Mostrando postagens com marcador Filosofia clássica alemã; Aufklärung; Idealismo alemão; Immanuel Kant. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filosofia clássica alemã; Aufklärung; Idealismo alemão; Immanuel Kant. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

IMMANUEL KANT E OS PRIMÓRDIOS DO "IDEALISMO ALEMÃO"

Persistindo!

Retomando, com muitos esforços, os trabalhos! Tentando recuperar o tempo!


Recentemente tive contato com essa obra; estou lendo! Vejo alguns pontos em comum com a pesquisa; incluído na leitura, vou prosseguindo. Agora, enquanto segue-se a recuperação, vou retomando aos poucos e acelerando. O tempo urge! Resultados já começam a surgir, mas muito a fazer ainda!

Incluí, ao final, como sempre faço, leituras com as quais venho trabalhando. Que não seja em vão todo o esforço!


The fate of reason: uma [...] história geral dedicada ao período entre Kant e Fichte, um dos mais revolucionários e férteis da filosofia moderna. Os filósofos dessa época romperam com os dois princípios centrais da tradição cartesiana moderna: a autoridade da razão e a primazia da epistemologia. Eles também testemunharam o declínio da Aufklärung, a conclusão da filosofia de Kant e os primórdios do idealismo pós-kantiano.”

“The Fate of Reason is the first general history devoted to the period between Kant and Fichte, one of the most revolutionary and fertile in modern philosophy. The philosophers of this time broke with the two central tenets of the modern Cartesian tradition: the authority of reason and the primacy of epistemology. They also witnessed the decline of the Aufklärung, the completion of Kant’s philosophy, and the beginnings of post-Kantian idealism.

Thanks to Frederick C. Beiser we can newly appreciate the influence of Kant’s critics on the development of his philosophy. Beiser brings the controversies, and the personalities who engaged in them, to life and tells a story that has uncanny parallels with the debates of the present.”

(Grifos e detaques meus)

______.

AMERIKS, Karl. The Cambridge Companion to German Idealism. Cambridge University Press; 2. ed., 2017.

BEISER, Frederick. The Ffate of reason: german philosophy from Kant to Fichte.  Reprint. Harvard University Press. Harvard University Press, 1993.

______. Diotima’s children: german aesthetic rationalism from Leibniz to Lessing. Oxford: Oxford University Press, 2009.

______. German Idealism: the struggle against subjectivism, 1781-1801. Massachussetts: Harvard University Press, 2008.

HENRICH, Dieter. Grundlegung aus dem Ich: Untersuchungen zur Vorgeschichte des Idealismus. Tübingen – Jena 1790–1794. Suhrkamp Auflage, 2004.

______. Konstellationen: Probleme und Debatten am Ursprung der idealistischen Philosophie (1789-1795).  Klett-Cotta /J. G. Cotta'sche Buchhandlung Nachfolger, 1991.




sexta-feira, 16 de outubro de 2020

RELENDO "INTRODUÇÕES" AO PENSAMENTO KANTIANO (II)


“Revisitando a estética, a analítica e a dialética transcendentais já minuciosamente analisadas em Crítica da razão pura, o filósofo alemão Immanuel Kant apresenta aqui, em texto publicado em 1783, dois anos após a publicação de sua obra-prima, grandes indagações complementares sobre o caráter da metafísica. A edição, baseada na versão de Leipzig, de 1920, traz ainda um prefácio esclarecedor sobre a atualidade da presente obra de Kant e os percalços de sua tradução.” (Edição brasileira)



“Pensar a ciência e a metafísica, inquirir a possibilidade desta última como ciência através da elucidação da estrutura da matemática e da física, tal é o propósito de Kant nesta obra sintética, onde mais uma vez expõe a doutrina da sensibilidade, do entendimento e da razão.” (Edição portuguesa)


“Entre as obras da filosofia moderna, a Crítica da razão pura, de Kant, destaca-se de tal modo que pode ser chamada de "a" fundação da filosofia moderna. Segundo Arthur Schopenhauer, é "o livro mais importante já escrito na Europa". O autor, vai guiá-lo através da crítica, apresentar os pensamentos de Kant, interpretá-los e chegar a uma conclusão em pleno equilíbrio. Este livro é, verdadeiramente, um guia para um texto-chave na filosofia moderna.”

(grifos e destaques meus)

_____.

BECKENKAMP, Joãosinho. Introdução à filosofia crítica de Kant. Editora UFMG,  2017.

FERRY, Luc. Kant: uma leitura das três "Críticas". 3. ed. Rio de Janeiro: Difel, 2009.

GUYER, PAUL. The Cambridge companion to Kant. Cambrridge University Press, UK, 1992.

HÖFFE, Otfriede. Immanuel Kant. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

______. Immanuel Kant. München: C. H. Beck, 2004.

______. Kant: crítica da razão pura: os fundamentos da filosofia moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2013.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe.Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis atque inteligibilis forma et principio. Akademie-Ausgabe. Trad. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad., apres. e notas de L. R. dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982

WATKINS, Eric. Kant and the sciences. Oxford University Press, 2001.



 


domingo, 11 de outubro de 2020

RELENDO "INTRODUÇÕES" AO PENSAMENTO KANTIANO

Relendo! Uma boa aquisição do ano de 2009! Uma breve "Introdução" para descansar (segue-se a recuperação):

“É impossível entrar realmente na filosofia sem nos dedicarmos a compreender a fundo pelo menos um grande filósofo. Sob essa perspectiva, esforcei-me para oferecer ao leitor uma introdução tão clara quanto possível das três principais obras de Kant ― suas três Críticas. Tentei abrir algumas portas e retirar os principais obstáculos que podem entravar desde o princípio a compreensão ― explicar, por exemplo, por que a Crítica da razão pura começa com uma questão aparentemente técnica, mas que, na verdade, é de uma profundidade abissal, aquela dos ‘julgamentos sintéticos a priori’; ou, ainda, indicar as razões pelas quais a moral assume a forma, igualmente tão abstrata à primeira vista, de um ‘imperativo categórico’ a partir do momento em que a particularidade do homem, aquilo que compõe sua dignidade e o distingue dos animais, situa-se na sua liberdade ou em sua ‘perfectibilidade’. Para além de sua ambição pedagógica, este livro propõe uma interpretação de conjunto do sistema kantista, que parte daquilo que constitui, ao mesmo tempo, seu cerne e sua principal dificuldade: a questão da ‘coisa em si’. Ler Kant é e sempre continuará sendo difícil, e esta obra não visa à facilidade. Pelo menos, podemos nos esforçar para tornar a tarefa, ao mesmo tempo, mais sensata, ressaltando suas questões, e menos árdua, fornecendo as chaves do edifício..."

E, aproveitando o tempo, retornando aos poucos ao trabalho, nuama pausa nas leituras principais; aplicando-me na releitura de de uma “Introdução” à filosofia kantiana, escrita por Ferry; acrescentei mais este excelente livro que li logo que foi lançado, em 2017: Introdução à filosofia de crítica de Kant; as demais que adicionei abaixo na bibliografia.

“Neste livro sobre a filosofia crítica kantiana, o autor empreende a incomum tarefa de apresentar, ainda que introdutoriamente, o conjunto dos temas e problemas que têm interessado os estudiosos de Kant ao longo destes dois séculos em que já perdura sua recepção. Indo além da mera justaposição dos temas, à qual se limitam em geral as exposições abrangentes da obra kantiana, o autor fornece uma linha de interpretação que permite apreender de maneira articulada as diversas partes do ousado programa desta filosofia crítica que revolucionou a maneira como se abordam as questões últimas que sempre interessaram ao gênero humano.”

(Grifos e destaques meus)

______.

BECKENKAMP, Joãosinho. Introdução à filosofia crítica de Kant. Editora UFMG,  2017.

FERRY, Luc. Kant: uma leitura das três "Críticas". 3. ed. Rio de Janeiro: Difel, 2009.

GUYER, PAUL. The Cambridge companion to Kant. Cambrridge University Press, UK, 1992.

HÖFFE, Otfriede. Immanuel Kant. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

______. Immanuel Kant. München: C. H. Beck, 2004.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe.Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis atque inteligibilis forma et principio. Akademie-Ausgabe. Trad. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad., apres. e notas de L. R. dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982

WATKINS, Eric. Kant and the sciences. Oxford University Press, 2001.



quinta-feira, 8 de outubro de 2020

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA CRÍTICA DE IMMANUEL KANT

 



O projeto de extensão “Introdução à Filosofia Crítica de Kant” é desenvolvido pelo departamento de Filosofia da Universidade Federal de Mato Grosso, com o objetivo de introduzir o pensamento crítico do filósofo Immanuel Kant a partir da obra “A Crítica da Razão Pura”.

O curso será totalmente online e gratuito, sendo concedido um certificado de 30 horas para o público ouvinte devidamente inscrito.

Para que seja concedido o certificado, o participante deverá contar com ao menos 75% de presença e de atividades avaliativas realizadas.

As aulas acontecerão na plataforma Zoom, com um limite de até 100 usuários na sala. Sendo assim, ocorrerá também a transmissão ao vivo no YouTube. No dia das aulas, cada participante deverá preencher um formulário de presença.

Serão 10 aulas com a duração de 2 horas cada, tendo início no dia 8 de Outubro e a conclusão no dia 10 de Dezembro, das 9h às 11h (Horário de Cuiabá); 10h às 12h (Horário de Brasília). Além disso, haverá semanalmente 1 hora de monitoria.

BIBLIOGRAFIA

Para cada aula, é importante realizar leituras prévias, o que facilitará o aprendizado e a compreensão das aulas, uma vez que essas serão baseadas na interpretação e exposição dos textos. Todas as leituras obrigatórias são trechos da “Crítica da Razão Pura”. Abaixo, deixamos uma lista de leituras obrigatórias e leituras secundárias recomendadas:

Aula 1 – Prefácios da Crítica da Razão Pura (primeira e segunda edição)/ HUME, David. Investigação Acerca do Entendimento Humano (seções IV, V e VII)/ complementar: LOUX, Michael J. Metaphysics: A contemporary introduction. New York/London: Routledge/Francis & Taylor Group, 2006. (Introduction);  FERRY, Luc. Kant: Uma leitura das três Críticas. Tradução de Karina Jannini. Rio de Janeiro: DIEFEL, 2009. (Primeira Parte, capítulo 1, “Crítica da Razão Pura").

Aula 2 – Introdução da Crítica da Razão Pura/complementar: FERRY, Luc. Kant: Uma leitura das três Críticas. Tradução de Karina Jannini. Rio de Janeiro: DIEFEL, 2009. (Primeira Parte, capítulo 1, “Crítica da Razão Pura). / PASCAL, Georges. Compreender Kant. Tradução Raimundo Vier. 7.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. (capítulo 1, “Kant e o kantianismo”).

Aula 3 – Seção “Estética Transcendental”/ leitura complementar: PASCAL, Georges. Compreender Kant. Tradução Raimundo Vier. 7.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. (capítulo II, primeira seção, “A estética transcendental”)

Aula 4 – Primeira parte da lógica transcendental (até §12)/ complementar: HÖFFE, Otfried. Immanuel Kant. Tradução de Christian Viktor Hamm e Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005. (Parte 1, capítulo 5, “A analítica dos conceitos”).

Aula 5 – Dedução transcendental B/complementar: HÖFFE, Otfried. Immanuel Kant. Tradução de Christian Viktor Hamm e Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005. (Parte 1, capítulo 5, “A analítica dos conceitos”)./ HENRICH, Dieter. Identity and Objectivity: An inquiry into Kant’s transcendental deduction. Traduzido por Jeffrey Edwadrs. In: HENRICH, Dieter. The Unity of Reason: Essays on Kant’s Philosophy. Cambridge, Massachusetts, London: Harvard University Press, 1994, pp. 123-211.  

Aula 6 – Analítica dos Princípios /complementar:  HÖFFE, Otfried. Immanuel Kant. Tradução de Christian Viktor Hamm e Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005. (Parte 1, capítulo 6, “A analítica dos princípios”)

Aula 7 – Dialética transcendental – introdução e livro primeiro: dos conceitos da razão pura./ complementar: HÖFFE, Otfried. Immanuel Kant. Tradução de Christian Viktor Hamm e Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005 (Item. 8.0 – A dialética transcendental. 8.1 A lógica da aparência. 8.2 A Crítica da Metafísica especulativa. 8.3As ideias da razão como completude de conhecer [páginas 140 até 181])/ PASCAL, Georges. Compreender Kant. Tradução Raimundo Vier. 7.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001 (Capítulo 2, a dialética transcendental [páginas 90 até 117])/ WOOD, Allen W. Kant. Tradução de Delamar José Volpato Dutra. Porto Alegre: Artmed, 2008 (Capítulo 5, a dialética transcendental [páginas 109 até 136])

Aula 8 – Dialética transcendental – Livro Segundo, capítulo II (com foco no “Terceiro conflito das ideias transcendentais” e “observações sobre a terceira antinomia”, na segunda seção, e “III. Solução das idéias cosmológicas que dizem respeito à totalidade da derivação dos acontecimentos do mundo a partir das suas causas”, “Possibilidade da causalidade pela liberdade, em acordo com a lei universal da necessidade universal da natureza”, “Esclarecimento da idéia cosmológica de uma liberdade em união com a necessidade universal da natureza”, da Nona Seção./ complementar: HÖFFE, Otfried. Immanuel Kant. Tradução de Christian Viktor Hamm e Valério Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2005 (Item. 8.0 – A dialética transcendental. 8.1 A lógica da aparência. 8.2A Crítica da Metafísica especulativa. 8.3 As ideias da razão como completude de conhecer [páginas 140 até 181])/ PASCAL, Georges. Compreender Kant. Tradução Raimundo Vier. 7.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001 (Capítulo 2, a dialética transcendental [páginas 90 até 117])/ WOOD, Allen W. Kant. Tradução de Delamar José Volpato Dutra. Porto Alegre: Artmed, 2008 (Capítulo 5, a dialética transcendental [páginas 109 até 136])

Aula 9 –  Doutrina transcendental do método – capítulo II, primeira seção e segunda seção. / Sugestões de leitura secundária: a definir.

Aula 10 – Doutrina transcendental do método – capítulo II, primeira seção e segunda seção./ Sugestões de leitura secundária: A definir.

Fonte:

Site: https://introducaoafilosofiacriticadekant.wordpress.com/ 

 .......

(Os Grifos e destaques meus)

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

AS "CRÍTICAS" DE IMMANUEL KANT: A DÉCADA 1760 E SEUS "DESDOBRAMENTOS"

Kant's Elliptical Path: Amazon.it: Ameriks, Karl: Libri in altre ...

A leitura dessa obra se fez necessária aqui, exatamente, porque explora conceitos-chave no desenvolvimento da filosofia Crítica de Immanuel Kant. E, mais importante, para o que temos estudado atualmente, o fao de que  desde o início da década de 1760 até a década de 1790, Karl Ameriks apresenta dados sobre as principais maneiras pelas quais as obras Críticas kantianas. Mostando como, depois de ler Rousseau, entre outros, na década de 1760, a obra ganhou certos contornos "definitivos". Inclusive, interessa-me aqui, o desdobramento posterior sobre a produção posteriores de Kant sobre história religião. 

...

"O Kant's Elliptical Path explora os principais estágios e conceitos-chave no desenvolvimento da filosofia Crítica de Kant, desde o início da década de 1760 até a década de 1790. Karl Ameriks fornece um relato detalhado e conciso das principais maneiras pelas quais as obras críticas posteriores fornecem uma defesa plausível da concepção do fim fundamental da humanidade que Kant procurou depois de ler Rousseau na década de 1760. Ensaios separados são dedicados a cada uma das três críticas, bem como notas e palestras anteriores e vários dos escritos posteriores de Kant sobre história e religião. Uma seção final dedica três capítulos aos desenvolvimentos pós-kantianos no romantismo alemão [...].

Os tópicos do livro incluem questões fundamentais em epistemologia e metafísica, com uma nova defesa da interpretação "moderada" de Amerik do idealismo transcendental. Outros ensaios avaliam o conceito de vontade de Kant e dependem de um "fato da razão" em sua filosofia prática, bem como de suas críticas às teodiceias tradicionais e do caráter histórico de sua defesa da religião e dos conceitos de criação e esperança dentro dos limites. da mera razão. O Kant's Elliptical Path será de valor para os historiadores da filosofia moderna e para os estudiosos de Kant, enquanto o tratamento de várias figuras e questões literárias em estética, política, história e teologia o torna relevante para os leitores fora da filosofia.”

______.

AMERIKS, Karl. Kant's Elliptical Path. Oxford: Oxford University Press, 2012.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

AINDA ALGUMAS LIÇÕES SOBRE ÉTICA

Recentemente, tendo aceito participar de alguns eventos “on-line”, (grandes oportunidades de aprendizado, em diversos sentidos, para mim), sobre alguns dos temas a que me dedico, há alguns anos; entre eles a Ética kantiana, retornei, com isso, à essa obra, de Ernst Tugendhat para, de certa forma, elaborar uma contextualização do tema a partir de uma discussão sobre a origem dos “conceitos” de Ética e Moral e suas especificidades.

Livro: LIÇÕES SOBRE ÉTICA - ERNST TUGENDHAT - Sebo Online ...
Atualizando, 10. edição da obra de 2025.

De grande valia, o retorno me foi tão propício no reencontro com o texto que até me fez rever e analisar outras formas de redigir os textos em que trabalho atualmente e tenho esboçado os andamentos aqui, nesta página.

Enfim, ter aceito esses convites, além de possibilitar uma adequação a uma realidade à qual não estava preparado e à qual sempre evitei me fez, doravante, seguir estudando e me envolvendo. Sempre com foco em aprendizagem.

Vamos ao que me motivou escrever agora, sobre a experiência, propriamente dita.

Desde sua publicação, em 1996, à medida em que retornado aos temas apresentados ao longo desta obra, para mim, riquíssimo material, entre os diversos que tenho estudado sobre o assunto, que a meu ver possibilita ao leitor que evite ou escape de "lugares-comuns" defendidos por todos os lados, (difícil encontrar alguém que não se arrisque a falar sobre o assunto), e o fazem num tom que torna notória a pouca familiaridade com os clássicos no assunto (de todos tempos). Os temas aqui, nesta página, ao contrário, são apresentados e discutidos seriamente a partir das questões a que se propõe cada especialista numa determinada área em que atua. Como é o caso dessa obra: “Lições sobre ética , de Ernst Tugendhat, fundamental para, pelo menos duas participações recentes em eventos que, como disse acima, permanecem e permanecerão na pauta por aqui.

______.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes”. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Antropologia de um ponto de vista pragmático. Trad. Clélia Aparecida Martins. São Paulo: Iluminuras, 2006.

______. Crítica da razão prática. Tradução de Valério Rohden. São Paulo, Martins Fontes, 2002.

______. A metafísica dos costumes. Trad., apresentação e notas de José Lamego. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011.

TORRES, José Carlos Brum (Org.). Manual de ética: questões de ética teórica e aplicada. Petrópolis, RJ: Vozes; Caxias do sul: Universidade de Caxias do Sul: BNDES, 2014.

TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 5. ed. revista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.

______. ______. 10. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2025

segunda-feira, 29 de junho de 2020

REVISTA "ESTUDOS KANTIANOS" - (UNESP - MARÍLIA)


Immanuel Kant
_____________________________________

Société d’Études Kantiennes de Langue Française (SEKLF)

"Appel à contributions permanent de la revue Estudos Kantianos"

La revue ESTUDOS KANTIANOS publie des articles, traductions et recensions qui se rapportent à la pensée kantienne. Modalités d’application…

terça-feira, 19 de junho de 2018

KANT E A FILOSOFIA CRÍTICA EM ALEXIS PHILONNEKO

 


Dias para reler "L'œuvre de Kant" vols. I e II, retomando os temas dos anos 90, da graduação ainda, em relação às atuais pesquisas. 
Enquanto ouço as Sinfonias de Ludwig van Beethoven...

"O objetivo da obra de Kant não pode ser medido exatamente, pois muitos filósofos que ainda nascerão serão influenciados por suas  críticas ou forçados a criticá-lo. Só se pode dar uma imagem da importância do pensamento kantiano comparando-o - como Schelling ao usar a imagem mais famosa da Crítica da Razão Pura - à revolução copernicanaKant transformou a leitura filosófica do mundo instituindo uma nova abordagem e novo método na teoria do conhecimento e em todas as questões filosóficas. Procurando as condições a priori que determinam nossos julgamentos, tanto teóricospráticos, quanto estéticos, Kant abriu novos caminhos para a razão humana por meio do fundamento do idealismo transcendental."

E, tenho estudado a obra de A. Philonenko desde os primeiros intentos na compreensão do sistema kantiano. Sigamos com os trabalhos.

TEMPO DE ESTUDOS: "HISTÓRIA NATURAL DA RELIGIÃO" E "PRINCÍPIOS DA MORAL" (I)

Relia, há pouco, as  "Lições..."  de  Immanuel Kant , referência principal nas pesquisas por aqui, sobre o tema, e decidi fazer um...