dos Espíritos, de 1857(1).

660. A prece torna melhor o homem?

“Sim, porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia Espíritos bons para assisti-lo. É este um auxílio que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.”

a) — Como é que certas pessoas que oram muito são, não obstante, de mau caráter, ciosas, invejosas, intratáveis, carentes de benevolência e de indulgência e até, algumas vezes, viciosas?

“O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas supõem que todo o mérito está na longura da prece, e fecham os olhos para os seus próprios defeitos. Fazem da prece uma ocupação, um emprego do tempo, nunca, porém, um estudo de si mesmas. A ineficácia, em tais casos, não é do remédio, mas da maneira por que o aplicam.” 

3. Entre os que li, em 2018, e reli hoje sem estar relacionado com as minhas pesquisas específicas, um dos melhores acrescento abaixo:

"Em 1847, além de As Obras do amor, com o subtítulo Algumas considerações cristãs em forma de discursos, e do livro sobre Adler, que permaneceu inédito em vida do autor, Kierkegaard publicou ainda um volume intitulado Discursos edificantes em diversos espíritos, o qual reúne três seções. A primeira traz um longo discurso “de ocasião”, que os leitores se habituaram a chamar: “Pureza de Coração”. A segunda seção, três discursos sobre “O que aprendemos dos lírios do campo e das aves do céu” (sendo o primeiro mais poético ou estético, o segundo ético, e o terceiro religioso). A terceira, por sua vez, reúne sete discursos sob o título “O Evangelho dos Sofrimentos”. 
Nesse livro, estão presentes a segunda e a terceira seções. 
Este volume diferencia-se de outros que já traduzimos para o leitor brasileiro pelo fato de reunir apenas “Discursos”. O estilo é diferente, tem mais oralidade, um tom dialógico que evita referências eruditas com notas de rodapé do autor (as que aparecem são dos tradutores) e se dirige a um/a leitor/a, melhor: a “um/a ouvinte” que sabe escutar, que medita, acolhe as citações e os argumentos e busca aplicar tudo o que aprende à sua própria vida. Não são, pois, escritos de teoria pura, “objetiva”, aqui não se trata d e especulação filosófica, mas sim de reflexões de foco existencial (o que não quer dizer, é óbvio, autoajuda barata da indústria cultural). O autor, reverente, pedindo a bênção e a luz celestial, dirige-se “Àquele indivíduo” que com alegria e gratidão pode chamar "Meu leitor". Na intenção do autor, tais discursos não são escritos para arrebatar as multidões, mas não desistem de encontrar leitores que sejam bons ouvintes." (Álvaro Valls).
...

ATUALIZANDO EM 17.08.2024, (reli hoje: 11.07.2026) AS LEITURAS DA OBRA DE KIERKEGAARD:

"Meet nro. 18 on the youtube playlist."

https://www.facebook.com/groups/105766309452515/?hoisted_section_header_type=recently_seen&multi_permalinks=8926601757368882

Fonte: BIBLIOTECA KIERKEGAARD ARGENTINA - "Su objetivo central es promover el estudio de la obra de Søren Kierkegaard en un clima de diálogo plural, que incluye desde la discusión filosófica, teológica o psicológica hasta el análisis de la existencia humana, personal y comunitaria."

Sitio web: https://www.sorenkierkegaard.com.ar/

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

CAMUS, Albert. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

______. O homem revoltado. Rio de Janeiro, RJ: Best Bolso, 2017.

______. O mito de Sísifo. 26. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2018.

______. A peste. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2017.

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

______. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Yes to Life: In spite of everything. Beacon Press, 2020.

______. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

GARAVENTA, Roberto. La verità è ciò che ci unisce: attualità del pensiero di Karl Jaspers. Napoli: Orthotes, 2017.

JASPERS, Karl. Il medico nell'età della técnica. Con un saggio introduttivo di Umberto Galimberti. Milano: Raffaello Cortina Editore, 1991.

______. La fede filosofica. Raffaello Cortina Editore, 2005.

______. La fede filosofica a confronto con la rivelazione cristiana. Napoli: Orthotes, 2014.

______. Caminhos para a sabedoria: uma introdução à vida filosofica. Petrópolis, RJ: editora Vozes, 2022.

______. Der Arzt im technischen Zeitalter: Technik und Medizin. Arzt und Patient. Kritik der Psychotherapie. 2. ed. München: Piper, 1999.

______. Psicopatologia geral: psicologia compreensiva, explicativa e fenomenologia. São Paulo: Atheneu, 1979. (2 vols.)

______. Plato and Augustine. Edited by Hannah Arendt. Translated by Ralph Manheim. New York: Harvest Book, 1962.

______. Introdução ao pensamento filosófico. 16. ed. São Paulo: Cultirx, 1971.

______. Razão e anti-razão em nosso tempo. Rio de Janeiro: MEC, 1958.

______. Origen y meta de la historia. Madri: Revista de Occidente, 1965. 

______. A situação espiritual de nosso tempo. São Paulo: Moraes Editores, 1968.

______. La filosofia. México: Fondo de Cultura Económica, 1991.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 893-919: "As virtudes e os vícios”; “Paixões"; “Caracteres do homem de bem”; “Conhecimento de si mesmo” e 920-933: "Felicidade"; Q. 614-648: "Caracteres da Lei natural"; "Origem e conhecimento da Lei natural"; "O bem e o mal"; "Divisão da Lei natural").

KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano: doença até a morte. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

______.  Discursos edificantes em diversos espíritos. São Paulo: Liberars, 2018.

______. O desespero humano: São Paulo: Ed. UNESP, 2010.

______. Do desespero silencioso ao elogio do amor desinteressado. (Org. Alvaro Valls). Escritos, 2004.

______. As obras do amor. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. O conceito de angústia. 3. ed. Trad. Alvaro Valls. Petrópolis, RJ, Vozes, 2015.

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

LEITE NETO, A.; CECÍLIO, A. L.; JAHN, H. (Orgs.). Machado de Assis: obra completa em quatro volumes. LEITE NETO, A.; CECÍLIO, A. L.; JAHN, H. (Orgs.). 2.ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2008. 4v.

MASSI, Cosme. Aprendizagem efetiva. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2020.

______. As leis naturais e a verdadeira felicidade. Curitiba: Kardec Books, 2020.

______. A ordem didática de "O livro dos Espíritos". Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2014.

______. Os espíritos e os homens. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2018.

______. Espírito e matéria. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2016.

______. Ação e Tempo: causalidade, liberdade e evolução moral. Curitiba, PR: Nobiltá, 2026. (eBook)

______. As paixões: de Descartes a Kardec. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2026.

MAY, Rollo. (Org.). Psicologia existencial. Rio de Janeiro: Globo, 1980.

______. A descoberta do ser. São Paulo: Rocco, 1988.

______. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

______. Psicologia do dilema humano. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

SÊNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

TCHÉCKOV Anton. Contos. Guerra N, Guerra F, tradutores. Lisboa: Relógio d’Água Editores; 2006. v. 6, p. 261-73.

______. A doctor’s visit. In: Coulehan J, editor. Tchékhov’s doctors: a collection of Tchékhov’s medical tales. Kent: Kent State University Press; 2003. p. 174-82.

______. Os males do tabaco. 2. ed. São Paulo: Ateliê, 2001.MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

TOLSTOY, Leon. A morte de Ivan Ilitch. Porto Alegre, RS: L&PM, 1997.

______. A morte de Ivan Ilitch. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora 34, 2009.

______. Oreino de Deus está em vós. São Pulo: Best Seller/Record, 2011. (edição de bolso)

REFLEXÃO MATINAL CXXX: “CURA OU CONTROLE DAS PAIXÕES”? EUROIA E AS "PAIXÕES DA ALMA E SEUS ERROS" (III)

(IMAGEM: " Pinterest ")    Na hora do cafezinho !   1. Terminei pela manhã uma releitura de uma das Biografias de Ludwig van Beeth...