terça-feira, 18 de agosto de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXL: SOBRE O SENTIDO DA VIDA (X)

 


 
Recentemente tive acesso ao pensamento desse autor: Rudolf Christph Eucken, estou lendo esses dois livro citados dele.

Seu pensamento Filosófico é geralmente reconhecido como “Ativismo Ético” defendendo que “o espírito humano precisa lutar ativamente contra a apatia e o materialismo”.

Para ele o homem está entre a natureza e o espírito divino, e por isso deve buscar valores espirituais imortais (perenes).

E, com relação à religião defendia uma proposta de maio conexão com aspectos espirituais no mundo.

Em 1908, recebeu o prêmio Nobel de Literatura.

EUCKEN, Rudolf Christoph. O sentido da vida. Trad. Gregório da Silvio dos Santos. (e-book), 2026.

______. Introdução aos Problemas Fundamentais da Filosofia. São Pulo: Cajuína, 2026.

1. "O Sentido e o Valor da Vida é a obra de filosofia existencial com a qual o pensador alemão Rudolf Eucken — Prêmio Nobel de Literatura de 1908 — atravessa a crise espiritual da modernidade para redescobrir, para além do ceticismo e do pragmatismo, um fundamento capaz de restaurar o valor da existência humana.

Em O Sentido e o Valor da Vida, Eucken reconstrói o quadro espiritual da passagem do século XIX ao XX, quando o progresso material convivia com um profundo esvaziamento interior. A reflexão tem dois movimentos principais: a crítica das respostas modernas — o naturalismo e o intelectualismo — e a afirmação de uma vida espiritual autônoma como eixo capaz de unificar o homem dividido contra si mesmo.

O naturalismo, que reduz o homem à sua situação na natureza, e o intelectualismo, que o dissolve no mero saber, são denunciados como formas de desagregação: ambos entregam a vida a forças exteriores e esvaziam a interioridade. Dessa condição derivam o tédio, a dispersão e a perda de todo centro. Contra elas, Eucken propõe a "vida espiritual" — não um mundo à parte, mas a capacidade de superar o dado imediato e criar valores que o simples existir não fornece. O sentido da vida não se encontra: descobre-se, nasce do trabalho interior que converte cada destino individual em obra.

Numa era que confundia felicidade com bem-estar, o ensaio cumpria a tarefa existencial de devolver ao indivíduo a convicção de que sua vida pode ser maior do que aquilo que o mundo lhe impõe. Qualquer semelhança com nosso presente — saturado de estímulos e pobre de interioridade — não é mera coincidência.

Ler 'O Sentido e o Valor da Vida' nos permite recuperar uma pergunta que a agitação contemporânea tenta silenciar: afinal, para quê viver?"

2. Introdução aos Problemas Fundamentais da Filosofia.

"O livro consiste numa introdução à filosofia, a partir da abordagem de certos problemas gerais e perenes. A história da filosofia aparece caracterizada, então, de acordo com as diversas soluções oferecidas aos referidos problemas da filosofia. O autor procura mostrar que tais soluções encontradas ao longo da história não se tornam inteiramente obsoletas em períodos subsequentes, mas continuam ressoando até os nossos dias. A situação contemporânea, ele descreve como de uma crise, que ainda está por encontrar as suas próprias soluções aos problemas fundamentais da filosofia. Nesse sentido, a história da filosofia não deve consistir num mero refúgio a um passado obsoleto, mas sim, deve nos servir de apoio para encontrarmos as nossas próprias soluções."

______.

ARRIANO FLÁVIO. As Diatribes de Epicteto. Livro I. Tradução, introdução e comentário Aldo Dinucci. Universidade Federal de Sergipe. Série Autores Gregos e Latinos Coimbra, Imprensa da universidade de Coimbra, 2020.

CAMUS, Albert. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

_____. O homem revoltado. Rio de Janeiro, RJ: Best Bolso, 2017.

______. O mito de Sísifo. 26. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2018.

______. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

DEFOE, Daniel. Um diário do ano da peste. São Paulo: Novo Século, 2021.

______. A journal of the plague year. Penguim Books, 2003.

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

DINUCCI, A. Fragmentos menores de Caio Musônio Rufo; Gaius Musonius Rufus Fragmenta Minora. In: Trans/Form/Ação. vol.35 n.3 Marília, 2012.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

DINUCCI, Aldo. Manual de estoicismo: uma visão estóica do mundo". São Paulo: Auster, 2023. 

______; TARQUÍNIO, Antonio. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed, São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2012.

FRANKL, Viktor. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. O Sofrimento Humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. The doctor and the soul: from psycotherapy to logotherapy. New york: Bantam Books, 1955.

______. Psycotherapy and existencialism: selected papers on logotherapy. New York: Simon and Schuster, 1970.

______. Angst und Zwang. Acta  Psychotherapeutica, I, 1953, pp. 111-120.

______. Teoria e terapia das neuroses: introdução à logoterapia e à análise existencial. São Paulo: É Realizações, 2016.

GALENO. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

______. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

______. A filosofia como maneira de viver: entrevistas de Jeannie Carlier e Arnold I. Davidson. (Trad. Lara Christina de Malimpensa). São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Exercícios espirituais e filosofia antiga. Trad. Flávio Fontenelle Loque, Loraine Oliveira. São Paulo: É Realizações, Coleção Filosofia Atual, 2014.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

______. Silêncio: o poder da quietude em um mundo barulhento. Rio de Janeiro, RJ: Harper Collins, 2018.

HUIZINGA, Johan. Nas sombras do amanhã: um diagnóstico da enfermidade espiritual de nosso tempo . - Trad. Sérgio Marinho, Goiânia-GO: Editora Caminhos, 2017.

INWOOD, Brad. Reading Seneca: stoic philosophy at Rome. Oxford, Reino Unido: Clarendon Press, 2005.

IRVINE, William B. A guide to the good life: the ancient art of Stoic joy. New York: Oxford University Press, 2009.

JASPERS, Karl. Il medico nell'età della técnica. Con un saggio introduttivo di Umberto Galimberti. Milano: Raffaello Cortina Editore, 1991.

______. Caminhos para a sabedoria: uma introdução à vida filosofica. Petrópolis, RJ: editora Vozes, 2022.

______. Der Arzt im technischen Zeitalter: Technik und Medizin. Arzt und Patient. Kritik der Psychotherapie. 2. ed. München: Piper, 1999.

______. Psicopatologia geral: psicologia compreensiva, explicativa e fenomenologia. São Paulo: Atheneu, 1979. (2 vols.)

______. Plato and Augustine. Edited by Hannah Arendt. Translated by Ralph Manheim. New York: Harvest Book, 1962.

______. Introdução ao pensamento filosófico. 16. ed. São Paulo: Cultirx, 1971.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 893-919: "As virtudes e os vícios”; “Paixões"; “Caracteres do homem de bem”; “Conhecimento de si mesmo” e 920-933: "Felicidade"; Q. 614-648: "Caracteres da Lei natural"; "Origem e conhecimento da Lei natural"; "O bem e o mal"; "Divisão da Lei natural").

KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano: doença até a morte. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

______. O desespero humano: São Paulo: Ed. UNESP, 2010.

______. Do desespero silencioso ao elogio do amor desinteressado. (Org. Alvaro Valls). Escritos, 2004.

______. As obras do amor. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. O conceito de angústia. 3. ed. Trad. Alvaro Valls. Petrópolis, RJ, Vozes, 2015.

MAY, Rollo. (Org.). Psicologia existencial. Rio de Janeiro: Globo, 1980.

______. A descoberta do ser. São Paulo: Rocco, 1988.

______. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

______. Psicologia do dilema humano. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

TOLSTOY, Leon. A morte de Ivan Ilitch. Porto Alegre, RS: L&PM, 1997.

______. A morte de Ivan Ilitch. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora 34, 2009.

______. Oreino de Deus está em vós. São Pulo: Best Seller/Record, 2011. (edição de bolso)



terça-feira, 11 de agosto de 2026

III CONGRESSO BRASILEIRO CHRISTIAN WOLFF - X SIMPÓSIO DO NÚCLEO DE FILOSOFIA KANTIANA


LINKS FOR TRANSMISSION - LINKS PARA TRANSMISSÃO

Links para assistir a transmissão das Conferências, Comunicações e Minicursos durante o Evento:

19.08.2026

08:00 – 10:00 - Mesa 1 de comunicações: https://www.youtube.com/watch?v=0W3oaXlGV40

08:00 – 10:00 - Mesa 2 de comunicações: https://www.youtube.com/watch?v=3xH9DnC0znE

08:00 – 10:00 - Mesa 3 de comunicações: https://www.youtube.com/watch?v=oxF5gF63nsw

10:00 – 10:30 - Conferência (Felipe Molero & Luciana Martinez): https://www.youtube.com/watch?v=q_t98wuB3Q0

10:45 – 11:15 - Conferência (Guillem Sales Vilalta): https://www.youtube.com/watch?v=KoOStyzW0io

14:30 – 16:15 - Abertura in loco e Conferências (John Walsh; Valentina Dafne De Vita): https://www.youtube.com/watch?v=2GPdI379XN8

16:45 – 18:00 - Conferências (Fábio César Scherer; Emanuel Lanzini Stobbe): https://www.youtube.com/watch?v=3cA0GNVvlHI

19:00 – 20:00 - Conferência maior (Heiner F. Klemme): https://www.youtube.com/watch?v=EWcmSzIGFpw 

20.08.2026

09:00 – 12:00 - Minicurso sobre Pietismo (Humberto Schubert Coelho): a ser definido

15:00 – 16:15 - Conferências (Alfredo Flores e Leonardo Simchen Trevisan; Diego Kosbiau Trevisan): https://www.youtube.com/watch?v=VWlzrgXzokk

16:45 – 18:00 - Conferências (Humberto Schubert Coelho; Robinson dos Santos): https://www.youtube.com/watch?v=4_bmAgT0bQI

19:00 – 20:00 - Conferência maior (Corey Dyck): https://www.youtube.com/watch?v=bhbXW0U1f-8

21.08.2026:

08:00 – 10:00 - Mesa 4 de comunicações: a ser definido

08:00 – 10:00 - Mesa 5 de comunicações: https://www.youtube.com/watch?v=VTfR41Bfp8I 

08:00 – 10:00 - Mesa 6 de comunicações: https://www.youtube.com/watch?v=JDVZ95dpeAs

10:00 – 12:00 – Conferências maiores (Clemens Schwaiger; Sonia Carboncini): https://www.youtube.com/watch?v=-dc0D4kQLrg

14:00 – 16:45 - Mesa 7 de comunicações: a ser definido

17:15 – 19:00 - Conferências (Bruno Cunha; Charles Feldhaus; Delamar Volpato Dutra): https://www.youtube.com/watch?v=Kq-vqadPdg0



domingo, 9 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: EUCLIDES E A GEOMETRIA

Continuo estudando, ainda, sobre a Estética Transcendental de Kant (KrV). Lembro de Newton e Euclides.

"Espaço - Tempo"; "Geometria"; "Condições de possibilidade para o conhecimento"; "sensibilidade e limites".

Relendo os Elementos - de Euclides, acrescento esse pequeno vídeo (com essa edição dso Elementos de 1570): https://fb.watch/ug1otijexn/

...

Sobre a Estética Transcendental:  "In this episode, I explain Immanuel Kant's notion of the Transcendental Aesthetic from the Critique of Pure Reason":  https://www.youtube.com/watch?v=nc6zAU0jI2c

...

Aqui, duas referências sobre Euclides e a geometria. Um pouquinho mais de boa Filosofia. E, porque isso me leva sempre à "Estética transcendental", na KrV de Immanuel Kant.

. ' .

1. EUCLIDES E A GEOMETRIA

Por que a geometria foi o modelo para o desenvolvimento de toda a ciência? Como ela deixou de ser uma disciplina empírica para se tornar uma "disciplina demonstrativa"? Qual a relação entre matemática e filosofia? O que é uma construção axiomática? Qual o significado profundo dos cinco axiomas de Euclides? Que fissura permitiu a criação das geometrias não euclidianas no século XIX? O que elas significam? Como Newton e Kant se relacionaram com a obra de Euclides? Como o questionamento de Kant foi superado no século XX?

São algumas questões de que tratei em "Euclides e a geometria", resenha da primeira edição dos Elementos no Brasil. Pessoas que não têm formação específica em matemática podem compreender todo o texto. Ele está no link, abaixo. Boa leitura!

Abraços,

Cesar Benjamin

Link para o texto: https://www.contrapontoeditora.com.br/artigos.php?id=106

2. A Geometria: a matemática implica figuras. In: Revista National Geografic, 2015.

 ImagemEuclides com o rosto de Bramante, grande arquiteto, amigo e protetor de Rafael) expõe seus conhecimentos geométricos, segurando um compasso. Os alunos ao seu redor parecem estar empolgados”, na obra de Rafael Sanzio: "Escola de Athenas":  (In: “História & Arte”).

______.

BAIASU, Sorin; TIMMONS, Mark (eds.). The Kantian Mind. Routledge, 2023.

BECKENKAMP, Joãosinho. Introdução à filosofia crítica de Kant. Editora UFMG,  2017.

BOHR, Niels. Física atômica e conhecimnto humano. Rio de Janeiro, RJEd. Contraponto, 2007.

BYRNE, Oliver. Os elementos: os seis primeiros livros com diagramas e símbolos coloridos. Ed. Kírion, 2025.

BRAGA, Ruben. A apercepção originária de Kant na física do século XX. Brasília, DF, 1991.

EUCLIDES. Os elementos. Trad. Irineu Bicudo. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.

FEYMANN, Richard. Lições de física: a edição do novo milênio. Porto Alegre, RS: Bookman, 2019.

______. Lecciones de física. Primera edición de 1971; primera reimpresion en Mexico: Addison Wesley Longman de Mexico S.A.1998.

______; Robbins(editor); MEDINA, Maria Beatriz de (tradutor); Dyson, Freeman (prefácio). Os melhores textos de Richard P. Feynman. São Paulo: Ed. Blucher, 2015.

GRAPOTTE, Sophie (Org.); LEQUAN, Mai; RUFFING, Margit. Kant et les sciences: un dialogue philosophique avec la pluralité des savoirs. Paris: Vrin, 2011.

______; PRUNE-BRETINNET. Tinca, (dir.). Kant et Wolff: héritages et ruptures. Paris: Vrin, 2011.

______. RUFFING, Margit; TERRA, Ricardo. (dir.).  Kant - la raison pratique: concepts et héritages. Paris: Vrin, 2015.

GUYER, PAUL. The Cambridge companion to Kant. Cambrridge University Press, UK, 1992.

HAWKING, Stephen; MLODNOV, Leonard. The Grand Design. ‎New York Bantam. 2010

HÖFFE, Otfriede. Immanuel Kant. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

______. Immanuel Kant. München: C. H. Beck, 2004.

______. Kant: crítica da razão pura: os fundamentos da filosofia moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2013.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe.Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis atque inteligibilis forma et principio. Akademie-Ausgabe. Trad. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad., apres. e notas de L. R. dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982

______. Histoire Générale de la Nature et Théorie du ciel. Trad. Pierre Kerszberg, Anne-Marie Roviello e Jean Seidengart. Vrin 1984.

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KOYRÉ, Alexandre. Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Estudos de história do pensamento filosófico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Do mundo fechado ao universo infinito.  Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2009.

LAKATOS, Imre. O falseamento e a metodologia dos programas de pesquisa científicaIn: LAKATOS, I. e MUSGRAVE, A. (org.) A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979.

_____. History of science and its rational reconstructionsIn: HACKING, I. (org.) Scientific revolutions. Hong-Kong: Oxford University, 1983.

______. Matemática, ciencia y epistemología. Madrid: Alianza, 1987.

______. La metodología de los programas de investigación científica. Madrid: Alianza, 1989.

LEFÈVRE, Wolfgang. (Editor) Between Leibniz, Newton, and Kant: Philosophy and Science in the Eighteenth Century

LEITE, Patrícia Kauark. Teoria quântica e filosofia transcendental: diálogos possíveis. Belo Horizonte, MG, 2022.

______. Théorie quantique et philosophie transcendantale: dialogues possibles. Hermann, 2012.

MARQUES, Ubirajara Rancan de Azevedo (Org.) Kant e a biologia. São Paulo: Editora Barcarola, 2012.

PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.

______. L'Oeuvre de Kant: la philosophie critique. Tome I et II. J. Vrin, 1996. (col. Bibliothèque d'histoire de la philosophie)

POINCARÉ, Henri. O valor da ciência. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2007.

______. Ensaio fundamentais. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2008.

______. A ciência e a hipótese. Brasília, DF: Unb, 1988.

PORTA, Mário Ariel González. O pensamento de Immanuel Kant. Academia Monergista, 2023.

SILVA, Jairo José da. O que é e para que serve a Matemática. São Paulo: Ed. Unesp, 2022.

WATKINS, Eric. Kant and the sciences. Oxford University Press, 2001.

sábado, 8 de agosto de 2026

ANOTAÇÕES SOBRE PERFECTIBILIDADE, DIGNIDADE HUMANA E AS "PAIXÕES: DE DESCARTES E KARDEC" (III)


ESTUDOS EM DESENVOLVIMENTO HOJE 08.08. 2026

Mais sobre o Livro e o Link para a editora em:

E esse livro é acrescentado porque agrega algumas novas reflexões  sobre o assunto que tenho estudado muito por aqui.

Ora, pois "Um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer." (CALVINO, 2007, p. 11)

.'.

Retornando aos poucos às atividades normais, ao intenso trabalho e, enquanto isso, retomando alguns capítulos, nos últimos dias, de duas obras  de René Descartes que desde a graduação, sempre revisito. É só por serem clássicos valem ler e reler como clássicos, uma regra por aqui. Nenhum dos meus interesses excluem os clássicos. Indispensáveis!

E, ainda , tomando o estudo do tema como uma das tarefas fundamentais e, com certeza, para alcançar 'Aταραξία - ataraxia e ἀπάθεια - apátheia. Como sempre digo quando são desse tipo, estão bem em consonância com os enunciados básicos que, como princípios, já são adotados aqui, pois:

"[...] se a razão prevalecer, as paixões nem sequer começarão; mas se elas se encaminharem contra a vontade da razão, elas se manterão contra a vontade da razão. Pois é mais fácil detê-las no começo do que controlá-las quando ganham força." (DESCARTES. In: Paixões da alma.)

. ' .

As duas obras a que me refiro: "Regras Para a Direção do Espírito" e "As paixões da alma", de René Descartes, um dos grandes, de quem sempre extraio excertos para reflexões no blog.

Aqui, no caso, As paixões da alma; sempre revisitando essa brevíssima reflexão dela selecionada, sobre as "emoções":

"Ora, visto que essas emoções interiores nos tocam mais de perto e têm, por conseguinte, muito mais poder sobre nós do que as paixões que se encontram com elas, e das quais diferem, é certo que, contanto que a alma tenha sempre do que se contentar em seu íntimo, todas as perturbações que vêm de outras partes não dispõem de poder algum para prejudicá-la. Servem, antes, para lhe aumentar a alegria, pelo fato de, vendo que não pode ser por elas ofendido, conhecer com isso a sua própria perfeição. E, para que a nossa alma tenha assim do que estar contente, precisa apenas seguir estritamente a virtude. Pois quem quer que haja vivido de tal maneira que sua consciência não possa censurá-lo de alguma vez ter deixado de fazer todas as coisas que julgou serem as melhores (que é o que chamo aqui seguir a virtude), recebe daí uma satisfação tão poderosa para torná-lo feliz que os mais violentos esforços da paixão nunca têm poder suficiente para perturbar a tranqüilidade de sua alma".

Acrescentando, portanto:

DESCRIÇÂO DA OBRA:

"Uma ponte entre Descartes e Kardec. Ao acompanhar Descartes, aprendemos a precisão conceitual, a clareza da análise e o rigor do método. Ao ouvir Kardec, descobrimos a dimensão moral e evolutiva das paixões, entendidas como desafios do Espírito em sua caminhada rumo ao bem. Entre ambos, há uma complementaridade que enriquece nossa visão: o filósofo mostra como pensar, fornecendo as ferramentas da razão e da análise, enquanto o mestre do Espiritismo convida a aplicar esse conhecimento na vida prática, no esforço de autossuperação, na educação dos sentimentos e na conquista da verdadeira virtude.

Um grande exercício de autoconhecimento. Cada página busca revelar não apenas o que as paixões são, mas como podem ser compreendidas, governadas e educadas. A filosofia cartesiana nos ajuda a compreender os mecanismos; a filosofia espírita nos aponta os caminhos da superação moral. Ao unir esses dois olhares, oferecemos ao leitor um itinerário para compreender-se a si mesmo, reconhecendo nas paixões não inimigas a serem extirpadas, mas forças naturais a serem educadas e orientadas.

Que este livro seja lido como convite: convite ao estudo rigoroso, à reflexão profunda e, sobretudo, à prática de nossa transformação moral, que é a maior finalidade de todo o conhecimento espírita.

Visão rápida do sumário:

Capítulo I. Sobre o conceito de paixões da alma em Descartes.
Capítulo II. Paixões em Descartes: natureza, enumeração e governo.
Capítulo III. A admiração e suas paixões derivadas.
Capítulo IV. As paixões derivadas da admiração nas obras de Kardec.
Capítulo V. Paixões que dependem do bem e do mal.
Capítulo VI. As paixões que dependem do bem e do mal na obra de Kardec.
Capítulo VII. O egoísmo.
Capítulo VIII. Amor da alma vs. amor-paixão.
Capítulo IX. As virtudes e os vícios: a convergência de Descartes e Kardec.
Capítulo X. O valor moral do saber e da riqueza.
Capítulo XI. As virtudes e os vícios: a indulgência diante dos defeitos alheios.
Capítulo XII. As virtudes e os vícios: sobre a revelação do mal.
Capítulo XIII. Virtude: caminho, meta.
Capítulo XIV. Virtude cristã-espírita: convite, obstáculos e o trabalho interior.

Sobre o Autor

Cosme Massi é filósofo, professor, conferencista e escritor. Doutor e Mestre em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP. Especialista em Aprendizagem, Epistemologia, Ética e Teoria da Prova. Graduado em Física pela UFRJ. Ganhador de um Prêmio Moinho Santista em Lógica Matemática (1993). 

Profissionalmente é Sócio e Consultor da HOPER Educação. Foi Pró-Reitor de Planejamento e Avaliação Institucional da Universidade Positivo. Atuou como Membro da Comissão Técnica de Avaliação (CTA) do INEP/MEC e Consultor de Avaliação do Ensino Superior — INEP/MEC. Atualmente, lidera iniciativas de Gestão Compartilhada e Inteligência Acadêmica com foco no desenvolvimento de modelagens avançadas em Inteligência Artificial e na análise estratégica de microdados educacionais, orientando instituições de ensino superior na tomada de decisão e na melhoria consistente de desempenho acadêmico. 

No Espiritismo é pesquisador especializado na doutrina de Allan Kardec, quando fundou o IDEAK Instituto de Divulgação Espírita Allan Kardec e criou a KARDECPEDIA, atualmente em 9 idiomas, utilizada por estudiosos em todos os continentes.' (Fonte: Nobiltá)

Link para saber mais e estudar sobre o tema "paixões, vícios e virtudes" da alma em outra perspectiva: https://kardecpedia.com/

Sugestão de leitura: CHIBENI, S. S. As paixões: uma breve análise filosófica espírita. Disponível em: https://www.geeu.net.br/artigos/paixoes.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2026.

 

_______.


ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

______. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

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______. Espírito e matéria. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2016.

______. Ação e Tempo: causalidade, liberdade e evolução moral. Curitiba, PR: Nobiltá, 2026. (eBook)

______. As paixões: de Descartes a Kardec. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2026.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CXXIII: AINDA ESTUDANDO ÉTICA DENTOLÓGICA E O UTILITARISMO

Ainda estudando Immanuel Kant, fiz hoje uma pausa para reler um texto de John Stuart Mill que propuseram duas teoria éticas bastante distintas.

Enquanto Immanuel Kant defendeu que a moralidade dos atos depende da motivação e cumprimento do dever; Também reconhecida como uma ética de deontológica. Por outro lado, a Ética proposta por John Stuart Mill, o Utilitarismo, defendia que o valor moral de um ato está ligado às consequências e na geração de felicidade para o maior número de pessoas.

Aproveitei e li um texto de Celso Lafer sobre o livro que está no site da Amazon:

Para saber mais: 

“Tornar feliz a vida humana, tanto no sentido comparativamente humilde de prazer e ausência de dor, como no sentido mais elevado de tornar a vida, não aquilo que ela é agora quase universalmente, algo pueril e insignificante, mas tal como podem desejá-la seres humanos com faculdades plenamente desenvolvidas”: este o ideal que inspira John Stuart Mill e que torna instigante e enigmática a sua formulação da ética utilitarista. Educado para ser o porta-voz das ideias de Jeremy Bentham, a influência de valores românticos como a imaginação e a emoção, atenuou, entretanto, o frio rigor analítico da formação inicial de Stuart Mill.  O utilitarismo  expressa essa tensão, defendendo o anseio da doutrina utilitarista pela “maior felicidade do maior número”, mas alterando o seu significado.

Como observou Norberto Bobbio ao tratar das relações entre Ética e Política o utilitarismo é, no campo do pensamento ocidental, provavelmente a última grande tentativa de construção de uma moral universal.

O utilitarismo teve em Bentham (1748-1832) a sua primeira grande formulação. É de Bentham que John Stuart Mill (1806-1873) parte neste livro, ao afirmar que “a Utilidade ou o Princípio de Maior Felicidade, como fundamento da moral, sustenta que as ações estão certas na medida em que elas tendem a promover a felicidade e erradas quando tendem a produzir o contrário de felicidade. Por felicidade entende-se prazer e ausência de dor, por infelicidade, dor e privação de prazer”.

No entanto, Stuart Mill diferencia-se de Bentham na sua exegese do que é felicidade, pois para ele o prazer não se restringe ao quantitativo do comensurável pela duração e intensidade. Abrange o qualitativo dos prazeres inferiores e superiores pois, na sua concepção de vida, estão presentes não apenas o racionalismo à maneira de Bentham mas as percepções da complexidade da alma humana, realçadas pelo romantismo. Como sublinhou Isaiah Berlin, para Stuart Mill o fundamental é a afirmação da capacidade do Ser humano de exercer a liberdade, escolhendo e decidindo entre o bem e o mal.

Na escolha entre o certo e o errado, a tônica do utilitarismo não é o da análise do ser virtuoso mas a da consequência das ações. Por isso, teve e tem impacto na teoria da decisão coletiva, ao buscar imprimir às políticas públicas um sentido de direção, voltado para o bem-estar da sociedade. E por esta razão, que desde Bentham, o utilitarismo está associado ao reformismo e ao progresso. Com efeito, o utilitarismo, como realça Stuart Mill, não é um egoísmo ético. Está voltado para eliminar os males do mundo, a começar pelo sofrimento da pobreza. O critério não é a felicidade do agente mas a multiplicação da felicidade na maior escala possível.

O utilitarismo  de Stuart Mill é um livro instigante, de um grande e íntegro pensador. A este livro, superiormente traduzido e apresentado por Alexandre Braga Massella e tão oportuno na discussão da agenda contemporânea, o público brasileiro passa a ter acesso nesta primorosa edição da Iluminuras." (Celso Lafer)

______.

BAVARESCO, Agemir Bavaresco; TAUCHEN, Jair Tauchen; PONTEL, Evandro Pontel (Orgs.). De Kant a Hegel: Leituras e atualizações. - Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2019.

BECKENKAMP, Joãosinho. Entre Kant e Hegel. Porto Alegre: Edipucrs, 2004, 288 p.

FERREIRO, Héctor; HOFFMANN, Thomas Sören; BAVARESCO, Agemir (Orgs.). Los aportes del itinerario intelectual de Kant a Hegel. Porto Alegre, RS, Editora Fi: EDIPUCRS, 2014. (Comunicaciones del I Congreso GermanoLatinoamericano sobre la Filosofía de Hegel. Português./Espanhol)

FERRY, Luc. Kant: uma leitura das três "Críticas". 3. ed. Rio de Janeiro: Difel, 2009.

GUYER, PAUL. The Cambridge companion to Kant. Cambrridge University Press, UK, 1992.

HÖFFE, Otfriede. Immanuel Kant. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

______. Immanuel Kant. München: C. H. Beck, 2004.

______. Kant: crítica da razão pura: os fundamentos da filosofia moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2013.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Textos pré-críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

______. Textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Investigação sobre a clareza dos princípios da teologia e da moral. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda, 2007.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe. Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis atque inteligibilis forma et principio. Akademie-Ausgabe. Trad. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad., apres. e notas de L. R. dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

NOVELLI, Pedro Geraldo Aparecido. In: Rev. Simbio-Logias. V.1, n.1, mai/2008.

PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.

MILL, John Stuart. Utilitarismo. Trad. Alexandre Braga Massela. São Paulo: Iluminuras, 2020.


REFLEXÃO MATINAL CXL: SOBRE O SENTIDO DA VIDA (X)

    R ecentemente tive acesso ao pensamento desse autor: Rudolf Christph Eucken, estou lendo esses dois livro citados dele. Seu p ensamento ...