domingo, 9 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: EUCLIDES E A GEOMETRIA

Continuo estudando, ainda, sobre a Estética Transcendental de Kant (KrV). Lembro de Newton e Euclides.

"Espaço - Tempo"; "Geometria"; "Condições de possibilidade para o conhecimento"; "sensibilidade e limites".

Relendo os Elementos - de Euclides, acrescento esse pequeno vídeo (com essa edição dso Elementos de 1570): https://fb.watch/ug1otijexn/

...

Sobre a Estética Transcendental:  "In this episode, I explain Immanuel Kant's notion of the Transcendental Aesthetic from the Critique of Pure Reason":  https://www.youtube.com/watch?v=nc6zAU0jI2c

...

Aqui, duas referências sobre Euclides e a geometria. Um pouquinho mais de boa Filosofia. E, porque isso me leva sempre à "Estética transcendental", na KrV de Immanuel Kant.

. ' .

1. EUCLIDES E A GEOMETRIA

Por que a geometria foi o modelo para o desenvolvimento de toda a ciência? Como ela deixou de ser uma disciplina empírica para se tornar uma "disciplina demonstrativa"? Qual a relação entre matemática e filosofia? O que é uma construção axiomática? Qual o significado profundo dos cinco axiomas de Euclides? Que fissura permitiu a criação das geometrias não euclidianas no século XIX? O que elas significam? Como Newton e Kant se relacionaram com a obra de Euclides? Como o questionamento de Kant foi superado no século XX?

São algumas questões de que tratei em "Euclides e a geometria", resenha da primeira edição dos Elementos no Brasil. Pessoas que não têm formação específica em matemática podem compreender todo o texto. Ele está no link, abaixo. Boa leitura!

Abraços,

Cesar Benjamin

Link para o texto: https://www.contrapontoeditora.com.br/artigos.php?id=106

2. A Geometria: a matemática implica figuras. In: Revista National Geografic, 2015.

 ImagemEuclides com o rosto de Bramante, grande arquiteto, amigo e protetor de Rafael) expõe seus conhecimentos geométricos, segurando um compasso. Os alunos ao seu redor parecem estar empolgados”, na obra de Rafael Sanzio: "Escola de Athenas":  (In: “História & Arte”).

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sábado, 8 de agosto de 2026

ANOTAÇÕES SOBRE PERFECTIBILIDADE, DIGNIDADE HUMANA E AS "PAIXÕES: DE DESCARTES E KARDEC" (III)


ESTUDOS EM DESENVOLVIMENTO HOJE 08.08. 2026

Mais sobre o Livro e o Link para a editora em:

E esse livro é acrescentado porque agrega algumas novas reflexões  sobre o assunto que tenho estudado muito por aqui.

Ora, pois "Um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer." (CALVINO, 2007, p. 11)

.'.

Retornando aos poucos às atividades normais, ao intenso trabalho e, enquanto isso, retomando alguns capítulos, nos últimos dias, de duas obras  de René Descartes que desde a graduação, sempre revisito. É só por serem clássicos valem ler e reler como clássicos, uma regra por aqui. Nenhum dos meus interesses excluem os clássicos. Indispensáveis!

E, ainda , tomando o estudo do tema como uma das tarefas fundamentais e, com certeza, para alcançar 'Aταραξία - ataraxia e ἀπάθεια - apátheia. Como sempre digo quando são desse tipo, estão bem em consonância com os enunciados básicos que, como princípios, já são adotados aqui, pois:

"[...] se a razão prevalecer, as paixões nem sequer começarão; mas se elas se encaminharem contra a vontade da razão, elas se manterão contra a vontade da razão. Pois é mais fácil detê-las no começo do que controlá-las quando ganham força." (DESCARTES. In: Paixões da alma.)

. ' .

As duas obras a que me refiro: "Regras Para a Direção do Espírito" e "As paixões da alma", de René Descartes, um dos grandes, de quem sempre extraio excertos para reflexões no blog.

Aqui, no caso, As paixões da alma; sempre revisitando essa brevíssima reflexão dela selecionada, sobre as "emoções":

"Ora, visto que essas emoções interiores nos tocam mais de perto e têm, por conseguinte, muito mais poder sobre nós do que as paixões que se encontram com elas, e das quais diferem, é certo que, contanto que a alma tenha sempre do que se contentar em seu íntimo, todas as perturbações que vêm de outras partes não dispõem de poder algum para prejudicá-la. Servem, antes, para lhe aumentar a alegria, pelo fato de, vendo que não pode ser por elas ofendido, conhecer com isso a sua própria perfeição. E, para que a nossa alma tenha assim do que estar contente, precisa apenas seguir estritamente a virtude. Pois quem quer que haja vivido de tal maneira que sua consciência não possa censurá-lo de alguma vez ter deixado de fazer todas as coisas que julgou serem as melhores (que é o que chamo aqui seguir a virtude), recebe daí uma satisfação tão poderosa para torná-lo feliz que os mais violentos esforços da paixão nunca têm poder suficiente para perturbar a tranqüilidade de sua alma".

Acrescentando, portanto:

DESCRIÇÂO DA OBRA:

"Uma ponte entre Descartes e Kardec. Ao acompanhar Descartes, aprendemos a precisão conceitual, a clareza da análise e o rigor do método. Ao ouvir Kardec, descobrimos a dimensão moral e evolutiva das paixões, entendidas como desafios do Espírito em sua caminhada rumo ao bem. Entre ambos, há uma complementaridade que enriquece nossa visão: o filósofo mostra como pensar, fornecendo as ferramentas da razão e da análise, enquanto o mestre do Espiritismo convida a aplicar esse conhecimento na vida prática, no esforço de autossuperação, na educação dos sentimentos e na conquista da verdadeira virtude.

Um grande exercício de autoconhecimento. Cada página busca revelar não apenas o que as paixões são, mas como podem ser compreendidas, governadas e educadas. A filosofia cartesiana nos ajuda a compreender os mecanismos; a filosofia espírita nos aponta os caminhos da superação moral. Ao unir esses dois olhares, oferecemos ao leitor um itinerário para compreender-se a si mesmo, reconhecendo nas paixões não inimigas a serem extirpadas, mas forças naturais a serem educadas e orientadas.

Que este livro seja lido como convite: convite ao estudo rigoroso, à reflexão profunda e, sobretudo, à prática de nossa transformação moral, que é a maior finalidade de todo o conhecimento espírita.

Visão rápida do sumário:

Capítulo I. Sobre o conceito de paixões da alma em Descartes.
Capítulo II. Paixões em Descartes: natureza, enumeração e governo.
Capítulo III. A admiração e suas paixões derivadas.
Capítulo IV. As paixões derivadas da admiração nas obras de Kardec.
Capítulo V. Paixões que dependem do bem e do mal.
Capítulo VI. As paixões que dependem do bem e do mal na obra de Kardec.
Capítulo VII. O egoísmo.
Capítulo VIII. Amor da alma vs. amor-paixão.
Capítulo IX. As virtudes e os vícios: a convergência de Descartes e Kardec.
Capítulo X. O valor moral do saber e da riqueza.
Capítulo XI. As virtudes e os vícios: a indulgência diante dos defeitos alheios.
Capítulo XII. As virtudes e os vícios: sobre a revelação do mal.
Capítulo XIII. Virtude: caminho, meta.
Capítulo XIV. Virtude cristã-espírita: convite, obstáculos e o trabalho interior.

Sobre o Autor

Cosme Massi é filósofo, professor, conferencista e escritor. Doutor e Mestre em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP. Especialista em Aprendizagem, Epistemologia, Ética e Teoria da Prova. Graduado em Física pela UFRJ. Ganhador de um Prêmio Moinho Santista em Lógica Matemática (1993). 

Profissionalmente é Sócio e Consultor da HOPER Educação. Foi Pró-Reitor de Planejamento e Avaliação Institucional da Universidade Positivo. Atuou como Membro da Comissão Técnica de Avaliação (CTA) do INEP/MEC e Consultor de Avaliação do Ensino Superior — INEP/MEC. Atualmente, lidera iniciativas de Gestão Compartilhada e Inteligência Acadêmica com foco no desenvolvimento de modelagens avançadas em Inteligência Artificial e na análise estratégica de microdados educacionais, orientando instituições de ensino superior na tomada de decisão e na melhoria consistente de desempenho acadêmico. 

No Espiritismo é pesquisador especializado na doutrina de Allan Kardec, quando fundou o IDEAK Instituto de Divulgação Espírita Allan Kardec e criou a KARDECPEDIA, atualmente em 9 idiomas, utilizada por estudiosos em todos os continentes.' (Fonte: Nobiltá)

Link para saber mais e estudar sobre o tema "paixões, vícios e virtudes" da alma em outra perspectiva: https://kardecpedia.com/

Sugestão de leitura: CHIBENI, S. S. As paixões: uma breve análise filosófica espírita. Disponível em: https://www.geeu.net.br/artigos/paixoes.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2026.

 

_______.


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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

MEDITAÇÃO RETROSPECTIVA NOTURNA CXXIII: AINDA ESTUDANDO ÉTICA DENTOLÓGICA E O UTILITARISMO

Ainda estudando Immanuel Kant, fiz hoje uma pausa para reler um texto de John Stuart Mill que propuseram duas teoria éticas bastante distintas.

Enquanto Immanuel Kant defendeu que a moralidade dos atos depende da motivação e cumprimento do dever; Também reconhecida como uma ética de deontológica. Por outro lado, a Ética proposta por John Stuart Mill, o Utilitarismo, defendia que o valor moral de um ato está ligado às consequências e na geração de felicidade para o maior número de pessoas.

Aproveitei e li um texto de Celso Lafer sobre o livro que está no site da Amazon:

Para saber mais: 

“Tornar feliz a vida humana, tanto no sentido comparativamente humilde de prazer e ausência de dor, como no sentido mais elevado de tornar a vida, não aquilo que ela é agora quase universalmente, algo pueril e insignificante, mas tal como podem desejá-la seres humanos com faculdades plenamente desenvolvidas”: este o ideal que inspira John Stuart Mill e que torna instigante e enigmática a sua formulação da ética utilitarista. Educado para ser o porta-voz das ideias de Jeremy Bentham, a influência de valores românticos como a imaginação e a emoção, atenuou, entretanto, o frio rigor analítico da formação inicial de Stuart Mill.  O utilitarismo  expressa essa tensão, defendendo o anseio da doutrina utilitarista pela “maior felicidade do maior número”, mas alterando o seu significado.

Como observou Norberto Bobbio ao tratar das relações entre Ética e Política o utilitarismo é, no campo do pensamento ocidental, provavelmente a última grande tentativa de construção de uma moral universal.

O utilitarismo teve em Bentham (1748-1832) a sua primeira grande formulação. É de Bentham que John Stuart Mill (1806-1873) parte neste livro, ao afirmar que “a Utilidade ou o Princípio de Maior Felicidade, como fundamento da moral, sustenta que as ações estão certas na medida em que elas tendem a promover a felicidade e erradas quando tendem a produzir o contrário de felicidade. Por felicidade entende-se prazer e ausência de dor, por infelicidade, dor e privação de prazer”.

No entanto, Stuart Mill diferencia-se de Bentham na sua exegese do que é felicidade, pois para ele o prazer não se restringe ao quantitativo do comensurável pela duração e intensidade. Abrange o qualitativo dos prazeres inferiores e superiores pois, na sua concepção de vida, estão presentes não apenas o racionalismo à maneira de Bentham mas as percepções da complexidade da alma humana, realçadas pelo romantismo. Como sublinhou Isaiah Berlin, para Stuart Mill o fundamental é a afirmação da capacidade do Ser humano de exercer a liberdade, escolhendo e decidindo entre o bem e o mal.

Na escolha entre o certo e o errado, a tônica do utilitarismo não é o da análise do ser virtuoso mas a da consequência das ações. Por isso, teve e tem impacto na teoria da decisão coletiva, ao buscar imprimir às políticas públicas um sentido de direção, voltado para o bem-estar da sociedade. E por esta razão, que desde Bentham, o utilitarismo está associado ao reformismo e ao progresso. Com efeito, o utilitarismo, como realça Stuart Mill, não é um egoísmo ético. Está voltado para eliminar os males do mundo, a começar pelo sofrimento da pobreza. O critério não é a felicidade do agente mas a multiplicação da felicidade na maior escala possível.

O utilitarismo  de Stuart Mill é um livro instigante, de um grande e íntegro pensador. A este livro, superiormente traduzido e apresentado por Alexandre Braga Massella e tão oportuno na discussão da agenda contemporânea, o público brasileiro passa a ter acesso nesta primorosa edição da Iluminuras." (Celso Lafer)

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______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe. Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis atque inteligibilis forma et principio. Akademie-Ausgabe. Trad. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad., apres. e notas de L. R. dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

NOVELLI, Pedro Geraldo Aparecido. In: Rev. Simbio-Logias. V.1, n.1, mai/2008.

PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.

MILL, John Stuart. Utilitarismo. Trad. Alexandre Braga Massela. São Paulo: Iluminuras, 2020.


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: DER UNBEWUßTE GOTT: PSYCHOTHERAPIE UND RELIGION DE VIKTOR FRANKL

Da confusão nascia o sentimento de falta de sentido da vida. A compensação financeira ou, dentro de certos limites, a segurança social não bastam. O homem não vive apenas de bem-estar material (FRANKL, 2005, p. 23)

O homem procura sempre um significado para a sua vida. Ele está sempre movendo-se em busca de sentido de seu viver; em outras palavras, devemos considerar aquilo que chamo de ‘vontade de sentido’ como um interesse primário do homem [...](Idem; Ibidem, p. 29)

A maneira peculiar com que Viktor E. Frankl (1905 – 1997), investigou a questão do "sentido"  ultrapassa em grande medida, uma mera especulação; pelo contrário: é possível extrair de sua posição uma boa reflexão filosófica. Parte do problema expresso pelo “sentimento de vazio de sentido” que leva as pessoas a procurar o psicólogo e o psiquiatra; um “vazio existencial” e a “depressão”, há muito discutidas nas áreas de saúde, apresentam-se cada vez mais como “doenças do século XXI”; ponto alto da investigação de Frankl em seu livro. O fato de o homem, na maioria das vezes, não saber o que quer deveria, segundo ele, servir para que tal ignorância a respeito de tal "sentido" fosse substituída por uma profunda reflexão sobre a Vida.

Ou seja, a discussão “terapêutica” de Frankl coloca o problema da “busca de sentido” como um tema de fundamental interesse humano, não somente como reflexão que aumente o sentido da existência mas como algo segundo o qual seria impossível viver sem. Buscar sentido em Viver constitui, portanto, para Frankl, a questão existencial primeira. Dado que é um sobrevivente de “campos de concentração” torna-se mais intenso o que ele pretende com a sua proposta: quase que num sentido kantiano de que viver é um dever. A busca pelo sentido, portanto, é imprescindível: viver bem.

...

Em alemão: Hoje, acrescento esse livro "Der unbewußte Gott: Psychotherapie und Religion", de Viktor E. Frankl.

Beschreibung: 

»Gäbe es Frankls Werk nicht, wir bräuchten es dringend, gerade heute, wo Zukunftsangst und Sinnkrise bei jungen Menschen - und nicht nur bei ihnen - so deutlich ausgeprägt sind wie möglicherweise niemals zuvor.« Bild der Wissenschaft

Victor E. Frankls Grundlagenwerk zum Thema Psychotherapie und Religion handelt im Gegensatz zum unbewusst Triebhaften von der unbewussten Religiosität und Gottbezogenheit des Menschen und ist darum eine wichtige Hilfe für die Orientierungssuche in unserer Zeit. "

...

Em português: O Deus inconsciente: psicoterapia e religião. De Viktor E. Frankl

Sobre o livro: "Se a obra de Frankl não existisse, precisaríamos dela urgentemente — justamente hoje, quando o medo do futuro e a crise de sentido entre os jovens (e não apenas entre eles) se manifestam de forma tão acentuada como talvez nunca antes." — "Bild der Wissenschaft"

A obra fundamental de Viktor E. Frankl sobre psicoterapia e religião trata — ao contrário do aspecto pulsional inconsciente — da religiosidade inconsciente e da orientação do ser humano para Deus; por isso, constitui um auxílio importante na busca por orientação em nossos tempos."

______.

CAMUS, Albert. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

DEFOE, Daniel. Um diário do ano da peste. São Paulo: Novo Século, 2021.

______. A journal of the plague year. Penguim Books, 2003.

FRANKL, Viktor. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. O Sofrimento Humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. The doctor and the soul: from psycotherapy to logotherapy. New york: Bantam Books, 1955.

______. Psycotherapy and existencialism: selected papers on logotherapy. New York: Simon and Schuster, 1970.

______. Angst und Zwang. Acta  Psychotherapeutica, I, 1953, pp. 111-120.

______. Teoria e terapia das neuroses: introdução à logoterapia e à análise existencial. São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Presença ignorada de Deus. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 1992.

_____. Der unbewußte Gott: Psychotherapie und Religion. Munique: Deutscher Taschenbuch Verlag, 1992.

,.GALENO. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

______. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 893-919: "As virtudes e os vícios”; “Paixões"; “Caracteres do homem de bem”; “Conhecimento de si mesmo” e 920-933: "Felicidade"; Q. 614-648: "Caracteres da Lei natural"; "Origem e conhecimento da Lei natural"; "O bem e o mal"; "Divisão da Lei natural").

TOLSTOY, Leon. A morte de Ivan Ilitch. Porto Alegre, RS: L&PM, 1997.

______. A morte de Ivan Ilitch. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora 34, 2009.

REFLEXÃO VESPERTINA CLXXVIII: A VIDA FELIZ E UMA ESPIRITUALIDADE LAICA (III)

   
Pensando bem!

Mais uma reflexão sobre a Vida Feliz (De Vita Beata),agora numa nova edição!

DOIS CAMINHOS... UM A SEGUIR...

Enquanto evito a “multidão”, cito Sêneca, para abrir a "reflexão matinal" sobre um livro de Luc Ferry que estou lendo:

"Quando se trata da felicidade, não é adequado que me respondas de acordo com o costume da separação dos votos : 'A maioria está deste lado, então, do outro está a parte pior'. Em se tratando de assuntos humanos, não é bom que as coisas melhores agradem à maioria. A multidão é argumento negativo. Busquemos o melhor, não o mais comum, aquilo que conceda uma felicidade eterna, não o que aprova o vulgo, péssimo intérprete da verdade. Chamo vulgo tanto àqueles que vestem a clâmide quanto aos que carregam coroas. Não olho a cor das roupas que adornam os corpos, não confio nos olhos para conhecer o homem. Tenho um instrumento melhor e mais confiável para discernir o verdadeiro do falso; o bem do espírito, só o espírito o há de encontrar”. (Sêneca. In: "Vida Feliz")

Reli, há poucos dias, um livrinho: A Carta sobre a felicidade, de Epicuro a Meneceu; em seguida retomei as Cartas de Sêneca a Lucílio (Carta XCII), A vida feliz, de Sêneca e hoje encerrando a leitura de um recente livro de Luc Ferry sobre o tema. Aos anteriores, portanto, acrescentei esse do Luc Ferry: A vida feliz: sabedorias antigas e espiritualidade laica. E, como sempre faço, adiciono aqui e em breve farei uma retomada, inserida nos “exercícios espirituais” conforme anoto abaixo.

Sobre Sêneca: em seu livro A vida feliz se opõe a Epicuro que defende o prazer como a fonte da felicidade.

Você se dedica aos prazeres, eu os controlo; você se entrega ao prazer, eu o uso; você pensa que é o bem maior, eu nem penso que seja bom: por prazer não faço nada, você faz tudo.”  (X, 3 ).

Cabendo ressaltar que ‘Feliz’ na discussão entre estoicos e epicuristas, é o equivalente da palavra grega eudaimonia (εὐδαιμονία), que pode ser traduzida como “vida digna de ser vivida”, “vida boa”, “plenitude do ser”.

Os estoicos defendem que a única vida que vale a pena ser vivida é aquela de retidão moral, o tipo de existência à qual olhamos no final e podemos dizer honestamente que não nos envergonhamos; uma vida virtuosa.

Diz Sêneca que não devemos ter a felicidade como objetivo: “não é fácil alcançar a felicidade já que quanto mais avidamente um homem se esforça para alcançá-la mais ele se afasta”.(I,1) a conclusão é que a solução é ter como objetivo a virtude, a felicidade será consequência.

Ademais:

Quem, por outro lado, forma uma aliança, entre a virtude e o prazer, obstrui qualquer força que uma possa possuir pela fraqueza da outra, e envia liberdade sob o jugo, pois a liberdade só pode permanece inconquistável enquanto não sabe nada mais valioso do que ela mesma: pois começa a precisar da ajuda da Fortuna, o que é a mais completa escravidão: sua vida torna-se ansiosa, cheia de suspeitas, tímida, temerosa de acidentes, esperando em agonia por momentos críticos. Você não oferece à virtude uma base sólida e imóvel se você a colocar sobre o que é instável: e o que pode ser tão instável quanto a dependência do mero acaso e as vicissitudes do corpo e daquelas coisas que agem sobre o corpo?”. (XV, 3 )

Fica claro, portanto, uma recomendação: a de que não devemos associar a virtude ao prazer, pois se assim o fizermos acabaremos adentrando territórios não virtuosos, seduzidos pelo prazer "desregrado". 

Assim, seguindo essa reflexão, acrescento como disse acima o Livro do Ferry que acabei de ler e citei acima; motivo dessas anotações de hoje.

Vejamos, de início, o que me chamou atenção nesse texto: principalmente a defesa de uma “espiritualidade laica” fundamentada num “racionalismo crítico” que ele mesmo aponta como ter sido influenciada por Immanuel Kant, Karl R. Popper, Alexis de Tocqueville e o “programa de trabalho de Victor Hugo”

Enfim, terminando de ler esse livro hoje e destaco que,

“Neste livro, o filósofo francês Luc Ferry nos brinda com uma investigação profunda e instigante sobre a busca pela felicidade e por significado na vida. Ele nos conduz através das correntes de pensamento filosófico e da espiritualidade laica, explorando o legado da mitologia e sua relevância para os desafios contemporâneos.

Um texto que nos leva a refletir sobre os princípios fundamentais da vida feliz, desafiando nossas perspectivas e encorajando-nos a desvendar nossas próprias escolhas e propósitos.”

La vie heureuse - Luc Ferry

  

Présentation:

Des scientifiques, de plus en plus nombreux, nous promettent que la « révolution de la longévité » est pour demain, que nos petits-enfants pourront vivre cent cinquante ans, voire davantage, encore jeunes et en bonne santé physique et psychique. Ce livre fait le point sur ces recherches, sépare science et fantasmes et pose la question de fond : à quoi bon vivre aussi longtemps ?

Face à cette interrogation, deux conceptions de la vie heureuse s’opposent. La première nous vient de ces sagesses anciennes que la psychologie positive remet au goût du jour. Elles nous invitent à dire « oui au réel », à nous résigner à l’ordre naturel des choses afin d’accepter dans la sérénité la vieillesse et la mort. Les modernes philosophies de l’histoire et de la liberté plaident pour une tout autre spiritualité : si une éducation tout au long de la vie, voire une perfectibilité potentiellement infinie, sont le propre de l’Homme, allonger la vie en bonne santé pourrait offrir à l’humanité l’occasion de devenir enfin moins bornée, moins violente, et, pourquoi pas, plus sage qu’elle ne le fut au xxe siècle.

Ce sont les termes de ce débat désormais crucial que présente ce livre. L.F.”

Prossigo!

(Grifos e destaques são meus)

______.

FERRY, Luc. La vie heureuse: sagesses anciennes et spiritualité laïque. Paris: Editions L’Observatoire, 2022

______. A vida feliz: sabedorias antigas e espiritualidade laica. Petrópolis, RJ: Vozes Nobilis, 2023.

Para saber mais sobre o tema:

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

EPICTETO. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Book I. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue)

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

EPICTETUS. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; Fragments; Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.

EPICURO. Carta sobre a felicidade: a Meneceu. São Paulo: Ed. Unesp, 1999.

ESPINOSA, Maria José Hernández. Epicuro e Séneca: leyendo Carta a Meneceo y La vida feliz. Publicacions de la Universitat de València, 2009.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

MAY, Rollo. O homem à procura de si mesmo. São Paulo: Ed. Círculo do livro, 1992.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 625; 907-912; 919-921 ).

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

SÉNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

______. Da tranquilidade da alma. (precedido de "Da vida retirada", seguido de "Da felicidade". Porto Alegre, RS: L&PM, 2009.

______. Vida Feliz. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

______; ______. Campinas, SP: Ed. Pontes, 1991.

______; ______. 2. ed. Campinas, SP: Ed. Pontes, 2020.



domingo, 2 de agosto de 2026

TEMPO DE ESTUDOS. LEITURA DE "AMOR AO BELO E AO BEM: ESTUDOS SOBRE O BANQUETE E A REPÚBLICA DE PLATÃO" (II)

 Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão

O Amor é o anseio de imortalidade.” (Platão - Banquete

 


Terminei hoje a segunda leitura do livro "Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão." E, prosseguindo os estudos sobre esse tema nas obras de Platão: o Bem e o Belo. sobre os quais tenho estudado em outros autores (Belo e Sublime na obra de Immanuel Kant e Burke, por exemplo), hoje terminei de ler outro sobre esse assunto: "Filosofia do enlace: amor e conhecimento em Platão" (sobre o qual estou elaborando uma pequena resenha para este Blog) e vou continuar até terminar um artigo que comecei a escrever recentemente a partir dos Diálogos de Platão.

...

1. Sinopse: No amor e no conhecimento, Platão percebeu uma mesma ascensão: da beleza sensível à verdade intelectual, do desejo humano à intuição do divino. Nesse movimento, o eros que busca o belo se converte em amor ao bem, e a filosofia revela-se, enfim, como uma pedagogia do amor. Ao evidenciar a força pedagógica de Sócrates, este livro mostra como o amor verdadeiro purifica o olhar, conduzindo da aparência à verdade, do material ao espiritual.

Nos dois estudos reunidos neste volume ― sobre o Banquete e a República de Platão ―, Victor Sales Pinheiro percorre a dialética de poesia e filosofia, imagem e conceito, amor e contemplação, a fim de elucidar os dois conceitos mais importantes do filósofo originário do Ocidente, a ideia do belo e a ideia do bem, que são explorados por arquétipos como Sócrates e Alcibíades, e símbolos como sol, linha e caverna. Esta obra demonstra também a presença constante desses termos na nossa tradição intelectual, da ética à política, da estética à teologia, num rico inventário da história das interpretações do Banquete.

Na pena de um professor generoso e ensaísta maduro, a interpretação acadêmica rigorosa dos célebres diálogos platônicos evita linguagem técnica e especializada, atraindo o público interessado em filosofia e cultura. Mais do que uma elegante introdução à filosofia clássica, Amor ao belo e ao bem é um convite atraente a repensar nossa forma de amar e conhecer.

2. Sinopse: Filosofia do Enlace - amor e conhecimento em Platão

Nenhuma inteligência séria pôde se furtar a um encontro e a um acerto de contas com Platão - o primeiro filósofo escritor. De Ficino a Schiller, variadíssimos pensadores lhe reconheceram a supremacia, e opositores como Feuerbach, Marx ou Nietzsche, ainda que com o desejo de negar-lhe as ideias, reconheceram-se obrigados a voltar constantemente ao pensamento platônico.Este livro é uma porta para novos simpatizantes aos estudos platônicos, promovendo a causa dos bons livros, das questões profundas do saber e da existência, das coisas belas, boas e que valem a pena.

______.

PINHEIRO, Victor Sales. Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão. São Paulo: Auster, 2026. 

...

BURKE, Edmund. Investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e da beleza. São Paulo: Edipro, 2016.

GIANETTI, Eduardo. O anel de Giges. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. A metafísica dos costumes. Trad. Clélia Aparecida Martins. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992.

______. A religião nos limites da simples razão. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2024.

______.Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. Rio Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. p. 30-32).

PLATÃO. Ménon. 8. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

______. República. 12. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2001.

______. República. 3. ed. Belém, PA: EDUFPA. Trad. Carlos Alberto Nunes, 2000.

______. Górgias. Tradução, ensaio introdutório e notas de Daniel R. N. Lopes. São Paulo: Perspectiva, 2020.

Para aprendizado. Link do Vídeo "Anel de Giges": https://www.youtube.com/watch?v=QqB-s0nvdUs

______.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

BIGHETO, A. C. Filosofia do enlace: amor e conhecimento em Platão. Bragança Paulista: Ed. Comenius, 2025.

BORBA, Alexandre Ziani de; LOPES, Arthur. (Orgs.) Virtudes e vícios da mente humana: uma antologia de ensaios sobre caráter intelectual. Cachoeirinha, RS. Editora Fi, 2024.

COELHO, Humberto Schubert. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

BORGES, Maria. Borges. Razão e emoção em Kant. Pelotas, RS: Editora e Gráfica Universitária, 2012.

______. Emotion, Reason, and Action in Kant. Bloomsbury Academic, 2019.

CÍCERO. On ends (The Finibus). Tradução de H. Rackham. Harvard: https://www.loebclassics.com, 1914.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livres I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

GIKOVATE, Flávio. Vício dos vícios: um estudo sobre a vaidade humana. São Paulo: MG Editores associados, 1987.

______. O mal, o bem e mais além: egoístas, generosos e justos. São Paulo: MG Editores associados, 2005.

______. Mudar: caminhos para a transformação verdadeira. São Paulo: MG Editores associados, 2014.

_____. Os sentidos da vida. São Paulo: Editora Moderna, 2009.HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

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______. A filosofia como maneira de viver: entrevistas de Jeannie Carlier e Arnold I. Davidson. (Trad. Lara Christina de Malimpensa). São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Exercícios espirituais e filosofia antiga. Trad. Flávio Fontenelle Loque, Loraine Oliveira. São Paulo: É Realizações, Coleção Filosofia Atual, 2014.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime. Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 19993.

______. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

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______. Anthropology from a pragmatic point of view. Carbondale, III: Southern Illinois University Press. 1996. eBook., Base de dados: eBook Collection (EBSCOhost).

______. Antropologia de um ponto de vista pragmático. Trad. Clélia Aparecida Martins. São Paulo: Iluminuras, 2006.

______. Crítica da razão prática. Tradução de Valério Rohden. São Paulo, Martins Fontes, 2002.

______. A metafísica dos costumes. Trad., apresentação e notas de José Lamego. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 903-919 "paixões"; 893-906 “virtudes e vícios”e 920-933 "felicidade").

KIRK, Russel. The conservative mind: from Burke to Eliot. São Paulo: É Realaizaçõea, 2020.)

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Livro II. 1).

NUSSBAUM, Martha C. A fragilidade da bondade: fortuna e ética na tragédia e na filosofia grega. São Paulo, Martins Fontes, 2009.

PLATÃO. As Leis e Epinomis. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2010.

________. Banquete, Fédon, Sofista e Político. Trad. José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Abril Cultural, 1972.

________. Crátilo. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 1973

________. Fedro, Cartas e Primeiro Alcibíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: ed. da Universidade Federal do Pará, 1975.

________. Fedro, Eutífron, Apologia de Sócrates, Críton, Fédon. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: Edipro, 2008.

________. Górgias, Eutidemo, Hípias Maior e Hípias Menor. Trad. Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2007.

________. Mênon. Trad. Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO; São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

________. Górgias, Protágoras. 3. ed. Trad. Carlos Alberto Nunes. Edição bilíngue; Belém, PA, 2021.

________. Mênon, Eutidemo. 3. ed. Trad. Carlos Alberto Nunes. Edição bilíngue; Belém, PA, 2021.

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________. Timeu. Trad. Maria José Figueredo. Lisboa: Instituto Piaget, 2003.

ROWE, C. J. Plato. Phaedo. Cambridge Greek and Latin classics, 2001.




TEMPO DE ESTUDOS: EUCLIDES E A GEOMETRIA

Continuo estudando, ainda, sobre a Estética Transcendental de Kant (KrV). Lembro de Newton e Euclides. "Espaço - Tempo"; "Geo...