quinta-feira, 24 de setembro de 2026

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CXXV: "O ESTOICISMO NÃO É O QUE VOCÊ PENSA": REFLEXÃO SOBRE A “CULTURA DA AUTOAJUDA MODERNA” (II)

Em desenvolvimento...

E, hoje programando a leitura de um novo livro de Jonh Sellars.

Enquanto isso, aproveitando a pausa, reli alguns trechos de outra obra do mesmo John Sellars sobre o Estoicismo como este deve ser e que, como ele mesmo diz, põe “[...]em xeque tal visão ou, quando menos, pôr-lhe ressalvas. O estoicismo não o fará feliz — ao menos não no sentido que a palavra “felicidade” costuma ter quando usada na cultura da autoajuda moderna.  está bibliografia.

Para começar, portanto, segundo Sellars, a partir de Epictetus, por exemplo, descreve a filosofia da seguinte maneira: 

A filosofia não promete obter qualquer coisa exterior para o homem, pois se o fizesse ela estaria admitindo algo que se encontra fora de seu material apropriado (hules). Pois assim como a madeira é o material (hule) do carpinteiro, e o bronze o do estatuário, também a própria vida de cada indivíduo (ho bios autou hekastou) é o material da arte de viver (tes peri bion technes). (EPICTETUS, Discursos 1.15.2, apud SELLARS, 2003, p. 56)

Então, em meio a tanta confusão, momentos de profunda tristeza, donde sempre nos recuperamos e nos colocamos a pensar no hábito a que tantos se deixam seduzir (eu mesmo me deixei levar noutro tempo): do pessimismo, por um lado e do extremo esforço em "mudar o mundo" por outro lado.

Ora, sendo totalmente outra a empreitada a qual me dedico há algum tempo, é fundamental esquecer pessimismos e o desejo de mudar o que nos é externo, que está fora do nosso alcance. Como tenho postado aqui, e prático: "medito andando" e decidi, há alguns anos, aprofundar sistematicamente uma intensa busca por "eustatheia" (tranquilidade) e "euthymia" (crença em si). É projeto em andamento “há séculos” que às vezes por descuido, foi interrompido. Mas, retomando sigo o conselho sugerido pelos estoicos; mais especificamente Sêneca, Epictetus e Marco Aurélio; entre os que vou acrescentando à medida que sigo nos estudos sobre o tema! Acrescentados, na verdade a uma filosofia de vida já adotada adolescência e desenvolvida dia a dia.

E, como sempre, enquanto faço mais uma das necessárias pausas no texto principal, vou terminando a releitura de alguns capítulos desse excelente livro de John Sellaers: “The art of living: the stoics on the nature and function of philosophy”. 

No que acrescento aqui, hoje, como “reflexão matinal”, à maneira dos estoicos, tomo como ponto de partida, um trecho de outro texto de John Sellars  (SELLARS, 2016). A este, acrescento um comentário feito há algum tempo e uma série de sugestões de leituras das que tenho feito e indicado aqui. 

"Muitos dos que estão interessados ou se têm envolvido no renascimento do estoicismo dirão que ele pode ajudar-nos a ter uma vida melhor e mais feliz. À primeira vista, é possível que isso nos leve a considerar a ressurgência do interesse pelo estoicismo como parte da “indústria da felicidade”. Aos insatisfeitos, desiludidos e deprimidos que procuraram em vão algo para alegrá-los, talvez o estoicismo seja a próxima coisa a ser tentada para ajudá-los a superar a tristeza e a recuperar a joie de vivre. Se falarmos do estoicismo como forma de terapia ou como dotado de elementos terapêuticos, decerto tal impressão pode ser transmitida: o estoicismo oferece uma terapia, mas uma terapia para tratar o quê? Parece natural supor que a resposta seja: “uma terapia para tratar a infelicidade”. Com efeito, os estoicos antigos visavam à eudaimonía, o que normalmente se traduz por “felicidade”.

O que desejo é pôr em xeque tal visão ou, quando menos, pôr-lhe ressalvas. O estoicismo não o fará feliz — ao menos não no sentido que a palavra “felicidade” costuma ter quando usada na cultura da autoajuda moderna. Não se trata de pensar de uma dada maneira a fim de garantir dentro de si um sentimento cálido, vago.”

A isso também acrescento, um outro texto que reli ontem à noite:

GOARZIN, Maël L’ascèse des stoïciens: un mode de vie austère?  Disponível em: https://www.google.com/url?q=https://stoagallica.fr/lascese-des-stoiciens-un-mode-de-vie-austere/&source=gmail&ust=1658658830031000&usg=AOvVaw3ZS1VvMSQ0TZxsC3cf7Eqo. Acesso em: 24 de setembro de 2026.

“Um dos principais preconceitos sobre o sábio estóico é seu extremo ascetismo, sua recusa de todo prazer e, em geral, sua austeridade. Sim, o estoicismo requer ascetismo. Mas que tipo de ascetismo? E o ascetismo estóico é o objetivo do modo de vida filosófico ou é o meio preferido pelos estóicos para atingir esse objetivo, a saber, uma vida boa e virtuosa, que traz alegria e felicidade na vida cotidiana, em todas as circunstâncias da vida e quaisquer que sejam? nessas circunstâncias (seja pobreza, morte de um ente querido, perda de propriedade, exílio ou mesmo sofrimento físico)?

Não surpreende que tal meta exija um esforço, que se encontra na própria etimologia do termo ascetismo: askesis, em grego, é exercício, prática ou treino. O ascetismo é, portanto, uma preparação, que exige certo esforço. Ser estóico não é fácil. Mas o que é esse ascetismo estóico e até que ponto ele impede o estóico de saborear os prazeres da vida cotidiana? Até onde vai essa ascese, e que prazer ou que alegria a ascese estóica nos permite experimentar?” 

______.

John Sellars é pesquisador no Departamento de Filosofia do King’s College de Londres e autor de obras como The art of living (2003) e Stoicism (2006), além de diversos artigos sobre filosofia antiga e renascentista. Mantém o Site oficial voltado para um público não exclusivamente acadêmico https://www.johnsellars.org.uk/

2. Sobre o novo livro: 

"Uma abordagem instigante sobre os mitos e equívocos comuns a respeito de um dos movimentos filosóficos mais populares: o estoicismo.

O estoicismo é uma das tradições mais populares — e incompreendidas — do mundo. Todos sabemos o que significa ser "estoico": ter uma postura rígida, esconder ou suprimir as emoções, ser indiferente ao mundo exterior. Mas existe diferença entre ser "estoico" e ser "estoico"? Será que se trata realmente de não sentir nada? Os estoicos são apenas otimistas ingênuos? E o estoicismo é mesmo só para homens?

"O estoicismo não é o que você pensa" oferece uma correção revigorante. Aqui, o filósofo John Sellars desmistifica todos os principais mitos e equívocos atribuídos ao estoicismo por críticos — e, às vezes, também por admiradores — e os refuta definitivamente. O estoicismo, ele demonstra, pode ser acolhedor e inclusivo. Pode ajudar a todos em momentos difíceis, independentemente de quem sejam. Pode até ser político.

Com exemplos vívidos e interpretações inovadoras dos estoicos antigos, de Zenão a Marco Aurélio, Sellars demonstra por que o estoicismo não só é perenemente relevante, como também essencial para lidar com as complexidades da vida moderna."

...

"A thought-provoking take on the common myths and misconceptions about one of the most popular philosophical movements, Stoicism

Stoicism is one of the world’s most popular – and misunderstood – traditions. We all know what it means to be ‘stoical’: to have a stiff upper lip, to hide or suppress one’s emotions, to be indifferent to the outside world. But is there a difference between being 'stoic' and being a 'Stoic'? Is it actually about feeling nothing? Are Stoics just naïve optimists? And is Stoicism really only for men?

Stoicism is not what you think offers an invigorating corrective. Here philosopher John Sellars debunks all the major myths and misconceptions foisted on Stoicism by critics – and sometimes admirers too – and firmly puts them to rest. Stoicism, he shows, can be warm and inclusive. It can help everyone in times of trouble, no matter who they are. It can even be political.

With vivid examples and fresh interpretations of ancient Stoics, from Zeno to Marcus Aurelius, Sellars shows why Stoicism is not only perennially relevant, but essential for navigating the complexities of modern life."

______.

ARRIANO FLÁVIO. As Diatribes de Epicteto. Livro I. Tradução, introdução e comentário Aldo Dinucci. Universidade Federal de Sergipe. Série Autores Gregos e Latinos Coimbra, Imprensa da universidade de Coimbra, 2020.

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

DINUCCI, A. Fragmentos menores de Caio Musônio Rufo; Gaius Musonius Rufus Fragmenta Minora. In: Trans/Form/Ação. vol.35 n.3 Marília, 2012.

______. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed. São Cristóvão: EdiUFS, 2012.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

______. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

______. A filosofia como maneira de viver: entrevistas de Jeannie Carlier e Arnold I. Davidson. (Trad. Lara Christina de Malimpensa). São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Exercícios espirituais e filosofia antiga. Trad. Flávio Fontenelle Loque, Loraine Oliveira. São Paulo: É Realizações, Coleção Filosofia Atual, 2014.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

______. Silêncio: o poder da quietude em um mundo barulhento. Rio de Janeiro, RJ: Harper Collins, 2018.

HUIZINGA, Johan. Nas sombras do amanhã: um diagnóstico da enfermidade espiritual de nosso tempo . - Trad. Sérgio Marinho, Goiânia-GO: Editora Caminhos, 2017.

INWOOD, Brad. Reading Seneca: stoic philosophy at Rome. Oxford, Reino Unido: Clarendon Press, 2005.

IRVINE, William B. A Guide to the Good Life: the ancient art of Stoic joy. New York: Oxford University Press, 2009.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. ( Q. 614-618 "caracteres da lei natural"; Q. 893-912 "vícios e virtudes")

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

ROBERTSON, Donald. The Philosophy of Cognitive Behavioural Therapy (CBT): stoic philosophy as rational and Cognitive Psychotherapy. Londres  :Karnac Books, 2010.

______. Pense como um imperador. Trad. Maya Guimarães. Porto Alegre: Citadel Editora, 2020.

______. How to think Like a roman emperor: the stoic philosophy of Marcus Aurelius. New York: St. Martin's Press, 2019.

SÊNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

____. Sobre a clemência. Introdução, tradução e notas de Ingeborg Braren. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

____. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. Tradução, introdução e notas de José Eduardo S. Lohner. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2014.

____. Moral Essays. Tradução de John W. Basore. Cambridge, EUA: Harvard University Press, 1985.  https://www.loebclassics.com/.

______. Sobre a brevidade da vida. Porto Alegre, RS: L&PM, 2007.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

SELLARS, J. The Art of Living: The Stoics on the Nature and Function of philosophy. Burlington: Ashgate, 2003.

______. Stoicism is not what you think. Londres: Pelican Books, 2026.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CXXIV: AINDA ESTUDANDO O SIGNIFICADO DE ANSIEDADE NA OBRA DE ROLLO MAY

 

 

Pausa para revisitar uma tema e acrescentar mais leitura:

Há muito tempo e cada vez mais estou convencido de que "mudar o mundo" é sempre o  projeto mais fácil e de que o mais importante não é isso. Pelo contrário: conhecimento de si, a paz interior e elevação moral é sim o essencial! De nada serve projetar-se no mundo, perder-se em meio a busca de acessórios, vãos, e desprezar o essencial. Praticar abnegação, enfrentar minhas batalhas interiores definem mesmo o meu projeto de vida e não há corrupção externa que me incomode a ponto de desviar-me do foco (Marquinhos, primavera de 2026) 

Percebe-se, infelizmente, que “[...] perdeu-se o significado profundo de autenticidade. Assim, muita gente acha quase impossível, em nosso tempo, compreender que Sócrates, no preceito ‘conhece-te a ti mesmo’, insistia no mais difícil de todos os desafios. E julga também quase impossível compreender a que Kierkegaard se referia ao proclamar: ‘Aventurar-se, no sentido mais elevado, é precisamente tomar consciência de si mesmo...’ ” (MAY, 1990. p. 47)

Pensando ainda,

"Não é verdade que o homem, propriamente e originalmente, aspira a ser feliz? Não foi o próprio Kant quem reconheceu tal fato, apenas acrescentando que o homem deve desejar ser digno da felicidade? Diria eu que o homem realmente quer, em derradeira instância, não é a felicidade em si mesma, mas, antes, um motivo para ser feliz" (Frankl).

...

Na verdade, o homem [...] só é completamente ele mesmo quando fica absorvido pela dedicação a uma tarefa, quando se esquece de si mesmo no serviço a uma causa, ou no amor a uma outra pessoa. É como o olho, que só pode cumprir sua função de ver o mundo enquanto não vê a si próprio" (Frankl)

e, Agostinho, nesse sentido propõe um "balancete"...

"O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso individual. Mas, direis, como há de alguém julgar-se a si mesmo? Não está aí a ilusão do amor-próprio para atenuar as faltas e torná-las desculpáveis? O avarento se considera apenas econômico e previdente; o orgulhoso julga que em si só há dignidade. Isto é muito real, mas tendes um meio de verificação que não pode iludir-vos. Quando estiverdes indecisos sobre o valor de uma de vossas ações, inquiri como a qualificaríeis, se praticada por outra pessoa. Se a censurais noutrem, não a podereis ter por legítima quando fordes o seu autor, pois que Deus não usa de duas medidas na aplicação de Sua justiça. Procurai também saber o que dela pensam os vossos semelhantes e não desprezeis a opinião dos vossos inimigos, porquanto esses nenhum interesse têm em mascarar a verdade, e Deus muitas vezes os coloca ao vosso lado como um espelho, a fim de que sejais advertidos com mais franqueza do que o faria um amigo. Perscrute, conseguintemente, a sua consciência aquele que se sinta possuído do desejo sério de melhorar-se, a fim de extirpar de si os maus pendores, como do seu jardim arranca as ervas daninhas. Faça o balanço de seu dia moral, como o comerciante faz o de suas perdas e seus lucros; e eu vos asseguro que a primeira operação será mais proveitosa do que a segunda. Se puder dizer que foi bom o seu dia, poderá dormir em paz e aguardar sem receio o despertar na outra vida". (Santo Agostinho).

Porquanto,

Comecei a manhã, com os “exercícios” de sempre, pensando e refletindo sobre a ideia de “Bem supremo”.

Entendo o Bem supremo como a “Lei natural”:

A isso cheguei, após ter relido, mais uma vez estudando algumas questões no LE, entre elas, principalmente as 614-621, 919 e a 964, e outros autores e obras de certa forma trataram semelhante ou diversamente as questões conforme: https://marcosfilosofiamoderna.blogspot.com/2023/03/reflexao-vespertina-clii-forca-da-razao.html (desenvolvendo).

Ademais:

É necessário que o Espírito se adapte à Lei; que siga a Lei, que obedeça a Lei. E, o que quer que aconteça, é necessário que se pense que era mesmo para acontecer; e que jamais se revolte, “e que se siga a Divindade, da qual todas as coisas provêm.”

“[...] segui o exemplo de Cícero:

'Conduz-me, ó Pai Excelso e Senhor do Mundo, Para onde quer que queiras, nenhum obstáculo me impedirá de seguir-te. Diligente, estarei junto a ti. E caso eu não queira fazer o que é possível ao intrépido, ainda assim seguir-te-ei gemendo e infeliz. O Destino conduz quem lhe obedece e arrasta a quem lhe opõe resistência.'

Que vivamos assim, que falemos assim; que o destino nos encontre prontos e diligentes. Eis o espírito elevado que confiou a si mesmo ao destino. E, em oposição a ele, o fraco e degenerado, que luta contra e julga mal a ordem do mundo, e prefere corrigir os Deuses do que a si mesmo.”

Sapere Aude!

(Carta CVII, de Sêneca a Lucílio. Tradução do original em latim: Professor Aldo Dinucci. In: PROMETEUS - VIVAVOX – Filosofia em revista. Ano 4 - no.3 fevereiro/2008). 

Acrescentando hoje, 22 de setembro de 2026:

1. Artigo: "Revisitando a ansiedade na obra de Rollo May: diálogos com a fenomenologia clínica".

Resumo: "Na contemporaneidade, as discussões sobre ansiedade a distanciam de sua conotação existencial, ressaltando seu caráter mórbido como sintoma ou transtorno mental. Rollo May, psicólogo americano, em meados do século XX apontou para a necessidade de ampliar esta visão ao propor uma psicoterapia existencial. Neste artigo, realizamos pesquisa teórica com objetivo de investigar a ansiedade nos escritos do referido autor, no diálogo com uma fenomenologia clínica da ambiguidade. Para a fenomenologia clínica, a ansiedade é parte de uma disposição afetiva fundamental que se encontra na base da existência e sua expressão patológica revela o prejuízo no contato intersubjetivo sujeito/mundo. Rollo May se aproxima dessa visão ao relacionar a ansiedade com a liberdade e o devir, mas distancia-se da fenomenologia clínica ao retratar a subjetividade encapsulada."

2. Link:  https://periodicos.pucminas.br/psicologiaemrevista/article/view/22080/19962

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

BORGES, Maria. Borges. Razão e emoção em Kant. Pelotas, RS: Editora e Gráfica Universitária, 2012.

CÍCERO. On ends (The Finibus). Tradução de H. Rackham. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1914.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

ESTOBEU. Florilegium. v. I e II. Ed. Augustus Meineke. Lipsiae: Taubner, 1855.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização e outros textos. São Paulo: Companhia das Letras. Vol. 18. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

FUCHS, Thomas. O cérebro: um órgão relacional.  Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2025. 

GADAMER, Hans-Georg. O mistério da saúde: o cuidado da saúde e a arte da medicina. Lisboa: Edições 70, 1993. 165p.

______. Über die Verborgenheit der Gesundheit. (O mistério da saúde). In: Erfahrungsheikunde, Acta medica empirica: Zeitschrift für sie ärztliche Praxis, vol. 40, nº 11, 1991, 804-808.

______. O caráter oculto da saúde. Petrópolis: Editora Vozes; 2006. In: FRAGELLI, Thaís Branquinho Oliveira. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(10):2517-2522, out, 2007.

HEIDEGGER, M. Sein und Zeit. Tübingen: M. Niemeyer, 1986.

______. Ser e Tempo. Trad. Fausto Castilho. Campinas - SP: Ed. Unicamp, 2012

______. Que é metafisica? Trad. Ernildo Stein. São Paulo: Abril Cultural, 1989. (Os Pensadores).

______. Kant y el Problema de la Metafísica. 3. ed. México: Fondo de Cultura Econômica, 1996.

______. Kant e o problema da metafísica. Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2020.

______. A questão da técnica. Scientiæ & Studia. São Paulo, v. 5, n. 3, p. 375-98, 2007.

______. Seminários de Zolikon. São Paulo: EDUC; Petrópolis: Vozes, 2001.

______. Conceitos fundamentais de metafísica: mundo, finitude e solidão. Rio de Janeiro, RJ: Forense Universitária, 2003.

INWOOD, Brad. The Cambridge companion to the stoics.   Cambridge University Press, 2010.

JONAS, Hans. O princípio vida: fundamentos para uma biologia filosófica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

______. Técnica, medicina e ética: sobre a prática do princípio responsabilidade. São Paulo: Paulus, 2013. (Ethos).

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Lições de Metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis: Vozes/São Francisco, 2021.

______. Eine vorlesung Kants über ethik. [PHILOSOPHIA PRACTICA UNIVERSALIS; ETHICA.] MENZER, Paul. Im: Auftrage der Kantgesellschaft. Pan Verlag. R. Heise, 1924.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Trad. Guillon Ribeiro, Brasília, DF: Feb, 2013. (“As virtudes e os vícios” - Q. 893-912; 907-912: "paixões"; e 920-933: "felicidade"). “Da lei do progresso” (Cap. VII. Q. 776-802)

KIERKEGAARD, Søren A. As obras do amor: algumas considerações cristãs em forma de discursos. Apresentação e tradução, Álvaro Luiz Montenegro Valls; revisão da tradução, Else Hagelund. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. Œuvres Complètes. Tome XX. Index Terminologique. Principaux concepts de Kierkegaard par Gregor Malantschuk. Traduit du danois, adapté e complété par Else-marie Jacquet-Tisseau. Paris, Éditions de L’orante, 1986.

______. O conceito de angústia: uma simples reflexão psicológico-demonstrativa direcionada ao problema dogmático do pecado hereditário de Virgilius Haufniensis. Tradução e Posfácio Álvaro Luiz Montenegro Valls. 3. edição, Petrópolis, Vozes, 2015. (Vozes de bolso)

LONG, A. Arius Didymus and the exposition of stoic ethics. In:FORTENBAUGH, W. W. (Ed.). On stoic and Peripatetic ethics: the work of Arius Didymus. London: Transaction, 1983. p. 190-201.

MAY, Rollo. O significado de ansiedade: as causas da integração e desintegração da personalidade. Rio de Janeiro, RJ: Zahar Editores, 1980.

______. R., Angel, E., & Ellenberger, H. (Orgs.). Existencia: nueva dimension em psiquiatría y psicología. Madrid, Editorial Gredos, 1977.

______. (Org.). Psicologia existencial. Rio de Janeiro: Globo, 1980.

______. A descoberta do ser. São Paulo: Rocco, 1988.

______. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

______. Psicologia do dilema humano. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

MEINEKE, A. Zu Stobaeus. In: Zeitschrift für Gymnasialwesen, v. 13, p. 363-365, 1859.

NUMBERS, Ronald L. Galileo goes to jail: and other myths about science and religion. Harvard University Press, 2009

ORTEGA Y GASSET, José. Rebeião das massas. ‎ Campinas, SP: Vide Editorial, 2015.

______. O homem e os outros. Campinas, SP: Vide Editorial, 2017.

______. Meditações de Dom Quixote. Campinas, SP: Vide Editoria, 2019.

______. Lições de Metafísica. Campinas, SP: Vide Editorial, 2019.

______. Leituras da técnica. IL. Instituto Liberal, 1983.

PLATÃO. Laches. Protagoras. Meno. Euthydemus. Tradução de W. R. M. Lamb. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1924.

______. As Leis e Epinomis. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2010.

________. Banquete, Fédon, Sofista e Político. Trad. José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Abril Cultural, 1972.

________. Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 1973

________. Fedro, Cartas e Primeiro Alcibíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: ed. da Universidade Federal do Pará, 1975.

________. Fedro, Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2008.

________. Górgias, Eutidemo, Hípias Maior e Hípias Menor. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2007.

________. Mênon. Trad. Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO; São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

________. República de Platão. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

________. Teeteto. Trad. Adriana Manuela Nogueira e Marcelo Boeri. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

________. Timeu. Trad. Maria José Figueredo. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.

PINSENT, Andrew. Link: https://www.youtube.com/watch?v=-39OweTCOLo&feature=c4-overview&list=UUBFbFwJHAdu6PAitK1_3gTw

QUEIRÓS, Eça de. As cidades e as serras. Porto Alegre-RS: L&PM, 1998.

RAMELLI, Ilaria. Hierocles the stoic: elements of ethics, fragments, and excerpts. Society of Biblical Literature, 2009. 

SÊNECA. Cartas 1-66. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.

______. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

______. Cartas 66-92. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.

TORRES, José Carlos Brum (Org.). Manual de ética: questões de ética teórica e aplicada. Petrópolis, RJ: Vozes; Caxias do sul: Universidade de Caxias do Sul: BNDES, 2014.

TORREY, E. Fuller; MILLER, Judy. Invisible plague: the rise of mental illness from 1750 to the presente. Rutgers University Press, 2007.

TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 5. ed. revista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.

domingo, 20 de setembro de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXLIII : "KANT E O PROBLEMA DA METAFÍSICA" E "A QUESTÃO DA TÉCNICA"

 


 
 
Acostumado a ler Karl Jaspers, desde seu “Introdução ao pensamento filosófico”, e, sempre como existencialista, ou como grande autor dos 2 volumes de “Algemeine Psichopalogie” a que tive acesso, inicialmente em português, e sempre os consulto, sobre estes temas com qual sempre estou envolvido e estudando. 

Digressão...

E, hoje retomo um estudo iniciado há muito tempo e interrompido: Kant e a questão da metafísica. Para isso, acrescentando releitura de Obras de Heidegger e Cassirer.

“Uma das obras mais célebres do pensamento heideggeriano e um dos diálogos mais intensos entre dois pensadores, a obra 'Kant e o problema da metafísica', tão famosa pela suposta violência interpretava de Heidegger, revela toda a envergadura da apropriação heideggeriana do pensador que, para o autor, foi o primeiro a considerar a finitude da razão humana e a instituir por meio daí um espaço privilegiado para o problema do tempo. Leitura indispensável para quem procura encontrar a gênese da filosofia de nosso tempo e enfrentar os dilemas de um ente que se descobre repentinamente em meio ao seu destino histórico e epocal.” HEIDEGGER, Martin. Kant e o problema da metafísica. Trad, Alexandre Franco de Sá, Marco Antonio Casanova. Rio de Jneito, RJ: Via Verita, 2019.

1. Tradução: André Rodrigues Ferreira Perez de Davoser.

"Disputa de Davos entre Ernst Cassirer e Martin Heidegger":

Link: https://revistas.usp.br/filosofiaalema/pt_BR/article/view/123440/130043

2. Tradução: Adriano R. Mergulhão. 

CASSIRER, E. Kant e o problema da metafísica. Comentário sobre a interpretação de Kant de Martin Heidegger. Disponível em: Kant e-Prints, Campinas, série 2, v. 16, n. 2, pp. 334-362, maio-ago. 2021. Acesso em: 20 de setembro de 2026.

Link: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/kant/article/view/8672308/31150

3. Tradução: Marco A. Werle.

HEIDEGGER, M. A questão da técnica. Disponível em: Scientiæ & Studia, São Paulo, v. 5, n. 3, p. 375-98, 2007. Acesso em: 20 de setembro de 2026.

Link: https://www.scielo.br/j/ss/a/QQFQSqx77FqjnxbGrNBHDhD/?format=pdf&lang=pt&ilang=pt_BR

4. As questões fundamentais da filosofia. 

"Publicado originalmente na Alemanha em 1984, esta é a primeira tradução brasileira do curso que Heidegger ministrou na Universidade de Freiburg em 1937- 1938. A tarefa de Heidegger nesta obra é recolocar a questão da essência da verdade não como um problema ou um tema de lógica , mas como uma questão filosófica genuína, uma das questões básicas da filosofia. Este curso é sobre a essência da verdade e a essência da filosofia. Além disso, estas aulas foram dadas em um momento que Heidegger estava escrevendo sua segunda obra-prima, Contribuições à filosofia, e fornecem a melhor introdução para este texto complexo e crucial."

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

BORGES, Maria. Borges. Razão e emoção em Kant. Pelotas, RS: Editora e Gráfica Universitária, 2012.

CASSIRER, Ernst. Kant, vida y doctrina. México: FCE, 2003.

______. Ciências da cultura. Rio de Janeiro, RJ: Contraponto, 2024.

CÍCERO. On ends (The Finibus). Tradução de H. Rackham. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1914.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

ESTOBEU. Florilegium. v. I e II. Ed. Augustus Meineke. Lipsiae: Taubner, 1855.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização e outros textos. São Paulo: Companhia das Letras. Vol. 18. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

FUCHS, Thomas. O cérebro: um órgão relacional.  Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2025. 

GADAMER, Hans-Georg. O mistério da saúde: o cuidado da saúde e a arte da medicina. Lisboa: Edições 70, 1993. 165p.

______. Über die Verborgenheit der Gesundheit. (O mistério da saúde). In: Erfahrungsheikunde, Acta medica empirica: Zeitschrift für sie ärztliche Praxis, vol. 40, nº 11, 1991, 804-808.

______. O caráter oculto da saúde. Petrópolis: Editora Vozes; 2006. In: FRAGELLI, Thaís Branquinho Oliveira. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(10):2517-2522, out, 2007.

HEIDEGGER, M. Sein und Zeit. Tübingen: M. Niemeyer, 1986.

______. Ser e Tempo. Trad. Fausto Castilho. Campinas - SP: Ed. Unicamp, 2012.

______. As questões fundamentais da filosofia. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2025.

______. Que é metafisica? Trad. Ernildo Stein. São Paulo: Abril Cultural, 1989. (Os Pensadores).

______. Kant y el Problema de la Metafísica. 3. ed. México: Fondo de Cultura Econômica, 1996.

______. Kant e o problema da metafísica. Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2020.

______. A questão da técnica. Scientiæ & Studia. São Paulo, v. 5, n. 3, p. 375-98, 2007.

______. Seminários de Zolikon. São Paulo: EDUC; Petrópolis: Vozes, 2001.

______. Conceitos fundamentais de metafísica: mundo, finitude e solidão. Rio de Janeiro, RJ: Forense Universitária, 2003.

INWOOD, Brad. The Cambridge companion to the stoics.   Cambridge University Press, 2010.

JONAS, Hans. O princípio vida: fundamentos para uma biologia filosófica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

______. "Técnica, medicina e ética: sobre a prática do princípio responsabilidade". São Paulo: Paulus, 2013. (Ethos).

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Eine vorlesung Kants über ethik. [PHILOSOPHIA PRACTICA UNIVERSALIS; ETHICA.] MENZER, Paul. Im: Auftrage der Kantgesellschaft. Pan Verlag. R. Heise, 1924.

______. Lições de Metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis: Vozes/São Francisco, 2021.

______. Princípios metafísicos da ciência da natureza. Tradução Alexandre Hahn, Erick Lima, Joãozinho Beckenkamp, Robinson dos Santos. Edição, introdução e notas Patrícia Kauark-Leite. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2016.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Die Religion Innerhalb Der Grenzen Der Bloße Vernunft. Walter de Gruyter, 2010. (Editado por Ottfried Höffe)

______. Die Religion innerhalb der Grenzen der bloßen Vernunft. W. de Gruyter, 1968.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______. Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KANTERIAN, Edward.  God and metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Trad. Guillon Ribeiro, Brasília, DF: Feb, 2013. (“As virtudes e os vícios” - Q. 893-912; 907-912: "paixões"; e 920-933: "felicidade"). “Da lei do progresso” (Cap. VII. Q. 776-802)

KIERKEGAARD, Søren A. As obras do amor: algumas considerações cristãs em forma de discursos. Apresentação e tradução, Álvaro Luiz Montenegro Valls; revisão da tradução, Else Hagelund. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. Œuvres Complètes. Tome XX. Index Terminologique. Principaux concepts de Kierkegaard par Gregor Malantschuk. Traduit du danois, adapté e complété par Else-marie Jacquet-Tisseau. Paris, Éditions de L’orante, 1986.

______. O conceito de angústia: uma simples reflexão psicológico-demonstrativa direcionada ao problema dogmático do pecado hereditário de Virgilius Haufniensis. Tradução e Posfácio Álvaro Luiz Montenegro Valls. 3. edição, Petrópolis, Vozes, 2015. (Vozes de bolso)

LONG, A. Arius Didymus and the exposition of stoic ethics. In:FORTENBAUGH, W. W. (Ed.). On stoic and Peripatetic ethics: the work of Arius Didymus. London: Transaction, 1983. p. 190-201.

MAY, R. (Org.). Psicologia existencial. Rio de Janeiro: Globo, 1980.

______. A descoberta do ser. São Paulo: Rocco, 1988.

______. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

______. Psicologia do dilema humano. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

MEINEKE, A. Zu Stobaeus. In: Zeitschrift für Gymnasialwesen, v. 13, p. 363-365, 1859.

NUMBERS, Ronald L. Galileo Goes to Jail: and other myths about science and religion. Harvard University Press, 2009

ORTEGA Y GASSET, José. Rebeião das massas. ‎ Campinas, SP: Vide Editorial, 2015.

______. O homem e os outros. Campinas, SP: Vide Editorial, 2017.

______. Meditações de Dom Quixote. Campinas, SP: Vide Editoria, 2019.

______. Lições de Metafísica. Campinas, SP: Vide Editorial, 2019.

______. Leituras da técnica. IL. Instituto Liberal, 1983.

PLATÃO. Laches. Protagoras. Meno. Euthydemus. Tradução de W. R. M. Lamb. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1924.

______. As Leis e Epinomis. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2010.

________. Banquete, Fédon, Sofista e Político. Trad. José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Abril Cultural, 1972.

________. Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 1973

________. Fedro, Cartas e Primeiro Alcibíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: ed. da Universidade Federal do Pará, 1975.

________. Fedro, Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2008.

________. Górgias, Eutidemo, Hípias Maior e Hípias Menor. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2007.

________. Mênon. Trad. Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO; São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

________. República de Platão. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

________. Teeteto. Trad. Adriana Manuela Nogueira e Marcelo Boeri. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

________. Timeu. Trad. Maria José Figueredo. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.

PINSENT, Andrew. Link: https://www.youtube.com/watch?v=-39OweTCOLo&feature=c4-overview&list=UUBFbFwJHAdu6PAitK1_3gTw

TORREY, E. Fuller; MILLER, Judy. Invisible plague: the rise of mental illness from 1750 to the presente. Rutgers University Press, 2007.QUEIRÓS, EÇA. Civilização e Outros Contos. São Paulo. Ed. Moderna, 2004.

______. As cidades e as serras. Porto Alegre-RS: L&PM, 1998.

RAMELLI, Ilaria. Hierocles the stoic: elements of ethics, fragments, and excerpts. Society of Biblical Literature, 2009. 

SÊNECA. Cartas 1-66. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.
______. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

______. Cartas 66-92. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.

TORRES, José Carlos Brum (Org.). Manual de ética: questões de ética teórica e aplicada. Petrópolis, RJ: Vozes; Caxias do sul: Universidade de Caxias do Sul: BNDES, 2014.

TORREY, E. Fuller; MILLER, Judy. Invisible plague: the rise of mental illness from 1750 to the presente. Rutgers University Press, 2007.

TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 5. ed. revista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.


sábado, 19 de setembro de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXLII: AINDA SOBRE SAÚDE E FILOSOFIA - "O MISTÉRIO DA SAÚDE" - DIGRESSÕES (II)

  
Estudando o tema...

“Viver de acordo com a natureza corresponde a viver de acordo com o melhor de nossa natureza humana, que é o divino dentro de nós que nos inspira a viver vidas excelentes (virtuosas)”. (RUFUS)

Enquanto reflito sobre "Körper" (corpo físico e observável) e "Leib" (corpo vivido), durante a aula da Profa. Débora Guimarães:

1. FUCHS, Thomas. O cérebro: um órgão relacional.  Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2025. 

"Em O Cérebro: um órgão relacional, Thomas Fuchs desafia a visão tradicional de que o cérebro é apenas um processador de informações, como propõe a neurociência positivista. Ao invés disso, Fuchs propõe uma abordagem revolucionária que inscreve o cérebro no mundo, enfatizando sua inseparabilidade das experiências corporais e das interações com o ambiente. A partir da tradição filosófica de Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty, o autor revela como o cérebro é, na verdade, um órgão de mediação, fundamental para as relações do organismo com o meio ambiente e com os outros seres humanos. Este livro não se limita a uma discussão teórica, mas explora os impactos dessa nova concepção em diversos campos, desde a natureza das nossas experiências até as possibilidades de tratamento de transtornos existenciais. A obra, traduzida e atualizada a partir da 5ª edição alemã, foi recebida como uma revolução no estudo das ciências cerebrais e continua a provocar reflexão sobre o papel do cérebro na formação do ser humano que sente, pensa e age."

2. FUCHS, Thomas. Para uma psiquiatria fenomenológica.  2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2025. 

"Para uma psiquiatria fenomenológica, de Thomas Fuchs, reúne ensaios e conferências que propõem uma compreensão ampliada do sofrimento psíquico a partir do diálogo entre filosofia e clínica. Superando o reducionismo biológico, a obra apresenta uma abordagem sistêmico-ecológica, na qual os transtornos mentais são compreendidos como perturbações da pessoa corporificada em sua relação com o mundo e com os outros. Um livro fundamental para quem busca uma psiquiatria voltada ao cuidado do ser humano em sua totalidade." 

...

3. A obra que me fez pensar hoje foi "Civilização", de onde retirei uma ideia para a reflexão: "Máximo de tédio no máximo de civilização", de um conto escrito por Eça de Queirós: “Civilização”; publicado em 1892, no Jornal de Notícias do Rio de Janeiro. O texto deu o mote para que, mais tarde, Eça de Queirós escrevesse seu romance “As cidades e as serras” (1901), obra em que retoma a ideia inicial que deu origem ao texto publicado naquele jornal.

Tanto no conto quanto no romance Eça de Queirós contrapõe o estilo de vida da “modernidade”, da "civilização" ao modo de vida no campo (nas serras). Mostra o homem “moderno” com as suas facilidades propiciadas pelo avanço das tecnologias e, por outro lado, a dificuldade que esse mesmo homem encontra em lidar com a solidão e com o vazio existencial: “o tédio moderno”.

“Na Terra tudo vive - e só o homem sente a dor e a desilusão da vida. E tanto mais as sente, quanto mais alarga e acumula a obra dessa inteligência que o torna homem, e que o separa da restante Natureza, impensante e inerte. É no máximo de civilização que ele experimenta o máximo de tédio. A sapiência, portanto, está em recuar até esse honesto mínimo de civilização, que consiste em ter um teto de colmo, uma leira de terra e o grão para nela semear.

Em resumo, para reaver a felicidade, é necessário regressar ao Paraíso - e ficar lá, quieto, na sua folha de vinha, inteiramente desguarnecido de civilização, contemplando o anho aos saltos entre o tomilho, e sem procurar, nem com o desejo, a árvore funesta da Ciência! Dixit!" (Eça de Queirós. In: 'Civilização')

Importante, no entanto, seguir em busca da Serenidade, do mínimo bom-senso. Ainda que esse tal “tédio” apareça a nos desafiar, prossigamos sem criar necessidades artificiais ou dar ensejo a uma "segunda natureza" dependente de fatores externos.

PS: E, hoje, 19 de setembro de 2026 (Relendo), voltei a este pequeno texto que escrevi em 2018, para acrescentar algumas das últimas leituras da obra de Ortega y Gassset (lidas entre 2015 e 2020) que tocam em grande medida, o que estive pensando à época e atualmente sobre o "tédio", "angústia". Como dito acima, acrescentando as reflexões da Professora Débora a partir da obra de Thomas Fuchs. 

E, também acrescentei outras obras, de Heidegger em que trata do tédio, da questão da técnica, da finitude, numa outra abordagem. Mas, destas leituras procuro extrair mais reflexões sobre este tema.

 Todos, são textos aos quais voltarei, com certeza, mais de uma vez ainda...

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

BORGES, Maria. Borges. Razão e emoção em Kant. Pelotas, RS: Editora e Gráfica Universitária, 2012.

CÍCERO. On ends (The Finibus). Tradução de H. Rackham. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1914.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

ESTOBEU. Florilegium. v. I e II. Ed. Augustus Meineke. Lipsiae: Taubner, 1855.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização e outros textos. São Paulo: Companhia das Letras. Vol. 18. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

FUCHS, Thomas. O cérebro: um órgão relacional.  Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2025. 

GADAMER, Hans-Georg. O mistério da saúde: o cuidado da saúde e a arte da medicina. Lisboa: Edições 70, 1993. 165p.

______. Über die Verborgenheit der Gesundheit. (O mistério da saúde). In: Erfahrungsheikunde, Acta medica empirica: Zeitschrift für sie ärztliche Praxis, vol. 40, nº 11, 1991, 804-808.

______. O caráter oculto da saúde. Petrópolis: Editora Vozes; 2006. In: FRAGELLI, Thaís Branquinho Oliveira. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(10):2517-2522, out, 2007.

HEIDEGGER, M. Sein und Zeit. Tübingen: M. Niemeyer, 1986.

______. Ser e Tempo. Trad. Fausto Castilho. Campinas - SP: Ed. Unicamp, 2012

______. Que é metafisica? Trad. Ernildo Stein. São Paulo: Abril Cultural, 1989. (Os Pensadores).

______. Kant y el Problema de la Metafísica. 3. ed. México: Fondo de Cultura Econômica, 1996.

______. Kant e o problema da metafísica. Rio de Janeiro, RJ: Via Verita, 2020.

______. A questão da técnica. Scientiæ & Studia. São Paulo, v. 5, n. 3, p. 375-98, 2007.

______. Seminários de Zolikon. São Paulo: EDUC; Petrópolis: Vozes, 2001.

______. Conceitos fundamentais de metafísica: mundo, finitude e solidão. Rio de Janeiro, RJ: Forense Universitária, 2003.

INWOOD, Brad. The Cambridge companion to the stoics.   Cambridge University Press, 2010.

JONAS, Hans. O princípio vida: fundamentos para uma biologia filosófica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

______. "Técnica, medicina e ética: sobre a prática do princípio responsabilidade". São Paulo: Paulus, 2013. (Ethos).

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

Lições de Metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis: Vozes/São Francisco, 2021.

______. Eine vorlesung Kants über ethik. [PHILOSOPHIA PRACTICA UNIVERSALIS; ETHICA.] MENZER, Paul. Im: Auftrage der Kantgesellschaft. Pan Verlag. R. Heise, 1924.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Trad. Guillon Ribeiro, Brasília, DF: Feb, 2013. (“As virtudes e os vícios” - Q. 893-912; 907-912: "paixões"; e 920-933: "felicidade"). “Da lei do progresso” (Cap. VII. Q. 776-802)

KIERKEGAARD, Søren A. As obras do amor: algumas considerações cristãs em forma de discursos. Apresentação e tradução, Álvaro Luiz Montenegro Valls; revisão da tradução, Else Hagelund. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. Œuvres Complètes. Tome XX. Index Terminologique. Principaux concepts de Kierkegaard par Gregor Malantschuk. Traduit du danois, adapté e complété par Else-marie Jacquet-Tisseau. Paris, Éditions de L’orante, 1986.

______. O conceito de angústia: uma simples reflexão psicológico-demonstrativa direcionada ao problema dogmático do pecado hereditário de Virgilius Haufniensis. Tradução e Posfácio Álvaro Luiz Montenegro Valls. 3. edição, Petrópolis, Vozes, 2015. (Vozes de bolso)

LONG, A. Arius Didymus and the exposition of stoic ethics. In:FORTENBAUGH, W. W. (Ed.). On stoic and Peripatetic ethics: the work of Arius Didymus. London: Transaction, 1983. p. 190-201.

MAY, R. (Org.). Psicologia existencial. Rio de Janeiro: Globo, 1980.

______. A descoberta do ser. São Paulo: Rocco, 1988.

______. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

______. Psicologia do dilema humano. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

MEINEKE, A. Zu Stobaeus. In: Zeitschrift für Gymnasialwesen, v. 13, p. 363-365, 1859.

NUMBERS, Ronald L. Galileo Goes to Jail: and other myths about science and religion. Harvard University Press, 2009

ORTEGA Y GASSET, José. Rebeião das massas. ‎ Campinas, SP: Vide Editorial, 2015.

______. O homem e os outros. Campinas, SP: Vide Editorial, 2017.

______. Meditações de Dom Quixote. Campinas, SP: Vide Editoria, 2019.

______. Lições de Metafísica. Campinas, SP: Vide Editorial, 2019.

______. Leituras da técnica. IL. Instituto Liberal, 1983.

PLATÃO. Laches. Protagoras. Meno. Euthydemus. Tradução de W. R. M. Lamb. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1924.

______. As Leis e Epinomis. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2010.

________. Banquete, Fédon, Sofista e Político. Trad. José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Abril Cultural, 1972.

________. Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 1973

________. Fedro, Cartas e Primeiro Alcibíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: ed. da Universidade Federal do Pará, 1975.

________. Fedro, Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2008.

________. Górgias, Eutidemo, Hípias Maior e Hípias Menor. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2007.

________. Mênon. Trad. Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO; São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

________. República de Platão. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

________. Teeteto. Trad. Adriana Manuela Nogueira e Marcelo Boeri. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.

________. Timeu. Trad. Maria José Figueredo. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.

PINSENT, Andrew. Link: https://www.youtube.com/watch?v=-39OweTCOLo&feature=c4-overview&list=UUBFbFwJHAdu6PAitK1_3gTw

TORREY, E. Fuller; MILLER, Judy. Invisible plague: the rise of mental illness from 1750 to the presente. Rutgers University Press, 2007.QUEIRÓS, EÇA. Civilização e Outros Contos. São Paulo. Ed. Moderna, 2004.

______. As cidades e as serras. Porto Alegre-RS: L&PM, 1998.

RAMELLI, Ilaria. Hierocles the stoic: elements of ethics, fragments, and excerpts. Society of Biblical Literature, 2009. 

SÊNECA. Cartas 1-66. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.
______. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

______. Cartas 66-92. Tradução de R. M. Gummere. Harvard: https://www.loebclassics.com, 2001.

TORRES, José Carlos Brum (Org.). Manual de ética: questões de ética teórica e aplicada. Petrópolis, RJ: Vozes; Caxias do sul: Universidade de Caxias do Sul: BNDES, 2014.

TORREY, E. Fuller; MILLER, Judy. Invisible plague: the rise of mental illness from 1750 to the presente. Rutgers University Press, 2007.

TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 5. ed. revista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CXXV: "O ESTOICISMO NÃO É O QUE VOCÊ PENSA": REFLEXÃO SOBRE A “CULTURA DA AUTOAJUDA MODERNA” (II)

Em desenvolvimento... E, hoje programando a leitura de um novo livro de Jonh Sellars. Enquanto isso, aproveitando a pausa, reli alguns trech...