quinta-feira, 3 de abril de 2025

SOBRE A NOVA OBRA DE KATHARINA KRAUS: "KANT'S IDEAS OF REASON"

Mais uma excelente oportunidade para refletir com Katharina T. Kraus sobre as "Ideias da razão de Kant".

Lançamento de 2025. Vou ler em breve.

Este livro introduz as Ideias de razão de Kant, focando nas ideias de razão teórica no estudo da natureza. Ele oferece uma nova interpretação que mostra como ideias como a alma, o mundo-todo e Deus fornecem uma orientação reguladora para lidar com a situacionalidade perspectivista humana no mundo. Esta interpretação perspectivista reconcilia duas tendências interpretativas: uma leitura realista, segundo a qual as ideias se referem a coisas reais independentes da mente humana, e uma leitura ficcionalista, segundo a qual as ideias são ficções heurísticas sem referência a nada real. A interpretação perspectivista reconhece duas funções das ideias: primeiro, as ideias delineiam domínios de objetos possíveis, apresentando assim à mente humana contextos de inteligibilidade nos quais a cognição dos objetos pode ser significativa. Segundo, as ideias projetam uma realidade última como um focus imaginarius, que serve como um ideal normativo para avaliar o sucesso das investigações humanas sobre a natureza.

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From the publisher’s website

"This Element introduces Kant's ideas of reason, focussing on the ideas of theoretical reason in the study of nature. It offers a novel interpretation that shows how such ideas as the soul, the world-whole, and God provide a regulative orientation for coping with human perspectival situatedness in the world. This perspectivalist interpretation reconciles two interpretive tendencies: a realist reading, according to which ideas refer to real things independent of the human mind, and a fictionalist reading, according to which ideas are heuristic fictions without reference to anything real. The perspectivalist interpretation recognizes two functions of ideas: first, ideas outline domains of possible objects, thus presenting the human mind with contexts of intelligibility in which the cognition of objects can be meaningful at all. Second, ideas project an ultimate reality as a focus imaginarius, which serves as a normative ideal for evaluating the success of human inquiries into nature."

______.

ALLISON, Henry F. Kant`s Transcendental Idealism: an interpretation and defense. Yale University Press, 2004. ("Paralogismos", cap. 12).

______. O idealismo transcendental de Kant: interpretação e defesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024. ("Paralogismos", cap. 12.

AMERIKS, Karl. The Cambridge Companion to German Idealism. Cambridge University Press; 2. ed., 2017.

ARAUJO, S. F. O projeto de uma psicologia científica em Wilhelm Wundt: uma nova interpretação. Juiz de Fora: EDUFJF, 2010.

______. PEREIRA, Thiago Constâncio Ribeiro, STURM, Thomas (Eds.). The force of an idea: new essays on Christian Wolff's psychology. Springer, 2021)

______. O lugar de Christian Wolff na história da psicologia. Universitas Psychologica, 11(3), 1013-1024, 2012.

BLÖSER, Claudia; STAHL, Titus (eds.). The Moral Psychology of Hope. Rowman and Littlefield, 2020. 302pp.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

DAHLSTROM, Daniel O. Philosophical legacies: essays on the thought of Kant, Hegel, and their contemporaries. Catholic University of America Press, 2008.

______. Kant and his German Contemporaries: Volume 1, Logic, Mind, Epistemology, Science and Ethics. Cambridge University Press, 2018

DE BOER, Karin. Kant's reform of metaphysics: the Critique of pure reason Reconsidered. Cambridge University Press, 2020.

DYCK, Corey W. Kant and rational psychology. Oxford University Press, USA, 2014.

______.  Kant and his German Contemporaries: Volume 2, Aesthetics, History, Politics, and Religion. Cambridge University Press, 2018.

______. Early Modern German Philosophy (1690-1750). OUP. Oxford University Press, 2010.

KANT, Immanuel. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______.Vorlesung über die philosophische EncyclopädieInKant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

______. Die Religion innerhalb der Grenzen der bloßen Vernunft. W. de Gruyter, 1968.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992.

______. A religião nos limites da simples razão. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2024.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Textos pré-críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

______. Textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Investigação sobre a clareza dos princípios da teologia e da moral. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda, 2007.

______. Lições de Ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Feldhaus. São Paulo: Unesp, 2018.

______. Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis: Vozes/ São Francisco, 2019.

______. Lições de Metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis: Vozes/São Francisco, 2021.

______. Crítica da razão pura. Tradução Valerio Rohden e Udo Moosburguer. Coleção Os Pensadores. São Paulo,Abril Cultural, 1983.

______. Crítica da razão pura. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1994.

______. Crítica da razão pura. tradução e notas de Fernando Costa Mattos. 3.ed. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista, SP, 2013 (Col. Pensamento humano).

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis ataque inteligibilis forma et princípio. Akademie-Ausgabe. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad. apres. e notas de Leonel Ribeiro dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

______. Resposta à pergunta: o que é esclarecimento? InEstudos Kantianos, Marília, v. 8, n. 2, p. 179-189, Jul./Dez., 2020.

______. Crítica da razão prática. Tradução de Valério Rohden. São Paulo, Martins Fontes, 2002.

______. Kants Werke. Ed. Königlich Preussischen Akademie der Wissenschaften, Berlin, Georg Reimer, <Akademie Text-Ausgabe, Berlin,Walter de Gruyter & Co.>, vol. XIX, 1902 ss.

KANTERIAN. Edward. Kant, God and Metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KRAUS, Katharina. Kant on Self-Knowledge and Self-Formation. Cambridge University Press, 2020.

______. Kant's ideas of reason. Cambridge University Press, 2025.

WOLLF, C. Psychologia empirica. In: J. École (Hrsg.), Christian Wolff’s Gesammelte Werke, II. Abteilung [Christian Wolff‘s Collected Works, Section II] (Band 5). Hildesheim: Olms (Erstausgabe 1732), 1964.

______. Psychologia rationalis. In: J. École (Hg.), Christian Wolff’s Gesammelte Werke, II. Abteilung. [Christian Wolff‘s Collected Works, Section II] (Band 6). Hildesheim: Olms (Erstausgabe 1734), 1966.

______. Prolegomena to empirical and rational psychology. In: R. Richards (Ed.), Christian Wolff’s prolegomena to empirical and rational psychology: Translation and commentary. Proceedings of the American Philosophical Society, 124, 227-239, 1980.

______. Vernünftige Gedanken von Gott, der Welt und der Seele des Menschen, auch allen dingen überhauptIn: C. Corr (Hg.), Christian Wolff’s Gesammelte. Werke, I. Abteilung [Christian Wolff‘s Collected Works, Section I] (Band 2). Hildesheim: Olms (Erstausgabe 1720). Wolff, C. (2006). Einleitende Abhandlung über Philosophie im allgemeinen [Introductory essay on philosophy in general] (G. Gawlick und L. Kreimendahl, Übers. und Hgg.). Stuttgart/Bad Cannstatt: FrommannHolzboog (Erstausgabe 1728), 1983.

______. 1679-1754. Psicologia empírica: prefácio e prolegômenos. Tradução de Márcio Suzuki. São Paulo: Editora Clandestina, 2018. 



domingo, 30 de março de 2025

PROSSEGUINDO OS ESTUDOS APÓS QUATRO ANOS DE DISTÂNCIA E ISOLAMENTO (II)

Guardando recordações.
Com alguns integrantes do IDEAK (Curitiba)

Hoje também. Dois dias de muito estudo e aprendizado.

Depois de tanto tempo consegui sair de casa pela segunda vez. Vamos caminhando devagarinho...

Voltando para a Oficina, tempo de chuva leve, mais um cafezinho... Estudando o de sempre sempre: Henrich, Kant, Epicteto, Marco Aurélio, ... Conversando ainda com professores com quem sempre aprendo muito.

E, com amigos que não via desde antes da minha passagem de 30 dias pela UTI.

Gratidão sempre. Amanhã tem mais! O de sempre!

E, entre tantos sobre os que conversamos estudando, recordando mais uma vez essa citação cartesiana:

"[..] a fim de que se note que o corpo, tomado em geral, é uma substância, razão pela qual também ele não perece de modo algum; mas que o corpo humano, na medida em que difere dos outros corpos, não é formado e composto senão de certa configuração de membros e outros acidentes semelhantes; e a alma humana, ao contrário não é assim composta de quaisquer acidentes, mas é uma pura substância (...) é, no entanto, sempre a mesma alma; ao passo que o corpo humano não mais é o mesmo pelo simples fato de se encontrar mudada a figura de alguma de suas partes. Donde se segue que o corpo humano pode facilmente perecer, mas que o espírito ou a alma do homem [...] é imortal por sua natureza." (DESCARTES, Traité de l’Homme. 1649/1983, p. 80).

______.

(Revue, março de 1861)

Nestas mensagens elevadas, um Espírito Superior, falando com ternura e autoridade moral, conduz-nos à essência da vontade divina. Ensina que Deus não impõe sofrimentos, mas permite que o homem colha as consequências de seus próprios desvios, como forma de advertência e aprendizado.

A fé, a humildade e o amor surgem como os pilares de uma verdadeira transformação espiritual. A fé esclarecida, sustentada pela razão; a humildade como chave que abre os tesouros do progresso moral; e o amor como lei maior que rege o universo visível e invisível.

Enquanto os sistemas humanos fracassam por falta de fé e desinteresse sincero, as Leis divinas permanecem eternas e triunfantes. A promessa é clara: o reino de Deus se instaurará na Terra quando o amor reinar nos corações.

_____.








quinta-feira, 27 de março de 2025

REFLEXÃO MATINAL CLXV: NOVAS LEITURAS SOBRE O ESTOICISMO

(IMAGEM: "Pinterest")

Ainda estou focado nos estudos de sempre aqui. No entanto, prossigo estudando os clássicos fundamentais para um aprofundamento na visão tradicional de Estoicismo. Mas, cabe mais uma reflexão como esta que iniciei e vou dando andamento com as leituras, cotejando e refletindo atentamente:

"A verdade objetiva é ainda mais fundamental porque, ao realizar uma ação, o antigo estoicismo determina que devemos simplesmente nos concentrar no que é, e não em nossas impressões subjetivas. Nesse sentido, toda a teoria estoica antiga gira em torno da nossa capacidade de compreender a verdade por meio da razão e de nos separar dos males gerados por nossas impressões tendenciosas dos eventos."

Entre as referências principais para esta reflexão estão:

DIOGÈNE LAËRCE. Vies et Doctrines des Stoïciens. Paris: Librairie Générale Française, 2006.

EPICTÈTE. Entretiens: livres I à IV, Paris: Editions Gallimard, 1993.

______. Manuel d’Epictète. Paris : Flammarion, 2015.

STANKIEWICZ, Piotr. Manual of Reformed Stoicism. Delaware: Vernon Press, 2020.

Link para os artigos e demais referencias sugeridas.

https://stoagallica.fr/les-stoicismes-contemporains-2-le-reformed-stoicism-de-piotr-stankiewicz/

Sobre o Autor

Piotr Stankiewicz PhD (b. 1983) is a philosopher, author and teacher specializing in Stoicism. He writes in English and in Polish, he is captivated by the idea that Stoicism is not only a school of philosophy from a Classics textbook, but a viable philosophy of life for modern times. Stankiewicz has a background in both philosophy and science. He is a member of the "Modern Stoicism" team, an international network of scholars and authors promoting Stoic philosophy. In 2019 he published another book on Stoicism with Vernon Press - "Does Happiness Write Blank Pages? On Stoicism and Artistic Creativity". He is based in Warsaw, Poland.

Voltando agora às leituras.

______.

CÍCERO, M.T. 1988. De finibus bonorum et malorum / Über die Ziele des menschlichen Handelns. Edição e tradução: Olof Gigon. München/Zürich: Ártemis.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

DINUCCI, Aldo. Manual de estoicismo: uma visão estóica do mundo. São Paulo: Auster, 2023. 

______; TARQUÍNIO, Antonio. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed, São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2012.

______; JULIEN, Alfredo. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

______; JULIEN, A. (Org.) Epicteto: fragmentos e testemunhos. Tradução dos fragmentos gregos e notas Aldo Dinucci e Alfredo Julien. Textos de Aldo Dinucci, Alfredo Julien e Fábio Duarte Joly. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2008.

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

______. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

GRAPOTTE, Sophie (Org.); LEQUAN, Mai; RUFFING, Margit. Kant et les sciences: un dialogue philosophique avec la pluralité des savoirs. Paris: Vrin, 2011.

______; PRUNE-BRETINNET. Tinca, (dir.). Kant et Wolff: héritages et ruptures. Paris: Vrin, 2011.

______. RUFFING, Margit; TERRA, Ricardo.(dir.).  Kant - la raison pratique: concepts et héritages. Paris: Vrin, 2015.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

KANT, I. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe. Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes. 2003.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

_______. Crítica da razão pura. Tradução Valerio Rohden e Udo Moosburguer. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural 1983.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992.

_______. Reflexionen zur MoralphilosophieIn: KANT, Immanuel. Kants Werke, Ed. Königlich Preussischen Akademie der Wissenschaften, Berlin, Georg Reimer, <Akademie Text-Ausgabe, Berlin,Walter de Gruyter & Co.>, vol. XIX, 1902.

_______. Dissertação de 1770. Trad. Leonel R. Santos. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda 1985.

_______. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

_______. Werkausgabe (ed.Wilhelm Weischedel). Frankfurt am Main: Suhrkamp, vol 8 (Die Metaphysik der Sitten). 1977.

______. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Lições de metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2021.

______. Réflexions métaphysiques (1780-1789). Introduction, traduction et notes par Sophie Grapotte, Docteur de l’Université de Bourgogne, membre du « Groupe de travail sur la philosophie allemande du XVIIIe siècle » (CERPHI). Paris: Vrin, 2011.

 ______. Textos pré-críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

______. Textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Investigação sobre a clareza dos princípios da teologia e da moral. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda, 2007.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. ("As virtudes e os vícios": Q. 893-906; Q. 907-912 "As paixões"; Q. 920-933 "Felicidade e infelicidade relativas").

LEIBNIZ. G. W. Novos ensaios sobre o entendimento humano. Lisboa: Edições Colibri, 1993.

______. Ensaios de teodicéia. São Paulo: Estação Liberdade, 2013.

______; WOLFF, C; EULER, L.P; BUFFON, G.-L; LAMBERT, J. H; KANT, I. Espaço e pensamento: textos escolhidos. Organização de Márcio Suzuki (Org.). Tradução de Márcio Suzuki e Outros. São Paulo: Editora Clandestina, 2019. 286.

LOCKE, John. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Martins Fontes, 2012. 

PHILONENKO, Alexis. L'Oeuvre de Kant: la philosophie critique. Tome I. J. Paris: Vrin, 1996. (col. Bibliothèque d'histoire de la philosophie)

RATEAU, Paul, author. Leibniz on the problem of evil. New York: Oxford University Press, 2019.

SELLARS, J. The Art of Living: The Stoics on the Nature and Function of philosophy. Burlington: Ashgate, 2003.

______. Lessons in Stoicism: what ancient philosophers teach us about how to live. Penguim, 2019.

______. Estoicismo. Petrópolis, RJ: Vozes Nobilis; 1ª edição (1 novembro 2024.

______. Lições de estoicismo: O que os filósofos antigos têm a ensinar sobre a vida. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2023.

______. Lessons in Stoicism: What ancient philosophers teach us about how to live.  Londres: Penguin Books Ltd, 2020.

______. Hellenistic Philosophy. Oxford University Press, 2018.

______. Aristotle: Understanding the world's greatest philosopher. Pelican, 2023.

SCHMUCKER. Josef. Die Ursprünge der Ethik Kants in seinen vorkritischen Schriften und Reflektionen. Meisenheim: A. Hain, 1961.

THEIS, Robert (dir.). Théologie et religion. Paris: Vrin, 2013.

domingo, 9 de março de 2025

ESTUDANDO AINDA OS TEXTOS DO PERÍODO PRÉ-CRÍTICO

 


Reunindo excertos para Desenvolvimento

Ainda relendo e estudando hoje Das Ende aller Dinge (1793)Acrescento novamente uma obra que ainda sigo aprendendo a ler em alemão, obra editada por Paul Menzer em 1911: Kants Populäre Schriften, com textos de Immanue Kant publicados entre 1755 e 1798.

Acrescentando ainda outra que sigo estudando sobre o assunto; um volume da “série”: “(Kant Studies Supplementary Booklets, 122).

“A série publica excelentes estudos monográficos e antologias sobre todos os aspectos da filosofia de Kant, bem como sobre a relação sistemática de sua filosofia com outras abordagens filosóficas do passado e do presente. São publicados estudos que têm caráter inovador e atendem a requisitos explícitos de pesquisa. As publicações representam, portanto, o estado mais recente da pesquisa."

______.

E, ainda com destaques especiais, claro, inclusive em relação à Psicologia racional, o período pré-crítico e, dado o percurso que iniciei há algum tempo (desde a graduação), as obras  de Immanuel Kant passaram a fazer parte das minhas leituras. De grande utilidade para a minha pesquisa, em andamento; são leituras que tem trazido uma série de apontamentos fundamentais além de importante bibliografia, algumas já acrescentadas às minhas leituras e outras a serem lidas o mais breve possível.

Recentemente, o professor Bruno Cunha (UFSJ) traduziu as Lições de ética. “Trata-se das notas que foram tomadas pelos alunos a partir dos ensinamentos do professor em sala de aula. 

Apesar desse atraso na edição e na publicação das Lições de Ética, é perceptível que houve um reconhecimento progressivo da importância desses manuscritos no século XX, o que é atestado, sobretudo, nos estudos e comentários que foram desenvolvidos, a partir de então, utilizando esse material como um suplemento para a reconstrução e a compreensão do desenvolvimento do pensamento moral de Kant.” 

Publicou seu livro “A gênese da ética kantiana” que, como diz o professor, Vinícius Figueiredo: Bruno Cunha começa a examinar a articulação entre moralidade e o problema do mal desde o de sua aparição primeira na obra de Kant, quando, ainda na década de 1750, ele se deparou com a teodiceia leibniziana. A originalidade de sua reconstrução reside na hipótese de que a cogitação de Kant sobre esse problema foi determinante na orientação de sua inteira filosofia prática. A ruptura com a tradição leibniziano-wolffiana, entre os anos 50 e 60, a aproximação de Kant em relação aos britânicos e especialmente, a Rousseau, são rediscutidos através desse problema, em uma investigação que combina a análise dos textos publicados com a interpretação das Reflexionen e das anotações ao compêndio de filosofia prática de Baumgarten. Ao fim e ao cabo, o leitor se dá conta que a articulação entre a fundamentação da obrigação, de um lado, e a aferição de um sentido para a ação moral, de outro, foi sendo gestada logo que a solução de matiz intelectualista e teológica oferecida pelo wolffianismo se revelou insustentável. A análise aqui efetuada das Reflexionen kantianas da segunda metade dos anos 60 é decisiva para reaver todo interessante e alcance das respostas ulteriores. Bruno Cunha é especialmente feliz em assinalar a lenta conversão de uma teodiceia objetiva – ponto de vista de Leibniz e Wolff – para o que será, com a consolidação do criticismo, uma filosofia da história. É impossível não recordar aqui um célebre artigo de G. Lebrun, no qual ele chamava a atenção para o fato de que a filosofia da história opera no kantismo como uma escatologia para o homem moral*”.

“ ‘Uma Escatologia para a Moral” escrito por Gérard Lebrun e publicado em 1986 (reeditada pela WMF Martins Fontes) na obra Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita, em que aborda a ideia de que o homem tem o dever de realizar fins para a humanidade, mas que a efetivação desses fins não depende apenas do esforço individual. A ideia de progresso aparece no texto como fundamental para a humanidade, e o desenvolvimento deve ter como fim a humanidade, que é o meio para a realização plena do homem.”

______. 

A esses acrescentei Lições sobre a doutrina filosófica da religião, outra obra fundamental para o trabalho em andamento. 

E, hoje, acabo de saber que o professor Bruno Cunha traduziu outra importantíssima obra, para as minhas pesquisa sobre a Metafísica e, particularmente as discussões sobre este tema nas obras de Immanuel Kant, tanto no período pré-crítico como em toda “herança kantians”. A obra é Liçõe de metafísica. Conforme sinopse:

“Que há, portanto, realmente conhecimentos a priori já é algo comprovado. Por certo, há toda uma ciência de meros conceitos puros do entendimento. Mas se levanta a pergunta: como os conhecimentos a priori são possíveis? A ciência que responde essa questão se chama Crítica da razão pura. A filosofia transcendental é a ciência de todos os nossos conhecimentos puros a priori. Normalmente é denominada ontologia. [...] As principais ciências que pertencem à metafísica são a ontologia, a cosmologia e a teologia. [...] A ontologia é uma doutrina elementar pura de todos os nossos conhecimentos a priori. Em outras palavras, ela contém a soma total de todos os conceitos puros que podemos ter a priori de coisas. A cosmologia é a consideração do mundo por meio da razão pura. O mundo consiste no mundo corpóreo ou no mundo da alma. Portanto, a cosmologia contém duas partes. A primeira poderia ser denominada a ciência da natureza corpórea e a segunda parte a ciência da natureza pensante. Há, por essa razão, uma doutrina do corpo e uma doutrina da alma. A física racional [physica rationalis] e a psicologia racional [psychologie rationalis] são ambas partes principais que pertencem à cosmologia metafísica geral. – A última ciência metafísica principal é a teologia racional.” AA XXVIII: 541- 542

Com isso, prosseguindo com os trabalhos... 

E, hoje 12.10.2022:

Acrescento aqui um texto em que o professor Bruno Cunha fala sobre o processo de edição e tradução do livro mais recente deste filósofo vertido por ele ao português.

Link para a página com o texto, da Editora:

https://revistaursula.com.br/filosofia/as-licoes-de-metafisica-de-kant/?fbclid=IwAR2lk26kdj4GxdHu6RH19Hzte_-YWCOXCQIHrVNcVRq-aGjKMU0csTDsFbE

Acrescentei recentemente também a tradução do prof. Bruno Cunha da Religião nos limites da simples razão. 

______.

CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Lições de metafísica. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2021.

______. Religião nos limites da simples razão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2024.

Mais Bibliografia sobre o tema

ANTOGNAZZA, Maria Rosa. The Oxford Handbook of Leibniz. Oxford University Press, 2018.

BUTLER, J; CLARKE, S; HUTCHESON, F; MANDEVILLE, B; SHAFTESBURY, L; WOLLASTON, W. Filosofia moral britânica: Textos do Século XVIII. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2014.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Textos pré-críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

______. Textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Investigação sobre a clareza dos princípios da teologia e da moral. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda, 2007.

LÉBRUN, Gerard. Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. 3. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.

LEIBNIZ. G. W. Novos ensaios sobre o entendimento humano. Lisboa: Edições Colibri, 1993.

______. Ensaios de teodicéia. São Paulo: Estação Liberdade, 2013.

______; WOLFF, C; EULER, L.P; BUFFON, G.-L; LAMBERT, J. H; KANT, I. Espaço e pensamento: textos escolhidos. Organização de Márcio Suzuki (Org.). Tradução de Márcio Suzuki e Outros. São Paulo: Editora Clandestina, 2019. 286.

LOCKE, John. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Martins Fontes, 2012. 

PHILONENKO, Alexis. L'Oeuvre de Kant: la philosophie critique. Tome I. J. Vrin, 1996. (col. Bibliothèque d'histoire de la philosophie)

RATEAU, Paul. Leibniz on the Problem of Evil. Oxford University Press, 2019.


sexta-feira, 7 de março de 2025

I CICLO DE CONFERÊNCIAS: O LUGAR DE DEUS NA FILOSOFIA ALEMÃ

 

No "Canal Filosofia de Combate"

Ciclo de conferências.

Sem sair do foco, mantidas as minhas leituras sobre o tema, divulgo e vou acompanhar as Conferências e diversas abordagens a partir do Idealismo e romantismo alemães.  Certeza de muito interessantes discussões, em diversas perspectivas, sobre um tema que me interessa bastante. 

"Convidamos todos a participar do "I Ciclo de palestras: o lugar de Deus na filosofia alemã", promovido pelo PPGF da PUCPR,Curitiba. O evento será totalmente online, transmitido e gravado pelo YouTube, através do canal "Filosofia de Combate". Cada encontro será dedicado a um filósofo específico, buscando refletir sobre o estatuto de Deus em sua filosofia. Os encontros, com exceção do primeiro (que será às 13h), ocorrerão às 15h de Brasília, contando com a exposição e perguntas através do chat. Não é necessário realizar inscrição; não haverá emissão de certificado de participação."

Link para o evento: 

https://www.youtube.com/@FilosofiadeCombate

______.
  1. https://www.youtube.com/watch?v=tQeRl5ErbfE

REFLEXÃO MATINAL CLXIV: AINDA SOBRE OS PASSOS PARA MODIFICAR OS DESEJOS (VII)

(IMAGEM: "Pinterest")

"εγκράτεια"

TEMPERANÇA

O texto abaixo, contendo uma "prece" e "quatro pedidos", tem forte ligação com a “cultura grega”, portanto, leia-se como tal; retenha-se o que seja bom:

(No FEDRO)

"Fedro — [...] Mas vamos embora, porque o calor já não está tão forte.

Sócrates — Não convém que façamos uma prece a esses deuses, antes de seguir o caminho?

Fedro — Por que não?

Sócrates — Querido Pã e outros deuses que estais neste lugar, concedei-me a beleza interior e fazei que meu exterior se harmonize com tudo o que carrego dentro de mim. Que eu possa considerar rico o sábio e possa ter uma quantidade de ouro que só o temperante conseguiria tomar para si ou levar consigo. Precisamos de outras coisas, Fedro? Creio que pedi o suficiente.

Fedro — Esta oração é também a minha, pois os amigos têm tudo em comum.

Sócrates — Vamos, então!"

(PLATÃO. In: Fedro, 279 B-C, apud REALE, G. O saber dos antigos: terapia para os tempos atuais. 3. ed. São Paulo: Loyola. p. 251-261)

Sobre os quatro pedidos...:

1. Primeiro pedido: “[...] beleza interior” [...]

2. Segundo pedido: “[...] concordância que o homem deve realizar entre o ‘interior’ e o ‘exterior’ [...] o que é ‘espiritual' e o que está ligado ao corpo”

3. Terceiro pedido: “[...] não é o ouro (e a riqueza em geral) o verdadeiro Bem [...] a Sabedoria tem muito mais valor que este.”

4. Quarto pedido: “[...] o filósofo sabe que não pode pedir [...] todo o ouro da sabedoria [...] mas pode [...] ter o mais possível [...] desde que não ultrapasse o justo limite.”

Seria esse o temperante...

Ademais, sem jamais dar um um sentido “teológico” ou sectário mas puramente filosófico ao que entendo sobre essa questão acrescento um pequeno texto de S. A. Kierkegaard e a questão 661 do LE (Le Livre des Esprits. (1985); tradução de 2013),  

A função da oração não é influenciar Deus, mas especialmente mudar a natureza daquele que ora." (Søren Aabye Kierkegaard)

LE Q. 661:

a) - Como é que certas pessoas, que oram muito, são, não obstante, de mau caráter, ciosas, invejosas, impertinentes, carentes de benevolência e de indulgência e até, algumas vezes, viciosas?

“O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas supõem que todo o mérito está na longura da prece e fecham os olhos para os seus próprios defeitos. Fazem da prece uma ocupação, um emprego do tempo, nunca, porém, um estudo de si mesmas. A ineficácia, em tais casos, não é do remédio, sim da maneira por que o aplicam.”
______.
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SOBRE A NOVA OBRA DE KATHARINA KRAUS: "KANT'S IDEAS OF REASON"

Mais uma excelente oportunidade para refletir com Katharina T. Kraus sobre as "Ideias da razão de Kant". Lançamento de 2025. Vou ...