segunda-feira, 3 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: DER UNBEWUßTE GOTT: PSYCHOTHERAPIE UND RELIGION DE VIKTOR FRANKL

Da confusão nascia o sentimento de falta de sentido da vida. A compensação financeira ou, dentro de certos limites, a segurança social não bastam. O homem não vive apenas de bem-estar material (FRANKL, 2005, p. 23)

O homem procura sempre um significado para a sua vida. Ele está sempre movendo-se em busca de sentido de seu viver; em outras palavras, devemos considerar aquilo que chamo de ‘vontade de sentido’ como um interesse primário do homem [...](Idem; Ibidem, p. 29)

A maneira peculiar com que Viktor E. Frankl (1905 – 1997), investigou a questão do "sentido"  ultrapassa em grande medida, uma mera especulação; pelo contrário: é possível extrair de sua posição uma boa reflexão filosófica. Parte do problema expresso pelo “sentimento de vazio de sentido” que leva as pessoas a procurar o psicólogo e o psiquiatra; um “vazio existencial” e a “depressão”, há muito discutidas nas áreas de saúde, apresentam-se cada vez mais como “doenças do século XXI”; ponto alto da investigação de Frankl em seu livro. O fato de o homem, na maioria das vezes, não saber o que quer deveria, segundo ele, servir para que tal ignorância a respeito de tal "sentido" fosse substituída por uma profunda reflexão sobre a Vida.

Ou seja, a discussão “terapêutica” de Frankl coloca o problema da “busca de sentido” como um tema de fundamental interesse humano, não somente como reflexão que aumente o sentido da existência mas como algo segundo o qual seria impossível viver sem. Buscar sentido em Viver constitui, portanto, para Frankl, a questão existencial primeira. Dado que é um sobrevivente de “campos de concentração” torna-se mais intenso o que ele pretende com a sua proposta: quase que num sentido kantiano de que viver é um dever. A busca pelo sentido, portanto, é imprescindível: viver bem.

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Em alemão: Hoje, acrescento esse livro "Der unbewußte Gott: Psychotherapie und Religion", de Viktor E. Frankl.

Beschreibung: 

»Gäbe es Frankls Werk nicht, wir bräuchten es dringend, gerade heute, wo Zukunftsangst und Sinnkrise bei jungen Menschen - und nicht nur bei ihnen - so deutlich ausgeprägt sind wie möglicherweise niemals zuvor.« Bild der Wissenschaft

Victor E. Frankls Grundlagenwerk zum Thema Psychotherapie und Religion handelt im Gegensatz zum unbewusst Triebhaften von der unbewussten Religiosität und Gottbezogenheit des Menschen und ist darum eine wichtige Hilfe für die Orientierungssuche in unserer Zeit. "

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Em português: O Deus inconsciente: psicoterapia e religião. De Viktor E. Frankl

Sobre o livro: "Se a obra de Frankl não existisse, precisaríamos dela urgentemente — justamente hoje, quando o medo do futuro e a crise de sentido entre os jovens (e não apenas entre eles) se manifestam de forma tão acentuada como talvez nunca antes." — "Bild der Wissenschaft"

A obra fundamental de Viktor E. Frankl sobre psicoterapia e religião trata — ao contrário do aspecto pulsional inconsciente — da religiosidade inconsciente e da orientação do ser humano para Deus; por isso, constitui um auxílio importante na busca por orientação em nossos tempos."

______.

CAMUS, Albert. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

DEFOE, Daniel. Um diário do ano da peste. São Paulo: Novo Século, 2021.

______. A journal of the plague year. Penguim Books, 2003.

FRANKL, Viktor. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. O Sofrimento Humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. The doctor and the soul: from psycotherapy to logotherapy. New york: Bantam Books, 1955.

______. Psycotherapy and existencialism: selected papers on logotherapy. New York: Simon and Schuster, 1970.

______. Angst und Zwang. Acta  Psychotherapeutica, I, 1953, pp. 111-120.

______. Teoria e terapia das neuroses: introdução à logoterapia e à análise existencial. São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Presença ignorada de Deus. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 1992.

_____. Der unbewußte Gott: Psychotherapie und Religion. Munique: Deutscher Taschenbuch Verlag, 1992.

,.GALENO. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

______. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 893-919: "As virtudes e os vícios”; “Paixões"; “Caracteres do homem de bem”; “Conhecimento de si mesmo” e 920-933: "Felicidade"; Q. 614-648: "Caracteres da Lei natural"; "Origem e conhecimento da Lei natural"; "O bem e o mal"; "Divisão da Lei natural").

TOLSTOY, Leon. A morte de Ivan Ilitch. Porto Alegre, RS: L&PM, 1997.

______. A morte de Ivan Ilitch. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora 34, 2009.

REFLEXÃO VESPERTINA CLXXVIII: A VIDA FELIZ E UMA ESPIRITUALIDADE LAICA (III)

   
Pensando bem!

Mais uma reflexão sobre a Vida Feliz (De Vita Beata),agora numa nova edição!

DOIS CAMINHOS... UM A SEGUIR...

Enquanto evito a “multidão”, cito Sêneca, para abrir a "reflexão matinal" sobre um livro de Luc Ferry que estou lendo:

"Quando se trata da felicidade, não é adequado que me respondas de acordo com o costume da separação dos votos : 'A maioria está deste lado, então, do outro está a parte pior'. Em se tratando de assuntos humanos, não é bom que as coisas melhores agradem à maioria. A multidão é argumento negativo. Busquemos o melhor, não o mais comum, aquilo que conceda uma felicidade eterna, não o que aprova o vulgo, péssimo intérprete da verdade. Chamo vulgo tanto àqueles que vestem a clâmide quanto aos que carregam coroas. Não olho a cor das roupas que adornam os corpos, não confio nos olhos para conhecer o homem. Tenho um instrumento melhor e mais confiável para discernir o verdadeiro do falso; o bem do espírito, só o espírito o há de encontrar”. (Sêneca. In: "Vida Feliz")

Reli, há poucos dias, um livrinho: A Carta sobre a felicidade, de Epicuro a Meneceu; em seguida retomei as Cartas de Sêneca a Lucílio (Carta XCII), A vida feliz, de Sêneca e hoje encerrando a leitura de um recente livro de Luc Ferry sobre o tema. Aos anteriores, portanto, acrescentei esse do Luc Ferry: A vida feliz: sabedorias antigas e espiritualidade laica. E, como sempre faço, adiciono aqui e em breve farei uma retomada, inserida nos “exercícios espirituais” conforme anoto abaixo.

Sobre Sêneca: em seu livro A vida feliz se opõe a Epicuro que defende o prazer como a fonte da felicidade.

Você se dedica aos prazeres, eu os controlo; você se entrega ao prazer, eu o uso; você pensa que é o bem maior, eu nem penso que seja bom: por prazer não faço nada, você faz tudo.”  (X, 3 ).

Cabendo ressaltar que ‘Feliz’ na discussão entre estoicos e epicuristas, é o equivalente da palavra grega eudaimonia (εὐδαιμονία), que pode ser traduzida como “vida digna de ser vivida”, “vida boa”, “plenitude do ser”.

Os estoicos defendem que a única vida que vale a pena ser vivida é aquela de retidão moral, o tipo de existência à qual olhamos no final e podemos dizer honestamente que não nos envergonhamos; uma vida virtuosa.

Diz Sêneca que não devemos ter a felicidade como objetivo: “não é fácil alcançar a felicidade já que quanto mais avidamente um homem se esforça para alcançá-la mais ele se afasta”.(I,1) a conclusão é que a solução é ter como objetivo a virtude, a felicidade será consequência.

Ademais:

Quem, por outro lado, forma uma aliança, entre a virtude e o prazer, obstrui qualquer força que uma possa possuir pela fraqueza da outra, e envia liberdade sob o jugo, pois a liberdade só pode permanece inconquistável enquanto não sabe nada mais valioso do que ela mesma: pois começa a precisar da ajuda da Fortuna, o que é a mais completa escravidão: sua vida torna-se ansiosa, cheia de suspeitas, tímida, temerosa de acidentes, esperando em agonia por momentos críticos. Você não oferece à virtude uma base sólida e imóvel se você a colocar sobre o que é instável: e o que pode ser tão instável quanto a dependência do mero acaso e as vicissitudes do corpo e daquelas coisas que agem sobre o corpo?”. (XV, 3 )

Fica claro, portanto, uma recomendação: a de que não devemos associar a virtude ao prazer, pois se assim o fizermos acabaremos adentrando territórios não virtuosos, seduzidos pelo prazer "desregrado". 

Assim, seguindo essa reflexão, acrescento como disse acima o Livro do Ferry que acabei de ler e citei acima; motivo dessas anotações de hoje.

Vejamos, de início, o que me chamou atenção nesse texto: principalmente a defesa de uma “espiritualidade laica” fundamentada num “racionalismo crítico” que ele mesmo aponta como ter sido influenciada por Immanuel Kant, Karl R. Popper, Alexis de Tocqueville e o “programa de trabalho de Victor Hugo”

Enfim, terminando de ler esse livro hoje e destaco que,

“Neste livro, o filósofo francês Luc Ferry nos brinda com uma investigação profunda e instigante sobre a busca pela felicidade e por significado na vida. Ele nos conduz através das correntes de pensamento filosófico e da espiritualidade laica, explorando o legado da mitologia e sua relevância para os desafios contemporâneos.

Um texto que nos leva a refletir sobre os princípios fundamentais da vida feliz, desafiando nossas perspectivas e encorajando-nos a desvendar nossas próprias escolhas e propósitos.”

La vie heureuse - Luc Ferry

  

Présentation:

Des scientifiques, de plus en plus nombreux, nous promettent que la « révolution de la longévité » est pour demain, que nos petits-enfants pourront vivre cent cinquante ans, voire davantage, encore jeunes et en bonne santé physique et psychique. Ce livre fait le point sur ces recherches, sépare science et fantasmes et pose la question de fond : à quoi bon vivre aussi longtemps ?

Face à cette interrogation, deux conceptions de la vie heureuse s’opposent. La première nous vient de ces sagesses anciennes que la psychologie positive remet au goût du jour. Elles nous invitent à dire « oui au réel », à nous résigner à l’ordre naturel des choses afin d’accepter dans la sérénité la vieillesse et la mort. Les modernes philosophies de l’histoire et de la liberté plaident pour une tout autre spiritualité : si une éducation tout au long de la vie, voire une perfectibilité potentiellement infinie, sont le propre de l’Homme, allonger la vie en bonne santé pourrait offrir à l’humanité l’occasion de devenir enfin moins bornée, moins violente, et, pourquoi pas, plus sage qu’elle ne le fut au xxe siècle.

Ce sont les termes de ce débat désormais crucial que présente ce livre. L.F.”

Prossigo!

(Grifos e destaques são meus)

______.

FERRY, Luc. La vie heureuse: sagesses anciennes et spiritualité laïque. Paris: Editions L’Observatoire, 2022

______. A vida feliz: sabedorias antigas e espiritualidade laica. Petrópolis, RJ: Vozes Nobilis, 2023.

Para saber mais sobre o tema:

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

EPICTETO. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Book I. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue)

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

EPICTETUS. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; Fragments; Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.

EPICURO. Carta sobre a felicidade: a Meneceu. São Paulo: Ed. Unesp, 1999.

ESPINOSA, Maria José Hernández. Epicuro e Séneca: leyendo Carta a Meneceo y La vida feliz. Publicacions de la Universitat de València, 2009.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

MAY, Rollo. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 625; 907-912; 919-921 ).

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

SÉNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

______. Da tranquilidade da alma. (precedido de "Da vida retirada", seguido de "Da felicidade". Porto Alegre, RS: L&PM, 2009.

______. Vida Feliz. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

______; ______. Campinas, SP: Ed. Pontes, 1991.

______; ______. 2. ed. Campinas, SP: Ed. Pontes, 2020.



domingo, 2 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS. LEITURA DE "AMOR AO BELO E AO BEM: ESTUDOS SOBRE O BANQUETE E A REPÚBLICA DE PLATÃO" (II)

 Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão

O Amor é o anseio de imortalidade.” (Platão - Banquete

 


Terminei hoje a segunda leitura do livro "Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão." E, prosseguindo os estudos sobre esse tema nas obras de Platão: o Bem e o Belo. sobre os quais tenho estudado em outros autores (Belo e Sublime na obra de Immanuel Kant e Burke, por exemplo), hoje terminei de ler outro sobre esse assunto: "Filosofia do enlace: amor e conhecimento em Platão" (sobre o qual estou elaborando uma pequena resenha para este Blog) e vou continuar até terminar um artigo que comecei a escrever recentemente a partir dos Diálogos de Platão.

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1. Sinopse: No amor e no conhecimento, Platão percebeu uma mesma ascensão: da beleza sensível à verdade intelectual, do desejo humano à intuição do divino. Nesse movimento, o eros que busca o belo se converte em amor ao bem, e a filosofia revela-se, enfim, como uma pedagogia do amor. Ao evidenciar a força pedagógica de Sócrates, este livro mostra como o amor verdadeiro purifica o olhar, conduzindo da aparência à verdade, do material ao espiritual.

Nos dois estudos reunidos neste volume ― sobre o Banquete e a República de Platão ―, Victor Sales Pinheiro percorre a dialética de poesia e filosofia, imagem e conceito, amor e contemplação, a fim de elucidar os dois conceitos mais importantes do filósofo originário do Ocidente, a ideia do belo e a ideia do bem, que são explorados por arquétipos como Sócrates e Alcibíades, e símbolos como sol, linha e caverna. Esta obra demonstra também a presença constante desses termos na nossa tradição intelectual, da ética à política, da estética à teologia, num rico inventário da história das interpretações do Banquete.

Na pena de um professor generoso e ensaísta maduro, a interpretação acadêmica rigorosa dos célebres diálogos platônicos evita linguagem técnica e especializada, atraindo o público interessado em filosofia e cultura. Mais do que uma elegante introdução à filosofia clássica, Amor ao belo e ao bem é um convite atraente a repensar nossa forma de amar e conhecer.

2. Sinopse: Filosofia do Enlace - amor e conhecimento em Platão

Nenhuma inteligência séria pôde se furtar a um encontro e a um acerto de contas com Platão - o primeiro filósofo escritor. De Ficino a Schiller, variadíssimos pensadores lhe reconheceram a supremacia, e opositores como Feuerbach, Marx ou Nietzsche, ainda que com o desejo de negar-lhe as ideias, reconheceram-se obrigados a voltar constantemente ao pensamento platônico.Este livro é uma porta para novos simpatizantes aos estudos platônicos, promovendo a causa dos bons livros, das questões profundas do saber e da existência, das coisas belas, boas e que valem a pena.

______.

PINHEIRO, Victor Sales. Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão. São Paulo: Auster, 2026. 

...

BURKE, Edmund. Investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e da beleza. São Paulo: Edipro, 2016.

GIANETTI, Eduardo. O anel de Giges. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. A metafísica dos costumes. Trad. Clélia Aparecida Martins. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992.

______. A religião nos limites da simples razão. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2024.

______.Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. Rio Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. p. 30-32).

PLATÃO. Ménon. 8. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

______. República. 12. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2001.

______. República. 3. ed. Belém, PA: EDUFPA. Trad. Carlos Alberto Nunes, 2000.

______. Górgias. Tradução, ensaio introdutório e notas de Daniel R. N. Lopes. São Paulo: Perspectiva, 2020.

Para aprendizado. Link do Vídeo "Anel de Giges": https://www.youtube.com/watch?v=QqB-s0nvdUs

______.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

BIGHETO, A. C. Filosofia do enlace: amor e conhecimento em Platão. Bragança Paulista: Ed. Comenius, 2025.

BORBA, Alexandre Ziani de; LOPES, Arthur. (Orgs.) Virtudes e vícios da mente humana: uma antologia de ensaios sobre caráter intelectual. Cachoeirinha, RS. Editora Fi, 2024.

COELHO, Humberto Schubert. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

BORGES, Maria. Borges. Razão e emoção em Kant. Pelotas, RS: Editora e Gráfica Universitária, 2012.

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CÍCERO. On ends (The Finibus). Tradução de H. Rackham. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1914.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livres I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

GIKOVATE, Flávio. Vício dos vícios: um estudo sobre a vaidade humana. São Paulo: MG Editores associados, 1987.

______. O mal, o bem e mais além: egoístas, generosos e justos. São Paulo: MG Editores associados, 2005.

______. Mudar: caminhos para a transformação verdadeira. São Paulo: MG Editores associados, 2014.

_____. Os sentidos da vida. São Paulo: Editora Moderna, 2009.HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

______. A filosofia como maneira de viver: entrevistas de Jeannie Carlier e Arnold I. Davidson. (Trad. Lara Christina de Malimpensa). São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Exercícios espirituais e filosofia antiga. Trad. Flávio Fontenelle Loque, Loraine Oliveira. São Paulo: É Realizações, Coleção Filosofia Atual, 2014.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime. Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 19993.

______. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Anthropology from a pragmatic point of view. Carbondale, III: Southern Illinois University Press. 1996. eBook., Base de dados: eBook Collection (EBSCOhost).

______. Antropologia de um ponto de vista pragmático. Trad. Clélia Aparecida Martins. São Paulo: Iluminuras, 2006.

______. Crítica da razão prática. Tradução de Valério Rohden. São Paulo, Martins Fontes, 2002.

______. A metafísica dos costumes. Trad., apresentação e notas de José Lamego. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 903-919 "paixões"; 893-906 “virtudes e vícios”e 920-933 "felicidade").

KIRK, Russel. The conservative mind: from Burke to Eliot. São Paulo: É Realaizaçõea, 2020.)

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Livro II. 1).

NUSSBAUM, Martha C. A fragilidade da bondade: fortuna e ética na tragédia e na filosofia grega. São Paulo, Martins Fontes, 2009.

PLATÃO. As Leis e Epinomis. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2010.

________. Banquete, Fédon, Sofista e Político. Trad. José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Abril Cultural, 1972.

________. Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 1973

________. Fedro, Cartas e Primeiro Alcibíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: ed. da Universidade Federal do Pará, 1975.

________. Fedro, Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2008.

________. Górgias, Eutidemo, Hípias Maior e Hípias Menor. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2007.

________. Mênon. Trad. Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO; São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

________. Górgias, Protágoras. 3. ed. Trad. Carlos Alberto Nunes. Edição bilíngue; Belém, PA, 2021.

________. Mênon, Eutidemo. 3. ed. Trad. Carlos Alberto Nunes. Edição bilíngue; Belém, PA, 2021.

________. República de Platão. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

________. Teeteto. Trad. Adriana Manuela Nogueira e Marcelo Boeri. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

________. Timeu. Trad. Maria José Figueredo. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.

ROWE, C. J. Plato. Phaedo. Cambridge Greek and Latin classics, 2001.




segunda-feira, 27 de julho de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXXX: “CURA OU CONTROLE DAS PAIXÕES”? EUROIA E AS "PAIXÕES DA ALMA E SEUS ERROS" (III)

(IMAGEM: "Pinterest") 

 Na hora do cafezinho!

 1. Terminei pela manhã uma releitura de uma das Biografias de Ludwig van Beethoven.

Ouvi, mais uma vez, a Fantasia Coral, Opus 80. Uma preparação ao que viria a ser na Nona Sinfonia: "An die Freude". E, aparece o poema de Schiler.

Tudo entre Coll. ' .

https://fb.watch/et7oGYiBnW/

E, encerrei esse primeiro momento matinal , antes do prosseguimento do trabalho, com algo dito por Marco Aurélio:

Diz a ti mesmo ao amanhecer, diga a si mesmo: hoje encontrarei um intrometido, um ingrato, um insolente, um traiçoeiro, um calunioso: todas essas coisas lhes sucedem pela sua ignorância dos bens e dos males. Mas eu, que contemplei a natureza do bem, que é belo, e a do mal, que é vergonhoso, e a natureza daqueles erram, que sã teus congêneres não por seu sangue ou por sua semente, mas pela porção de intelecto divino, que compartilhamos, não posso ser ferido por nenhum deles, pois ninguém pode me lançar na vergonha. Não posso me irar com meus semelhantes, nem os odiar. Nascemos para cooperar uns com os outros, como os pés, como as mãos, como as pálpebras, como as arcada dentárias de cima e de baixo. Portanto, agir uns contra os outros vai contra a natureza. E oposição é irritação e a rejeição.

O que sou no mundo: um pedacinho de carne e um pedacimho de espírito e capacidade diretriz. (MARCO AURÉLIO. Meditações, II, 1-2)”

É, portanto, tarefa pessoal e intransferível nos qualificar para mudança dos nossos hábitos.

2. Lições de "Euroia". Ataraxia (Ἀταραξία) - Imperturbável Paz de Espírito.

E o por mim, tão almejado; exercitando sempre; o "cuidar de si", (de verdadeira filosofia: a prática).

A palavra euróia, da mesma família de euroéô, é utilizado por Epicteto nesse excerto do perí prokopés (em torno do progresso espiritual) Epicteto observa:

Aquele que progride é quem aprendeu dos filósofos que o desejo é pelas coisas boas e que a repulsa é pelas coisas más; é o que aprendeu também que a serenidade e a privação de sofrimento (tó euroyn kaí apathés) não advêm de outro modo ao homem senão assegurando o <objeto de> desejo e evitando o <objeto de> repulsa [...] Como, portanto, concordamos ser a virtude algo tal e buscamos e exibimos progresso em outras coisas? Qual a obra da virtude? A serenidade (euróia).

.'.

"Fixa, a partir de agora, um caráter e um padrão para ti próprio, que guardarás quando estiveres sozinho, ou quando te encontrares com os outros. Na maior parte do tempo, fica em silêncio, ou, com poucas palavras, fala o que é necessário...raramente… "(EPICTETUS. Encheiridion, 33.1).

...

E, ainda, retornando mais uma vez à constante reflexão a partir de Immanuel Kant em "Lições de ética" (Eine Vorrlesung Kants über Ethik) Traduzida pelos professores Bruno Cunha e Charles Feldhaus :

O “[...] ser humano pode exercer domínio sobre si mesmo se ele quiser?”

Immanuel Kant, nas "Lições de ética", responde que:

"De fato, parece acontecer dessa forma, porque isso parece depender do homem. [...] Ora, o domínio sobre si mesmo depende da força do sentimento moral. Podemos muito bem nos autogovernar se enfraquecermos as forças opostas."

______.

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terça-feira, 21 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: REFLEXÕES SOBRE A "DÚVIDA METÓDICA", O "SENSO COMUM" E O "CETICISMO"

 
Leituras em andamento: 

Nessa obra "Vida como e ceticismo" e na entrevista abaixo, o professor Porchat defende que uma proposta de  filosofia que busque a reconciliação com o “saber e a vivência prática do homem comum, em vez de buscar verdades transcendentais”.

Link para uma entrevista com o prof. Oswaldo Porchat Pereira: SMITH, Plinio Junqueira. O retorno à vida comum. In: Revista Cult. "Dossiê supremacia da dúvida" Ed. 121, agosto de 2008. Disponível em:  https://revistacult.uol.com.br/home/o-retorno-a-vida- Acesso em: 21 de julho de 2026.

Em Rumo ao ceticismo: "Para o Porchat, o pirronismo repensado e rearticulado conforme a linguagem e os problemas filosóficos da contemporaneidade, preserva, no entanto, total consonância com a inspiração original do pirronismo histórico e a mensagem da Sképsis grega continua plenamente atual, respondendo às necessidades filosóficas também de nosso tempo."

Link 2: para a página do prof. Sílvio S. Chibeni sobre Filosofia e Epistemologia. Locke, Hume, Kuhn: 

https://unicamp.br/~chibeni/textosdidaticos/textosdidaticos.htm

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

RELENDO E ATUALIZANDO LEITURAS E ESTUDOS: DE KANT "PRÉ-CRÍTICO" A HEGEL (III)

 

NOVAMENTE!

Retornando ao estudo desses textos enquanto releio outros mais recentes que acrescentarei m breve para meus estudos posteriores.

Algum tempo após ter lido o livro do professor Joãosinho Beckenkamp que, segundo o professor Pedro G. A. Novelli (2008) “preenche uma lacuna na literatura filosófica brasileira. Trata-se de leitura necessária para todos aqueles que desejam conhecer melhor o idealismo alemão no período específico que compreende Kant e Hegel, e também para aqueles que desejam ser introduzidos nesse momento instigante do pensamento filosófico ocidental", acrescentei esta leitura, que terminei hoje sobre o mesmo tema: Kant e Hegel; com textos apresentados no “Simpósio internacional de Kant a Hegel” realizado entre os dias 20 e 21 de novembro de 2018.

 ...

“O objetivo geral do Simpósio visou promover o debate entre professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia sobre o período da filosofia alemã que vai de Kant até Hegel e suas influências. A partir desse objetivo geral foi elaborada uma programação que pudesse viabilizar um espaço de encontro por meio do diálogo, de intercâmbios, momentos de troca de informações e de saberes entre os participantes. A partir desse conjunto de vinte e sete artigos, é perceptível que o legado do pensamento filosófico de Kant e Hegel segue vivo na filosofia contemporânea bem como nas grandes discussões de temas pertinentes para a atualidade, bem como a relevância do pensamento de ambos autores para a filosofia no presente, elemento que perpassa praticamente todos os artigos que fazem parte dessa publicação.”

Também acrescentei uma publicação de 2014 "Los aportes del itinerario intelectual de Kant a Hegel"

“O desenvolvimento da reflexão filosófica que se realizou no período delimitado pelas obras de Kant e de Hegel é um dos mais importantes da história da filosofia. Neste contexto resulta de especial interesse a questão do sentido e valor da metafísica: a crítica de Kant à metafísica abriu para o pensamento filosófico novos horizontes na medida em que colocou uma série de questões complexas que não puderam ser desde então arquivadas e esquecidas. Agora, no período filosófico que se inicia com a reviravolta crítica de Kant e chega até o sistema enciclopédico de Hegel se voltou a introduzir novamente a metafísica, quer seja em forma subreptícia ou em forma deliberada? Ou mais bem, a filosofia que surge na Alemanha a partir de Kant assimila, apesar das modificações de perspectiva e de método que introduz, o impulso crítico do enfoque kantiano, conseguindo inclusive amplia-lo e aprofunda-lo? Se isto fosse certo: Quais são as potencialidades filosóficas implicadas no itinerário intelectual de Kant a Hegel no que diz respeito a um modo de pensar pós-metafísico que, no entanto, não quer permanecer nas estreitas margens do positivismo e do naturalismo? Quais poderiam ser os aportes desta nova forma de pensar os debates contemporâneos em torno das questões fundamentais da filosofia?


(Os Grifos e destaques são meus)

Prossigamos...


______.

BAVARESCO, Agemir Bavaresco; TAUCHEN, Jair Tauchen; PONTEL, Evandro Pontel (Orgs.). De Kant a Hegel: Leituras e atualizações. - Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2019.

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "PRINCÍPIOS METAFÍSICOS DA CIÊNCIA DA NATUREZA"

LANÇAMENTO 2026


SINOPSE:
"O que torna possível uma ciência da natureza verdadeiramente rigorosa? Nesta obra, Immanuel Kant enfrenta essa questão ao investigar os princípios metafísicos que sustentam o conhecimento científico do mundo físico. O livro propõe uma reflexão decisiva sobre a relação entre razão, experiência e natureza, tema que permanece central nos debates contemporâneos da filosofia da ciência. Ao revelar os limites e as condições do saber científico, Kant sugere repensar criticamente os fundamentos do conhecimento moderno e o lugar da metafísica."

...

PS: Enquanto  estava relendo esse artigo de 2015 sobre os Primeiros Princípios Metafísicos da Ciência da Natureza de Kant, importante para a compreensão das "filosofias da natureza do idealismo alemão, no interior d’“A Arquitetônica da Razão Pura”. a saber, como uma metafísica aplicada da substância corporal

TREVISAN, Diego Kosbiau. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/38728/26522Acessado em: 16 de julho de 2026.

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TEMPO DE ESTUDOS: DER UNBEWUßTE GOTT: PSYCHOTHERAPIE UND RELIGION DE VIKTOR FRANKL

“ Da confusão nascia o sentimento de falta de sentido da vida. A compensação financeira ou, dentro de certos limites, a segurança social não...