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quarta-feira, 2 de outubro de 2024

REFLEXÃO MATINAL CXCIII: ESTOICISMO NO BOLSO PARA A VIDA COTIDIANA


Manhã de reflexões, retomando os trabalhos cotidiano e pensando a partir desse livro The Pocket Stoic que é mais uma opção de guia para inícios na tarefa de incorporar a prática do estoicismo na vida cotidiana.

Destacando antes que a filosofia não promete obter qualquer coisa exterior para o homem, pois se o fizesse ela estaria admitindo algo que se encontra fora de seu material apropriado (hules). Pois assim como a madeira é o material (hule) do carpinteiro, e o bronze o do estatuário, também a própria vida de cada indivíduo (ho bios autou hekastou) é o material da arte de viver (tes peri bion technes). (EPICTETUS, Discursos 1.15.2, apud SELLARS, 2003, p. 56)

"Tornar-se um estudante de filosofia na antiguidade não significava meramente aprender uma série de argumentos complexos ou o engajamento no debate intelectual. Antes, envolvia o engajamento em um processo de transformar o caráter (ethos) e a alma (psique), uma transformação que por sua vez transformaria o modo de vida (bios) do indivíduo." (SELLARS, 2003, p. 23)

Ainda segundo Sellars, nesta obra discute o seguinte: 

To counter the daily anxieties, stress, and emotional swings caused by the barrage of stimuli that plagues modern life, many people have been finding unexpected solace in a philosophy from a very different and distant time: Stoicism. Today, more than 100,000 people are members of online communities for modern Stoics, and there are annual conferences, meet-ups, and workshops for those aspiring to walk the Stoic path. But what is Stoicism, and what makes it resonate so powerfully today?

As John Sellars shows in The Pocket Stoic, the popular image of the isolated and unfeeling Stoic hardly does justice to the rich vein of thought that we find in the work of Seneca, Epictetus, and Marcus Aurelius, the three great Roman Stoics. Their works are recognized classics, and for good reason--they speak to some of the perennial issues that face anyone trying to navigate their way through life. These writings, fundamentally, are about how to live--how to understand your place in the world, how to cope when things don't go well, how to manage your emotions, how to behave toward others, and finally, how to live a good life. To be a Stoic is to recognize that much of the suffering in your life is due to the way you think about things, and that you have the ability to train your mind to look at the world in a new way--to recognize what you can and cannot control and to turn adversity into opportunity.

Concise and accessible, The Pocket Stoic provides a welcome introduction to the lives and thought of the key Stoics. It is also a perfect guide to help you start incorporating the practice of Stoicism into your everyday approach to life.

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Para combater as ansiedades diárias, o estresse e as oscilações emocionais causadas pela enxurrada de estímulos que assola a vida moderna, muitas pessoas têm encontrado consolo inesperado em uma filosofia de uma época muito diferente e distante: o estoicismo. Hoje, mais de 100.000 pessoas são membros de comunidades online para estoicos modernos, e há conferências, encontros e workshops anuais para aqueles que aspiram trilhar o caminho estoico. Mas o que é estoicismo e o que o faz ressoar tão poderosamente hoje?

Como John Sellars mostra em The Pocket Stoic, a imagem popular do estoico isolado e insensível dificilmente faz justiça à rica veia de pensamento que encontramos na obra de Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio, os três grandes estoicos romanos. Suas obras são clássicos reconhecidos, e por um bom motivo: elas falam sobre algumas das questões perenes que enfrentam qualquer um que tente navegar em seu caminho pela vida. Esses escritos, fundamentalmente, são sobre como viver — como entender seu lugar no mundo, como lidar quando as coisas não vão bem, como administrar suas emoções, como se comportar com os outros e, finalmente, como viver uma vida boa. Ser um estoico é reconhecer que muito do sofrimento em sua vida é devido à maneira como você pensa sobre as coisas e que você tem a capacidade de treinar sua mente para olhar o mundo de uma nova maneira — reconhecer o que você pode e não pode controlar e transformar adversidade em oportunidade.

Conciso e acessível, The Pocket Stoic fornece uma introdução bem-vinda às vidas e pensamentos dos principais estoicos. Também é um guia perfeito para ajudá-lo a começar a incorporar a prática do estoicismo em sua abordagem cotidiana da vida.”

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Link para para obra:

https://press.uchicago.edu/ucp/books/book/chicago/P/bo47674506.html

______.

Acrescentando: 

BUZARÉ, Elen. Amour et compassion selon Epictète. In: Stoa Gallica Pour un stoïcisme contemporain. Disponível em: https://stoagallica.fr/amour-et-compassion-selon-epictete/ . Acesso em: 15.10.2024.

 

______.

ARRIANO FLÁVIO. As Diatribes de Epicteto. Livro I. Tradução, introdução e comentário Aldo Dinucci. Universidade Federal de Sergipe. Série Autores Gregos e Latinos Coimbra, Imprensa da universidade de Coimbra, 2020.

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

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______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

DINUCCI, Aldo. Manual de estoicismo: uma visão estóica do mundo". São Paulo: Auster, 2023. 

______; TARQUÍNIO, Antonio. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed, São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2012.

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

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GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

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HUIZINGA, Johan. Nas sombras do amanhã: um diagnóstico da enfermidade espiritual de nosso tempo . - Trad. Sérgio Marinho, Goiânia-GO: Editora Caminhos, 2017.

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IRVINE, William B. guide to the good life: the ancient art of Stoic joy. New York: Oxford University Press, 2009.

KONSTAM, David (ed.); GARANI, Mytro (ed.); REYDAMS-SCHILS, Gretchen (ed.). O manual Oxford de filosofia romana. Universidade de Oxford, 2023. Link para a obra: Disponível em: https://academic.oup.com/edited-volume/45762. Acesso em: 22 de março de 2023.

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MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

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ROBERTSON, Donald. The Philosophy of Cognitive Behavioural Therapy (CBT): stoic philosophy as rational and Cognitive Psychotherapy. Londres  :Karnac Books, 2010.

______. Pense como um imperador. Trad. Maya Guimarães. Porto Alegre: Citadel Editora, 2020.

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SELLARS, J. The Art of Living: The Stoics on the Nature and Function of philosophy. Burlington: Ashgate, 2003.

______. Lessons in Stoicism: what ancient philosophers teach us about how to live. Penguim, 2019.

SÊNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

____. Sobre a clemência. Introdução, tradução e notas de Ingeborg Braren. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

____. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. Tradução, introdução e notas de José Eduardo S. Lohner. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2014.

____. Moral Essays. Tradução de John W. Basore. Cambridge, EUA: Harvard University Press, 1985.  https://www.loebclassics.com/.

______. Sobre a brevidade da vida. Porto Alegre, RS: L&PM, 2007.

quinta-feira, 4 de abril de 2024

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CLXII: : "CONTINUIDADE, REGULARIDADE E RECOLHIMENTO" NOS ESTUDOS

(IMAGEM: "Pinterest")

Independenteme das circuntâncias externas, para Epicteto, a verdadeira Liberdade está em controlar nossas ações e reações.

"A multidão mais grosseira considera que o bem e a felicidade é o prazer, e consequentemente adoram uma vida de gratificação […] Assim, parecem completamente escravizados, dado escolherem uma vida que pertence aos ruminantes. Mas têm realmente um argumento em sua defensa, dado que muitos dos poderosos […] têm a mesma convicção. (ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 1095b; 16-23)"

I. Proposta: alguns passos a serem seguidos, considerando a meta de um prokppton

Das minhas leituras e releituras, tenho extraído, entre outras a seguinte recomendação: primeiro, um exercício de distanciamento, para longe de propostas “mercadológicas” de sucesso rápido, é o passo inicial. Segundo, a dedicação e atenção (prosoché - προσοχῆς) ao tempo e disposição para uma reviravolta e “olharmos para dentro”, para um autoconhecimento.

É aqui, juntando às reflexões de uma “filosofia de vida” adotada ainda na adolescência, que passei a estudar a obra dos estoicos, apresentada a mim, como mera autoajuda, equívoco que com o tempo vou corrigindo. Ora, se for mera “autoajuda”, temos uma autoajuda de uma qualidade imprescindível, exatamente por apresentar uma proposta de “olhar para dentro, de autoconhecimento” e que necessariamente, não pagamos para alcançá-la.

Assim, diz Musônio Rufo a alguém que se sentia cansado e derrotado: 

“Por que estás parado? Pelo que esperas? Que o próprio Deus, estando ao teu lado, dirija-te a palavra? Corta a parte morta da tua alma, e conhecerás Deus”.  

A consequência deste "despertar", lido em Epicteto, é aquele primeiro passo dito acima.

Portanto:

Ser estoico, afinal, o que é?  Do mesmo modo que chamamos “fidíaca” a estátua modelada segundo a arte de Fídias, mostrai-me igualmente um ser humano enfermo e feliz, em perigo e feliz, desprestigiado e feliz. Mostrai-me. Pelos deuses! Desejo ver um estoico. (EPICTETO. D. 2.19.23-27). 

Talvez, não ser um estoico, sabido que já tenho uma “filosofia de vida” bem definida a orientar-me, como também disse acima, mas revisitar as obras clássicas, é o desafio posto e mantido. Não dá para aceitar nem cogitar minimamente, as estapafúrdias propostas hodiernas.

II. Assim, nesse “projeto” revisito as “Quatro virtudes” no mundo clássico “antigo”:

“The Four Virtues of the Classical world. Very little is needed in order to raise good human communities. But this 'very little' is indispensable.

As Quatro Virtudes do mundo clássico. Muito pouco é preciso para criar boas comunidades humanas. Mas este 'muito pouco' é indispensável.

Четыре добродетели классического мира. Совсем немного требуется, чтобы воспитать хорошие общества. Но без этого «немного» не обойтись.”

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Credit: 
Michel Daw for the image.

phronêsis (prudência / sabedoria prática): O conhecimento de saber o que é bom e o que é mau. Tomar decisões lógicas sobre o que devemos ou não fazer com base em nosso conhecimento e experiência.

sôphrosunê (temperança / moderação): Refere-se à moderação em todos os aspectos da vida. Não levando uma vida de excessos, tendo controle sobre nossos impulsos, emoções (boas e más), e favorecendo uma meta de felicidade e contentamento de longo prazo em vez de prazeres de curto prazo.

andreia (fortaleza / coragem): Coragem é decidir como agir em tempos de provação. Apesar do que muitos pensam, não é a ausência de ansiedades e medos, mas sim a forma como alguém age apesar da ansiedade e do medo. A resiliência diante da adversidade.

dikaiosunê (justiça / moralidade): O ato de fazer o que é certo e justo - e mantê-lo sempre, principalmente nos momentos difíceis. Essa ideia de justiça é fazer o que é certo em sua comunidade e como agimos em relação aos outros de acordo com a lei. Do ponto de vista estóico, a justiça é um dever para com os outros ao nosso redor e deve orientar as decisões, especialmente em tempos tumultuados.


III. A “metanoia”

Aqui, segundo os estoicos e que refletimos essa manhã, em conjunto com técnicas de TCC, é necessária uma mudança no modo de olhar o mundo e nas ações, uma conversão: uma metanoia (μετανοεῖν).

E, o caminho é reeducarmo-nos na busca do Bem que está ao alcance de cada um, para que, daí descubra que o que lhe sucede não é necessariamente um mal a paralisá-lo. Haverá o que lhe foge ao controle, a “Dicotomia do controle”, como lemos em (Epicteto. Encherídion, I, 1). Isso é o que se exige de cada um:  e por isso, o esforço, prática e “exercício” no que está sob seu controle: o interior. Esse o trabalho imediato. O que é exterior está para além do nosso controle.

Só assim volveremos às bases mais sólidas para reformulação do nosso comportamento e,  como consequência, qualificaremos nossos hábitos. Sempre atento e vigilante, o prokopton sabe o que quer fazer a cada instante e, compreende o que está sob seu controle e o que não está. Viverá, assim, sua vida: tranquilamente.

Uma boa reflexão a ser feita mais vezes...

Duas coisas, portanto, muito prezadas por aqui: a Liberdade e busca constante por Virtudes visando a “cura das paixões”.

Liberdade a que me atenho:

"A liberdade não tem nada a ver com a liberdade em um sentido social ou político, a liberdade que interessa a Epictetus é inteiramente psicológica e atitudinal, é a liberdade de ser restringido ou impedido por qualquer circunstância externa ou reação emocional". (LONG)

E, o grande projeto existencial:

“As virtudes da coragem e da moderação melhoram nosso caráter e nossas vidas de modo geral quando são praticadas com sabedoria, enquanto a maioria das coisas que almejamos nos proporciona apenas prazer passageiro” (Robertson, 2020, p.148)

Pois:

O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá.”[1] (KARDEC, 2013) E, para isso é fundamental nos estudos “a continuidade, a regularidade e o recolhimento[2]”.

Desafio a enfrentar... ou, continuar ...

...

(Grifos e Destaques são meus)

 

______.

BECK, Aaron T; Alford, Brad A. O poder integrador da terapia cognitiva. Porto Alegra, RS: Artmed, 2000.

BECK, Judith S. Terapia cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre, RS, 2997.

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______. Sobre a brevidade da vida. Porto Alegre, RS: L&PM, 2007.



[1] KARDEC,  2013.

[2] Op. Cit.

TEMPO DE ESTUDOS: "HISTÓRIA NATURAL DA RELIGIÃO" E "PRINCÍPIOS DA MORAL" (I)

Relia, há pouco, as  "Lições..."  de  Immanuel Kant , referência principal nas pesquisas por aqui, sobre o tema, e decidi fazer um...