“[XXVII] Ὥσπερ σκοπὸς πρὸς τὸ ἀποτυχεῖν οὐ τίθεται, οὕτως οὐδὲ κακοῦ φύσις ἐν κόσμῳ γίνεται".
[27.1] Do mesmo modo que um alvo não é fixado para não ser atingido, assim também a natureza do mal não existe no cosmos.” (EPICTETO, 2012)
...
Sobre este novoo livro:
KERVÉGAN, Jean-François. A razão das normas: ensaio sobre Kant. Tad. João Carlos Brum Torres, Nikolay Steffens. São Paulo: E. Unesp, 2025.
“Neste livro, o autor procura mostrar que, na teoria da normatividade kantiana, o uso prático da razão não visa produzir regras para a ação (máximas), mas, sim, reconhecer a validade normativa de juízos morais por meio de um teste de universalização. Kant, de acordo com Kervégan, não é positivista no sentido comum do termo, pois nega a autonomia conceitual do direito positivo com relação ao direito racional. O desafio estaria, portanto, em justificar uma racionalidade normativa.”
Encontrei, esse material, recentemente, em meio aos estudos regulares que, apesar de tudo, não interrompi totalmente. Apareceu-me esse autor e duas de suas obras; uma, a que destaco aqui, já estou lendo com atenção; à outra (na bibliografia), ainda não tive acesso, mas, é leitura para breve, embora desloque o tema para outros dos meus interesses anotados aqui, nesta página.
E, recomeçar os estudos e mais uma semana, em recuperação, com novos inícios, superações e prosseguindo os estudos!
Dando continuidade aos estudos sobre as normas e o imperativo categórico em Kant, destaco anda:
“A Fundamentação da metafísica dos costumes, de Immanuel Kant busca um princípio supremo para a moralidade. A investigação kantiana aponta a razão prática pura como o fundamento de uma boa vontade.
Immanuel Kant, defende que só a razão pode fornecer, a priori, um princípio incondicionado da moralidade que seja válido para a vontade de todo ser racional.
O grande problema apontado por muitos seria: por que é que devemos nos submeter à lei moral? O que pode motivar o homem a agir conforme o imperativo categórico, moralmente?”
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ARRIANO FLÁVIO. As Diatribes de Epicteto. Livro I. Tradução, introdução e comentário Aldo Dinucci. Universidade Federal de Sergipe. Série Autores Gregos e Latinos Coimbra, Imprensa da universidade de Coimbra, 2020.
BORBA, Alexandre Ziani de; LOPES, Arthur. (Orgs.) Virtudes e vícios da mente humana: uma antologia de ensaios sobre caráter intelectual. Cachoeirinha, RS. Editora Fi, 2024.
COELHO, Humberto Schubert. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.
DESCARTES, René. As paixões da alma. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.
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______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.
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FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.
______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
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______. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.
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