Mostrando postagens com marcador Estoicismo; "Exercícios espirituais". "Cura das paixões"; "Problema mente-corpo"; Galeno; "Frontiers of the mind-brain"; "Problem mind-body"; Proairesis; Euroia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estoicismo; "Exercícios espirituais". "Cura das paixões"; "Problema mente-corpo"; Galeno; "Frontiers of the mind-brain"; "Problem mind-body"; Proairesis; Euroia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

REFLEXÃO MATINAL CLVIII: AS PAIXÕES E A PERFECTIBILIDADE (II)

(IMAGEM: "Pinterest")

Por ser de muita importância nas reflexões aqui, mais uma vez, revisito velho e recorrente tema: “As paixões”. Tenho escrito aqui vários pequenos textos sobre autores que, em grande medida, tomam uma postura dos que acreditam que as paixões, são bem próximas do que se denomina doença e propõem a “cura das paixões”, outros propondo uma “moderação das paixões”, como os estoicos e outros citados abaixo. Mas, aqui não se trata mais de suprimi-las, nem mesmo de contê-las, moderando-as. “Para Hume, a contraparte da dessacralização do mundo é, justamente, aquele “culto das paixões” que ensina a conviver em sociedade e a usufruir do prazer a que a natureza humana está predisposta.”  

Para mim:

“O virtuoso, [ao invés de refrear as paixões], age corretamente, mas em harmonia com suas paixões, porque ele as dominou de uma vez por todas. Não só aprendeu a agir de modo conveniente, mas a sentir o páthos adequado” (LEBRUN, 1987, p. 20).

Ademais,

“As paixões são como um corcel, que só tem utilidade quando governado, e que se torna perigoso quando passa a governar. Uma paixão se torna perigosa a partir do momento em que deixais de poder governá-la, e que dá em resultado um prejuízo qualquer para vós mesmos ou para outrem. LE, Q. 908”

_______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

______. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de Almeida. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. O único argumento possível para uma demonstração da existência de Deus. Lisboa: INCM, 2004.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (“As virtudes e os vícios” - Q. 893-912)

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LONG, A. A. Epictetus: a stoic and socratic guide to life. New York: Oxford University Press. 2007.

LUTZ, C. Musonius Rufus: the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

ROBERTSON, Donald. The Philosophy of Cognitive Behavioural Therapy (CBT): stoic philosophy as rational and Cognitive Psychotherapy. Londres  : Karnac Books, 2010.

______. Pense como um imperador. Trad. Maya Guimarães. Porto Alegre: Citadel Editora, 2020.

______. How to think Like a roman emperor: the stoic philosophy of Marcus Aurelius. New York: St. Martin's Press, 2019.

RUSSEL, Bertrand. A conquista da felicidade. Rio de Jamneiro, RJ: Nova Fornteira, 2015.

SELLARS, J. The Art of Living: The Stoics on the Nature and Function of philosophy. Burlington: Ashgate, 2003.

SCHLEIERMACHER, F. D. E. Introdução aos Diálogos de Platão. Belo Horizonte, MG: Ed. UFMG, 2018.

SCHELLE, Karl Gottlob. A arte de passear. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

SOLNIT, Rebecca. Wanderlust: a history of walking. Penguim books, 2001.

SCHNEEWIND, Jeromé. Obligation and virtue: an overwien of Kant's moral philosophy. The Cambridge Companio to Kant. United Kingdom. Cambridge University Press, 1992.

______. Aristotle, Kant and the stoics: rethinnking happiness and duty. Cambridge University Press; Edição: Reprint, 1998.

______. A invenção da autonomia: uma história da filosofia moral moderna. São Leopoldo: Unisinos, 2001. 

THOUREAU, Henry David. Andar a pé: um ritual interior de sabedoria e liberdade. Loures: Editora Alma dos livros, 2021.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

UMA BREVÍSSIMA REFLEXÃO: "OCUPA-TE DE POUCO"

 

(IMAGEM: "Pinterest")

"Ocupa-te de pouco", diz ele, "para viveres satisfeito." Não será melhor, afinal, ocupar-se do necessário e de tudo que a razão do vivente sociável por natureza decide e como o decide? Isso traz não só a satisfação do dever cumprido mas também a de ocupar-se de pouco. Se eliminarmos a maior parte de nossas palavras e ações, não farão falta, e nos sobrarão mais lazeres e sossego. Deves, por isso, de cada vez, lembrar a ti mesmo: Não será isto uma das coisas dispensáveis? Aliás, devemos eliminar não só os atos mas também os pensamentos desnecessários, pois assim tampouco os seguirão os atos que acarretam.”

Uma das características mais notórias herdadas da filosofia antiga, no caso do estoicismo mais evidente, é a ênfase na “prática”. A compreensão dessa prática dos “exercícios” para essa prática é apresentada e bem discutida no livro: “Exercícios espirituais”, escrito por Pierre Hadot, de onde retiro algumas citações e anoto aqui.

Por exemplo, um exercício, proposto por Marco Aurélio, entre tantos outros:

“Você pode eliminar muitas das coisas supérfluas que o incomodam, as quais residem unicamente em seu julgamento. E imediatamente abrirá para si um espaço grande e vasto, abarcando com o pensamento o universo inteiro, contemplando a eternidade do tempo e refletindo sobre a mudança rápida das coisas enquanto partes: quão breve o lapso do nascimento à dissolução, quão vasto o abismo do tempo antes do seu nascimento, quão igualmente infinito é o que há depois da sua dissolução. (Meditações, IX, 32)”.


Enfim, tendo revisitado pela manhã, o texto de Hadot, reli alguns dos textos em que ele reúne e apresenta o que chama de “exercícios espirituais”, encerro essa breve reflexão com uma “Diatribe” de Musônius Rufus:

“Pois a filosofia será proveitosa para alguém somente assim: se ele, ao ensinamento sensato, acrescentar uma conduta que com este esteja em harmonia. [Diatribes, I]”.

Ademais, desde que li um outro livro que Pierre Hadot escreveu: “The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius” (2001), um dos melhores sobre a temática estoica, tanto que o acrescentei às leituras cotidianas. Em cada ponto da leitura; cada instante na leitura; tenho aprendido mais e mais e me dedico a seguir com esses estudos, juntando a esses autores, além da obra de Hadot, outros que estão dedicados à reflexão estoica nos dias atuais.

Como sempre reforço aqui, este tema está, em certa medida, apesar de grandes distinções, intimamente relacionado aos estudos que geralmente iniciei há muito tempo. O principal objetivo de registrar as leituras, releituras aqui é o  aproveitamento destes em eventuais escritos futuros.

Portanto, só faço estes destaque após releitura específica de um capítulo: “The inner citadel or discipline of assent” (2001, p. 101-127), em que Hadot trata da “disciplina do desejo”: típica reflexão nesse blog pessoal.

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013.

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LUTZ, C. Musonius Rufus: the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Livro IV; 24, 45, 46, 48, 49, 50.

ROBERTSON, Donald. The Philosophy of Cognitive Behavioural Therapy (CBT): stoic philosophy as rational and Cognitive Psychotherapy. Londres: Karnac Books, 2010.

______. Pense como um imperador. Trad. Maya Guimarães. Porto Alegre: Citadel Editora, 2020.

______. How to think Like a roman emperor: the stoic philosophy of Marcus Aurelius. New York: St. Martin's Press, 2019.

RUSSEL, Bertrand. A conquista da felicidade. Rio de Jamneiro, RJ: Nova Fornteira, 2015.

SELLARS, J. The Art of Living: The Stoics on the Nature and Function of philosophy. Burlington: Ashgate, 2003.

SCHLEIERMACHER, F. D. E. Introdução aos Diálogos de Platão. Belo Horizonte, MG: Ed. UFMG, 2018.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

REFLEXÃO MATINAL LXXX: "PROAIRESIS" E "EUROIA"

 


(IMAGEM: "Pinterest")

ESCOLHAS E SERENIDADE

 "À medida que o espírito progride, sente cada vez mais a sua condicionalidade, sente que, ao ganhar, tem de perder.” (GOETHE, Johann Wolfgang. In: "Materielen sur Geschichte der Farbenlehre")

Impressionei-me, há algum tempo, quando li a obra de Martin Buber pelo fato de que, jamais se deixou iludir com a esperança de que sua maneira de compreender a "política", sua "visão de mundo", fossem atingir maioria significativa; no entanto, ele manteve-se fiel a seus ideais e sempre tentou relacionar a verdade moral do próprio ponto de vista a tudo o que fazia; jamais escondeu suas opiniões e crenças. Tal maneira "autêntica" de viver, assim como para ele, não rende "bons amigos" nem reconhecimento.

Ainda mais nesse mundinho em que predominam os pequeninos e arrogantes! A opção, como aqui vou refletir sobre “escolhas”, é "estar no mundo sem ser do mundo"

A isso acrescento aqui algumas questões, de Epicteto, anotados por Arriano: 

  • o que nos é “permitido desejar”?
  • o que “não nos é permitido desejar”?

Ora, "Aquele que progride é quem aprendeu dos filósofos que o desejo é pelas coisas boas e que a repulsa é pelas coisas más; é o que aprendeu também que a serenidade e a privação de sofrimento (tó euroyn kaí apathés) não advêm de outro modo ao homem senão assegurando o desejo e evitando o repulsa [...] Como, portanto, concordamos ser a virtude algo tal e buscamos e exibimos progresso em outras coisas? Qual a obra da virtude? A serenidade (euróia)." (Epicteto. D. I, IV.)

Um modo de levar em frente tal projeto é, em meio a tudo isso, acrescentar a leitura que Hadot fez dessa filosofia. O que ele denominou “exercícios espirituais” possibilita uma série de reflexões e uma “metodologia” para busca de uma verdadeira transformação de si mesmo que muitos estoicos e o próprio Epicteto viam como “conversão” por ser uma ética profundamente vinculada a proairesis (προαίρεσις): escolhas.: 

E, neste sentido, que prossigo esse estudo em meio ao restante:

  • aperfeiçoar a proairesis: aperfeiçoar a capacidade de escolha e como devemos bem viver.
  • para bem vivermos faz-se urgente, portanto, uma disciplina centrada na atenção de si e o cultivo da razão.

Portanto, a meta é, com essas máximas tomadas como maneira de caminhar em busca da aquisição das virtudes, alcançar a eudaimonia, chegar à euroia [εὐροίας]: serenidade, com a recomendação de Epicteto, alcançando por fim:

  • apátheia (ἀπάθεια): ausência de paixões e,
  • ataraxía (ἀταραξία): imperturbabilidade da alma.

E, como escrevi em 2016,

"Mais um dia se inicia... Cada vez que isso acontece fico mais convencido de que mudar o mundo é sempre o projeto mais fácil e de que o mais importante não é isso. Pelo contrário: conhecimento de si, paz interior e elevação moral é sim o essencial! De nada serve projetar-se no mundo, perder-se em meio a busca de acessórios, vãos, e desprezar o essencial. Praticar abnegação, enfrentar minhas batalhas interiores definem mesmo o meu projeto de vida e não há corrupção externa que me incomode a ponto de desviar-me do foco" (Marquinhos, 2016)

De tais recomendações, é necessário, seguindo Epicteto, reter:

  • disciplina e a adoção desses “exercícios” na busca de euroia,
  • a mudança dos hábitos a ponto de reformular a teoria em prática,
  • reconhecer que é processo lento e exige persistência (perseverança).

Por isso:

“Primeiro digira seus princípios, e então você terá certeza de não vomitá-los. [...] Mas depois que você tenha digerido estes princípios, mostre-nos alguma mudança em seu princípio governante [razão] que é devido a eles.” (D. III.XXII.3)

A proposta, portanto, é de alcançarmos o controle sobre nossos próprios julgamentos, nossas escolhas (προαίρεσις) e assentimentos. Esforço válido e imprescindível!

E, diz Epicteto:

"Você vê, então, que é necessário para você vir a ser um frequentador das escolas, se você realmente deseja fazer um exame das decisões de sua própria vontade. E que este não é um trabalho para uma simples hora ou dia você sabe tão bem quanto eu.”

Assim, enquanto “medito andando”, tenho postado aqui, para mero registro pessoal, que depois desenvolvo e, talvez, um dia publique.

______.

SUGESTÃO DE LEITURAS

APHRODISIAS, Alexander. On the Soul: Part I: Soul as form of the body, Parts of the Soul, Nourishment and perception. Bristol Classical Press, 16 agosto 2012.

______. Supplement to On the Soul. Bloomsbury Academic; Supplement edição, 2014.

EPICTETO. Entretiens. Livre I. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Book I. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue)

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

EPICTETUS. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; Fragments; Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001. 

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

IRVINE, William B. A guide to the good life: the ancient art of Stoic joy. New York: Oxford University Press, 2009.

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LONG, Georg. Discourses of Epictetus, with Encheiridion and fragments. Londres: Georg Bell and sons, 1890.

LUTZ, C. Musonius Rufus, the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

SÉNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

 III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA – MEMÓRIA E FINITUDE - UFMG

Ao mesmo tempo em que estou relendo bastante sobre o tema "Finitude" em filosofia, soube da realização desse Seminário sobre ...