sábado, 21 de março de 2026

TEMPO DE ESTUDOS SOBRE O TEMA: "CURA DA ALMA" (SEELSORGE) - II

 

Pausa na Oficina. Estudando um tema, sobre o qual estudo desde os anos 80" sem abandonar o principal...

Recentemente, nas pausas, tenho lido e relido algumas publicações de Frederick Campbell Crews (1933-2024). Publicou ensaios, foi crítico literário e professor emérito de Inglês na University of California, Berkeley.

Meu interesse em sua obra, o tema, parte da fase em que Crews passou a estudar e criticar a obra de Freud. Analisa em seus escritos, o estilo, o método e a relevância científica das suas propostas tendo participado, entre os anos 80 e 90 de debates conhecidos como "guerras de Freud."

O que me levou ao tema foi meu interesse desde a graduação. À época ainda via como bons olhos o assunto. Com a leitura de Karl R. Popper e sua crítica sobre o “critério de demarcação” comecei a ver outros lados da mesma temática. Continuei e, recentemente, como disse acima cheguei a Crews, Hansson Catherine Meyer e demais autores, citados abaixo, que tem me ajudado bastante nestas leituras e releituras do tema que, desde à época são constantes. Tenho descoberto e me surpreendido com as nos abordagens. Portanto, ddou prosseguimento...  

Em 10 de dezembro de 2025 acrescentei referências à obra de Oskar Pfister que estou lendo desde o 29 de novembro de 2025.

1. L'Ilusion d'un avenir "Em 1928, o pastor Pfister, de Zurique, empreendeu uma resposta a O Futuro de uma Ilusão” (1927), de Freud, texto seminal que analisa o "fenômeno religioso" sob a perspectiva do "conhecimento inconsciente", em suas dimensões clínica e cultural. Psicanalista profundamente devotado a Freud, a quem conhecera cerca de vinte anos antes, Oskar Pfister recorreu à concepção de religião do fundador da psicanálise — seu profundo respeito por Freud não o impediu de apresentar uma firme defesa do que considerava religião autêntica, renovada pelo "cuidado das almas" (Seelesorge) enriquecido pela psicanálise. Este texto, aqui retraduzido com a máxima precisão, acompanhado de um índice e um glossário, é precedido por um estudo preliminar — que situa o pensamento de Pfister e as questões fundamentais em jogo neste debate — e seguido por Notas Históricas e Críticas destinadas a elucidar suas numerosas alusões. O leitor terá a oportunidade de acompanhar o argumento passo a passo e analisá-lo em conjunto com o texto de Freud (nova tradução, Cerf, 2012). A publicação desta edição crítica constitui uma contribuição teórica e histórica para o debate em curso sobre "Psicanálise e Religião"

...

Fonte (Amazon): “En 1928, le pasteur Pfister de Zürich entreprend de répondre à L'avenir d'une illusion de Freud (1927), le texte majeur d'analyse du " fait religieux " du point du vue du " savoir de l'inconscient ", en ses dimensions cliniques et culturelles. Psychanalyste très attaché à Freud, qu'il a rencontré une vingtaine d'années plus tôt, Oskar Pfister en appelle à la représentation de la religion que donne le créateur de la psychanalyse – le respect profond à son égard ne l'empêchant pas de produire une défense pied à pied de ce qu'il tient pour la religion authentique, renouvelée par le " soin des âmes " (Seelesorge) fécondée par la psychanalyse. Ce texte, retraduit ici de la façon la plus précise, accompagné d'index et d'un glossaire, est précédé d'une étude préliminaire – situant la pensée propre de Pfister et les enjeux de fond de ce débat – et est suivi de Notes historiques et critiques destinées à en saisir les nombreuses allusions. Le lecteur aura le loisir de suivre pas à pas l'argumentation de l'écrit et de l'envisager parallèlement au texte de Freud (nouvelle traduction, Cerf, 2012). La publication de cette édition critique constitue une contribution théorique et historique au débat " Psychanalyse et religion " jusqu'en son actualité.”.

2. https://marcosfilosofiamoderna.blogspot.com/2018/08/uma-discussao-sobre-evasivas-amiraveis.html?m=1

E, tem mais:

Hoje, acrescento referências à obra de Echevarría que também estou lendo desde o 29 de novembro de 2025.

A proposta deste livro é fazer um breve passeio pela história da Psicologia, tendo como parâmetros dois pontos fundamentais de inflexão: a obra de Aristóteles, na Antiguidade, e a de Freud, na pós-modernidade.

Mais do que simplesmente fazer história, o Dr. Martín Echavarría manifesta – por intermédio dela – as filosofias subjacentes às psicologias contemporâneas, especialmente no tocante a suas origens. 

A idéia é mostrar como se chegou ao momento presente, partindo da concepção clássica de personalidade – aristotélica e cristã – e chegando à visão destes temas que é própria das psicologias modernas. Aristóteles e Freud simbolizam, no plano do estudo da alma humana e da práxis que se lhe segue, duas tradições cujo espírito é radicalmente contraposto. O primeiro é tradicional, ontológico e transcendente; o segundo é revolucionário, genealógico, imanentista. Entre a ética aristotélica e, mais ainda, a cristã, e a prática psicanalítica, há mais vínculos do que pode parecer à primeira vista, embora se trate de contrariedade e de contradição. Tudo isto é muito mais está presente nesta densa obra.”

Em Italiano:

“I fondamenti delle attuali correnti di psicologia sono stati raramente esplicitati ed analizzati. In genere ci si accontenta di preconcetti comunemente accettati, secondo cui, ad esempio, la psicologia nasce con W. Wundt e la psicoterapia con S. Freud. In quest’opera - unica nel suo genere - il professore Martín F. Echavarría porta allo scoperto le fondamenta filosofiche delle correnti di psicoterapia, evidenziandone così il legame con l’etica e denunciando la “rottura con la tradizione” avanzata da Nietzsche e cavalcata da Freud. Una rottura che ha richiesto diverse correzioni, come quelle suggerite da Papa Pio XII, tuttora, però, per lo più inascoltate.”

______.

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ALLERS, Rudolf. O que há de errado com Freud? ‎ Rio de Janeiro, RJ: Editora CDB, 2023.

BAARS, B. J. The cognitive revolution in psychology. The Guilford Press, 1986.

BORCH-JACOBSEN, Mikkel; SHAMDASANI, Sonu. The Freud files: an inquiry into the history of psychoanalysis. Cambridge University Press, 2012.

BORSCH-JACOBSEN, Mikkel. Os pacientes de Freud: destinos. Lisboa: Edições Texto & Grafia, 2012.

CAPONNETTO, Mario; ABUD Jordán; ALONSO, Ernesto. O que é a Psicologia? Sobre o estatuto epistemológico da psicologia. Rio de Janeiro, RJ, Centro Dom Bosco, 2024.

CHALMERS, D. (1996). The conscious mind: in search of a fundamental Theory. Oxford University Press.

CREWS, Frederick. (Ed.). Unauthorized Freud: doubters confront a legend. New York: Penguin, 1999.

______. Freud: The making of an Illusion. New York: Metropolitan Books/Henry Holt & Company, 2017.

______. Out of my System: psychoanalysis, ideology, and critical method. Oxford University Pres, 1975.

______. O gênio da retórica. In: Folha de São Paulo (Caderno Mais+). São Paulo, domingo, 22 de outubro de 2000. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2210200012.htmAcesso em: 25 de fevereiro de 2022.

DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 3. ed. – Porto Alegre, RS: Artmed, 2019.

______. Religião, psicopatologia e saúde mental. Porto Alegre, RS: Artmed, 2008.

DALRYMPLE, Theodore. Evasivas admiráveis: como a psicologia subverte a moralidade. São Paulo: Ed. É Realizações, 2017.

ECHAVARRÍA, Martín. De Aristóteles a Freud. Rio de Janeiro: Edições C. I., 2019.

______. Da Aristotele a Freud: saggio di storia della psicologiaD'Ettoris Editori, 2016.

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______. O progresso e deus problemas: rumo a uma teoria do crescimento científico. São Paulo: Ed. Unesp, 2012.

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PAULA, Aline Pereira de. O pastor da análise. São Paulo: UICLAP. 2022.

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 POPPER, Karl. Lógica da pesquisa científica. São Paulo: Edusp, 1993.

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______. Os dois problemas fundamentais da teoria do conhecimento. São Paulo: Editora Unesp, 2013.

______. O conhecimento e o problema mente-corpo. Lisboa: Edições 70, 2009.

______; ECCLES, J. C. O cérebro e o pensamento. Campinas, SP: Papirus; Brasília, DF: Ed. Universidade de Brasília, 1992.

______. O conhecimento objetivo. Belo Horizonte, MG: Itatiaia, 1999.

______. O eu e seu cérebro. Campinas, SP: Papirus; Brasília, DF: Ed. Universidade de Brasília, 1995.

RUSSEL Bertrand. Os problemas da filosofia. Lisboa: Edições 70, 2008.

SANDLER, Paulo Cesar. As origens da psicanálise na obra de Kant: a apreensão da realidade. Rio de janeiro: Imago, 2000. (Vol. III)

______. Raízes psicanalíticas no Iluminismo. Rio de janeiro: Imago, 2000. (Vol. I)

______. Os primórdios do movimento romântico e a psicanálise. Rio de janeiro: Imago, 2000. (Vol. II)

SCHELLING, F. W. J. Investigações Filosóficas sobre a essência da liberdade humana: e os assuntos com ela relacionados. Edições 70, 2018.

SEARLE, J. (1992). The rediscovery of mind: representation and mind. Bradford Book.

SCRUTON, Roger. Freud e fraude. In: Contra a corrente. Lisboa: Edições 70, 2022. (pp. 154-156)

VELIQ, Fabiano. Oskar Pfster e a crítica à concepção freudiana de religiãoIn: Fractal: Revista de Psicologia, v. 30, n. 2, p. 161-165, maio-ago. 2018: Disponível em: https://doi.org/10.22409/1984-0292/v30i2/5503 . Acesso em: 29.11.205.

XAVIER, Leiserée Adriene Fritsch.  Kant a Freud: o imperativo categórico e o superego. José Ernani de Carvalho Pacheco (editor). Curitiba, PR:  Editora Juruá, 2009. 








quinta-feira, 19 de março de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXXIII: SOBRE AS "NORMAS" E O "IMPERATIVO CATEGÓRICO"



[XXVII] Ὥσπερ σκοπὸς πρὸς τὸ ἀποτυχεῖν οὐ τίθεται, οὕτως οὐδὲ κακοῦ φύσις ἐν κόσμῳ γίνεται".

[27.1] Do mesmo modo que um alvo não é fixado para não ser atingido, assim também a natureza do mal não existe no cosmos.” (EPICTETO, 2012)

...

Sobre este novoo livro:

KERVÉGAN, Jean-François. A razão das normasensaio sobre Kant. Tad. João Carlos Brum Torres, Nikolay Steffens. São Paulo: E. Unesp, 2025.

Neste livro, o autor procura mostrar que, na teoria da normatividade kantiana, o uso prático da razão não visa produzir regras para a ação (máximas), mas, sim, reconhecer a validade normativa de juízos morais por meio de um teste de universalização. Kant, de acordo com Kervégan, não é positivista no sentido comum do termo, pois nega a autonomia conceitual do direito positivo com relação ao direito racional. O desafio estaria, portanto, em justificar uma racionalidade normativa.

Encontrei, esse material, recentemente, em meio aos estudos regulares que, apesar de tudo, não interrompi totalmente. Apareceu-me esse autor e duas de suas obras; uma, a que destaco aqui, já estou lendo com atenção; à outra (na bibliografia), ainda não tive acesso, mas, é leitura para breve, embora desloque o tema para outros dos meus interesses anotados aqui, nesta página.

E, recomeçar os estudos e mais uma semana, em recuperação, com novos inícios, superações e prosseguindo os estudos!

Dando continuidade aos estudos sobre as normas e o imperativo categórico em Kant,  destaco anda:

“A Fundamentação da metafísica dos costumes, de Immanuel Kant busca um princípio supremo para a moralidade. A investigação kantiana aponta a razão prática pura como o fundamento de uma boa vontade.

Immanuel Kant, defende que só a razão pode fornecer, a priori, um princípio incondicionado da moralidade que seja válido para a vontade de todo ser racional.

O grande problema apontado por muitos seria: por que é que devemos nos submeter à lei moral? O que pode motivar o homem a agir conforme o imperativo categórico, moralmente?”

______.

ARRIANO FLÁVIO. As Diatribes de Epicteto. Livro I. Tradução, introdução e comentário Aldo Dinucci. Universidade Federal de Sergipe. Série Autores Gregos e Latinos Coimbra, Imprensa da universidade de Coimbra, 2020.

BORBA, Alexandre Ziani de; LOPES, Arthur. (Orgs.) Virtudes e vícios da mente humana: uma antologia de ensaios sobre caráter intelectual. Cachoeirinha, RS. Editora Fi, 2024.

COELHO, Humberto Schubert. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, René.  As paixões da alma. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

DINUCCI, A.; JULIEN, A. O Encheiridion de Epicteto. Coimbra: Imprensa de Coimbra, 2014.

DINUCCI, A. Fragmentos menores de Caio Musônio Rufo; Gaius Musonius Rufus Fragmenta MinoraIn: Trans/Form/Ação. vol.35 n.3 Marília, 2012.

______. Introdução ao Manual de Epicteto. 3. ed. São Cristóvão: EdiUFS, 2012.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Yes to Life: In spite of everything. Beacon Press, 2020.

______. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

______. On the passions and errors of the soul. Translated by Paul W . Harkins with an introduction and interpretation by Walter Riese. Ohio State University Press, 1963.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

GIKOVATE, Flávio. Vício dos vícios: um estudo sobre a vaidade humana. São Paulo: MG Editores associados, 1987.

______. O mal, o bem e mais além: egoístas, generosos e justos. São Paulo: MG Editores associados, 2005.

______. Mudar: caminhos para a transformação verdadeira. São Paulo: MG Editores associados, 2014.

_____. Os sentidos da vida. São Paulo: Editora Moderna, 2009.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

______. A filosofia como maneira de viver: entrevistas de Jeannie Carlier e Arnold I. Davidson. (Trad. Lara Christina de Malimpensa). São Paulo: É Realizações, 2016.

______. Exercícios espirituais e filosofia antiga. Trad. Flávio Fontenelle Loque, Loraine Oliveira. São Paulo: É Realizações, Coleção Filosofia Atual, 2014.

KANT, Immanuel. Manual dos cursos de lógica geral. 2. ed. Trad. Fausto Castilho. Campinas/SP: Editora da Unicamp, 2002.

______. Gesammelten Werken der Akademie Ausgabe aus den Bänden 1-23 (Elektronische Edition). Band III: Kritik der reinen Vernunft (2. Aufl. 1787). Band IV: Prolegomena (1783) und Metaphysische Anfangsgründe der Naturwissenschaft (1786). Band IX: Logik (1800). Seit 2008. Disponível em: http://kant.korpora.orgAcesso em 25 dez 2025.

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______. Crítica da razão prática. Edição bilíngüe.Tradução Valerio Rohden. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

______. Crítica da razão prática. Tradução de Monica Hulshof. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.

_____. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993.

____. Crítica da faculdade do julgar. Trad.Fernando Costaa de Matos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016. 

______. Dissertação de 1770. De mundi sensibilis ataque inteligibilis forma et princípio. Akademie-Ausgabe. Acerca da forma e dos princípios do mundo sensível e inteligível. Trad. apres. e notas de Leonel Ribeiro dos Santos. Lisboa: Imprensa Casa da Moeda. FCSH da Universidade de Lisboa, 1985.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

______. Primeiros Princípios Metafísicos da Ciência da NaturezaLisboa: Edições 70, 2019. 

_______. Os Progressos da MetafísicaLisboa: Edições 70, 2018.

______. Histoire générale de la nature et théorie du ciel. Paris: Librairie Philosophique J. Vrin, 1984. p. 61-203.

______. Geographie. Physische Geographie. Paris: Aubier  Bibliothèque Philosophique, 1999.

______. Textos pré-críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

______. Textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Sobre a Pedagogia. Tradução de Francisco Cock Fontenella. Piracicaba, SP: Editora Unimep, 1996.

______. Sobre a Pedagogia. Petrópolis, RJ, Editora Vozes, 2021.

______. Resposta à pergunta: o que é “esclarecimento”?. In: Immanuel Kant textos seletos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1985.

______. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. Guido A. de. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 903-919 "paixões"; 893-906 “virtudes e vícios”e 920-933 "felicidade").

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LUTZ, C. Musonius Rufus: the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Livro II. 1).

MASSI, C. D. As leis naturais e a verdadeira felicidade. Curitiba: Kardec Books, 2020CUNHA, Bruno. A gênese da ética em Kant. São Paulo: Editora LiberArs, 2017.

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KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Discurso editoria: Barcarola, 2009.

______. Crítica da razão prática. Tradução Valerio Rohden. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2002.

______. Crítica da razão pura. Tradução Valerio Rohden e Udo Moosburguer. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992.

_______. Reflexionen zur MoralphilosophieIn: KANT, Immanuel. Kants Werke. Ed. Königlich Preussischen Akademie der Wissenschaften, Berlin, Georg Reimer, <Akademie Text-Ausgabe, Berlin,Walter de Gruyter & Co.>, vol. XIX, 1902 ss.

_______. Dissertação de 1770. Trad. Leonel R. Santos. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1985.

_______. Crítica da faculdade do juízo. Trad.Valerio Rohden e António Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária.1993.

_______. Werkausgabe (ed.Wilhelm Weischedel). Frankfurt am Main: Suhrkamp, vol 8 (Die Metaphysik der Sitten), 1977.

______. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

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PATON, H. J. Categorical Imperative. Universidade of Pensilvania Press, 1971.

RAWLS, John. Lectures on the history of moral philosophy. Cambridge, Massachusetts, Harvard University Press, 2000.

_________. História da Filosofia Moral. São Paulo: Martins.

XAVIER, Leiserée Adriene Fritsch.  Kant a Freud: o imperativo categórico e o superego. José Ernani de Carvalho Pacheco (editor). Curitiba, PR:  Editora Juruá, 2009. 



 

domingo, 15 de março de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "AÇÃO E TEMPO: CAUSALIDADE, LIBERDADE E EVOLUÇÃO MORAL"

 

Um excelente texto, uma excelente proposta...  e que "[...] investiga um dos grandes desafios da filosofia: como compreender a liberdade humana em um mundo regido por leis e causalidades."

Assim, após a “reflexão matinal”, estudando os textos de sempre, tentando escrever e revisando o texto para submissão sobre uma pesquisa, reli trechos do materia citado abaixo. 

De todas as leituras recentes sempre, em certa medida, tenho notado um renovado convite a estar atento ao que realmente está ao nosso alcance e o que não é de nossa alçada, separando pacientemente uma coisa da outra para continuar o caminho nas correções. Convite sempre reiterado, principalmente, na linha de interpretação do que escrevo aqui, neste texto e outros. Ora, cabendo sempre observar que a prática visada concernente à filosofia moral aqui, numa perspectiva "estoica", "kantiana", "espiritualista", sobretudo amparadas em outras referências clássicas da filosofia, preservar também a motivação na busca individual pela Virtude e "cura das paixões" (no LE 907-912: controle ou "vencer as suas más inclinações"). 

Aliás, este tema "paixões" que tem sido frequente aqui nesta página, também aparece na obra de Kant "Antropologia de um ponto de vista pragmático" e vou escrever algo mais sobre isso, em breve. Inclusive, tentando relacionar as fontes consultadas com frequência e as que tenho conhecido recentemente.

Aqui, faço também um esboço sobre temas e problemas da filosofia clássica, focado em questões antropológicas, no pensamento clássico, na epistemologia  especificamente sobre o tema na Antropologia de Kant: “O caráter da espécie”, "a destinação do ser humanos" e a "faculdade de conhecer" (Kant. 2006, p. 215-227) entre outros temas na obra relacionados esses citados. 

Ademais, prosseguindo, acrescentei hoje o texto citado abaixo que, com certeza enriquerá minha aprendizagem sobre os temas. 

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SOBRE O TEXTO: 

1O que significa agir livremente em um mundo regido por leis? Em "Ação e Tempo", o autor mostra que liberdade e causalidade não se opõem: nossas escolhas só fazem sentido porque o real é ordenado e inteligível. Unindo filosofia e espiritualidade, o livro propõe uma compreensão da ética como caminho de progresso, no qual cada decisão contribui para a formação moral do indivíduo. Uma reflexão profunda sobre responsabilidade, consciência e o valor do tempo na construção da vida humana.

2No Livro “Ação e Tempo” o autor investiga um dos grandes desafios da filosofia: como compreender a liberdade humana em um mundo regido por leis e causalidades. O livro mostra que agir, decidir e responder por atos são dimensões irredutíveis da experiência, e que a regularidade do real não anula a liberdade — ao contrário, torna-a possível.

Integrando filosofia e espiritualidade, a obra propõe uma ética do progresso moral, na qual erro, consequência e aprendizado se articulam ao longo do tempo. Assim, a ação humana é apresentada como simultaneamente livre, responsável e espiritualmente significativa.

Entre o determinismo e o acaso, "Ação e Tempo" reafirma o espaço da decisão consciente e da responsabilidade em um mundo aberto ao sentido e a evolução.

Link para a obra: 

https://ebooks.nobilta.com.br/destaques/ebook-acao-e-tempo-causalidade-liberdade-e-evolucao-moral-335

______.

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sexta-feira, 13 de março de 2026

TEMPO DE ESTUDOS. LEITURA DE "AMOR AO BELO E AO BEM: ESTUDOS SOBRE O BANQUETE E A REPÚBLICA DE PLATÃO"

 Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão

O Amor é o anseio de imortalidade.” (Platão - Banquete)

 
Iniciando hoje a leitura do livro "Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão." E, prosseguindo os estudos sobre esse tema nas obras de Platão: o Bem e o Belo. sobre os quais tenho estudado em outros autores (Belo e Sublime na obra de Immanuel Kant e Burke, por exemplo), e vou a partir de hoje desenvolver um texto maior.

...

Sinopse: No amor e no conhecimento, Platão percebeu uma mesma ascensão: da beleza sensível à verdade intelectual, do desejo humano à intuição do divino. Nesse movimento, o eros que busca o belo se converte em amor ao bem, e a filosofia revela-se, enfim, como uma pedagogia do amor. Ao evidenciar a força pedagógica de Sócrates, este livro mostra como o amor verdadeiro purifica o olhar, conduzindo da aparência à verdade, do material ao espiritual.

Nos dois estudos reunidos neste volume ― sobre o Banquete e a República de Platão ―, Victor Sales Pinheiro percorre a dialética de poesia e filosofia, imagem e conceito, amor e contemplação, a fim de elucidar os dois conceitos mais importantes do filósofo originário do Ocidente, a ideia do belo e a ideia do bem, que são explorados por arquétipos como Sócrates e Alcibíades, e símbolos como sol, linha e caverna. Esta obra demonstra também a presença constante desses termos na nossa tradição intelectual, da ética à política, da estética à teologia, num rico inventário da história das interpretações do Banquete.

Na pena de um professor generoso e ensaísta maduro, a interpretação acadêmica rigorosa dos célebres diálogos platônicos evita linguagem técnica e especializada, atraindo o público interessado em filosofia e cultura. Mais do que uma elegante introdução à filosofia clássica, Amor ao belo e ao bem é um convite atraente a repensar nossa forma de amar e conhecer.

______.

PLATÃO. Amor ao belo e ao bem: estudos sobre o Banquete e a República de Platão. São Paulo: Auster, 2026. 

...

BURKE, Edmund. Investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e da beleza. São Paulo: Edipro, 2016.

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Para aprendizado. Link do Vídeo "Anel de Giges": https://www.youtube.com/watch?v=QqB-s0nvdUs

______.

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________. República de Platão. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

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sábado, 7 de março de 2026

TEMPO DE ESTUDOS SOBRE QUESTÕES DE "MÉTODO". IDENTIDADE PESSOAL. RELAÇÕES ESPÍRITO E CORPO (II)

Elaborando um texto e desenvolvendo as ideias discutidas.

Relendo "As paixões da alma", "Antropologia de um ponto de vista pragmático"(Kant), amparado nas Q. 495, 843, 845, 872, 1009 (LE), CIGE, ESE e LM (item 256); RE. (set, 1861).

E, mais uma vez estudando. A VIDA não pode parar!
Nada de pessimismo, materialismo ou ateísmo injustificáveis.

Mesmo não podendo digitar por muito tempo, ainda, as reuniões de estudo e as leituras seguem normais. Pela manhã, mantidos os estudos e leituras de sempre sobre a Filosofia de Christian Wolff; Kant; Kierkegaard, entre outros. Agora esse estudo muito bom, envolvendo questões de "método"

Participando agora, numa das pausas na leitura e mais estudos atentos a partir da excelente nova tradução da "Religião nos limites da razão pura", do prof. Bruno Cunha e outros textos kantianos, tentando redigir um artigo e um texto maior, apesar das dificuldades,  com amigos de Curitiba (IDEAK), vários Estados, alguns países. Sempre muito bom retornar aos estudos ... rever os amigos de aprendizado.

Gostei muito, desde a proposta inicial que me levou a participar deste o grupo, da discussão sobre "O que é ciência e outras questões" sobre o tema como ponto de partida, e claro, sempre excelente estudo e muito esclarecedor sobre o tema.

Para melhor compreensão do tema Filosofia da ciência na abordagem utilizada durante as discussões sugiro a página do professor Silvio S. Chibeni:

Aproveitei para aprofundar também as leituras sobre o "conceito de pessoa" (identidade pessoal)

______.

BOUDRY, M. (2021). Diagnosing pseudoscience – by getting rid of the demarcation problem. Journal for General Philosophy of Science. https://doi.org/10.1007/s10838-021-09572-4

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TEMPO DE ESTUDOS SOBRE O TEMA: "CURA DA ALMA" (SEELSORGE) - II

  Pausa na Oficina. Estudando um tema, sobre o qual estudo desde os anos 80" sem abandonar o principal... Recentemente, nas pausas, ten...