sexta-feira, 17 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "PRINCÍPIOS METAFÍSICOS DA CIÊNCIA DA NATUREZA"

LANÇAMENTO 2026


SINOPSE:
"O que torna possível uma ciência da natureza verdadeiramente rigorosa? Nesta obra, Immanuel Kant enfrenta essa questão ao investigar os princípios metafísicos que sustentam o conhecimento científico do mundo físico. O livro propõe uma reflexão decisiva sobre a relação entre razão, experiência e natureza, tema que permanece central nos debates contemporâneos da filosofia da ciência. Ao revelar os limites e as condições do saber científico, Kant sugere repensar criticamente os fundamentos do conhecimento moderno e o lugar da metafísica."

...

PS: Enquanto  estava relendo esse artigo de 2015 sobre os Primeiros Princípios Metafísicos da Ciência da Natureza de Kant, importante para a compreensão das "filosofias da natureza do idealismo alemão, no interior d’“A Arquitetônica da Razão Pura”. a saber, como uma metafísica aplicada da substância corporal

TREVISAN, Diego Kosbiau. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/38728/26522Acessado em: 16 de julho de 2026.

______.

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BOHR, Niels. Física atômica e conhecimnto humano. Rio de Janeiro, RJ: Ed. Contraponto, 2007.

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KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

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______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

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______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

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______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______. Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KANTERIAN, Edward.  God and metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KOYRÉ, Alexandre. Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Estudos de história do pensamento filosófico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

______. Do mundo fechado ao universo infinito.  Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2009.

LAKATOS, Imre. O falseamento e a metodologia dos programas de pesquisa científica. In: LAKATOS, I. e MUSGRAVE, A. (org.) A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979.

_____. History of science and its rational reconstructions. In: HACKING, I. (org.) Scientific revolutions. Hong-Kong: Oxford University, 1983.

______. Matemática, ciencia y epistemología. Madrid: Alianza, 1987.

______. La metodología de los programas de investigación científica. Madrid: Alianza, 1989.

LEFÈVRE, Wolfgang. (Editor) Between Leibniz, Newton, and Kant: Philosophy and Science in the Eighteenth Century

LEITE, Patrícia Kauark. Teoria quântica e filosofia transcendental: diálogos possíveis. Belo Horizonte, MG, 2022.

______. Théorie quantique et philosophie transcendantale: dialogues possibles. Hermann, 2012.

MARQUES, Ubirajara Rancan de Azevedo (Org.) Kant e a biologia. São Paulo: Editora Barcarola, 2012.

PHILONENKO, Alexis. Études kantiennes. Librairie philosophique J. Vrin, Paris, 1982.

______. L'Oeuvre de Kant: la philosophie critique. Tome I et II. J. Vrin, 1996. (col. Bibliothèque d'histoire de la philosophie)

POINCARÉ, Henri. O valor da ciência. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2007.

______. Ensaio fundamentais. Rio de Janeiro, RJ: Editora Contraponto, 2008.

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PORTA, Mário Ariel González. O pensamento de Immanuel Kant. Academia Monergista, 2023.

SILVA, Jairo José da. O que é e para que serve a Matemática. São Paulo: Ed. Unesp, 2022.

WATKINS, Eric. Kant and the sciences. Oxford University Press, 2001. 

 


 

domingo, 12 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS: "STOICORUM" SOBRE OS PRIMÓRDIOS DO ESTOICISMO

(IMAGEM "Pinterest")

“O virtuoso, [ao invés de refrear as paixões], age corretamente, mas em harmonia com suas paixões, porque ele as dominou de uma vez por todas. Não só aprendeu a agir de modo conveniente, mas a sentir o páthos adequado” (LEBRUN, 1987, p. 20).

Prosseguindo com as reflexões, estabelecidas já há algum tempo, como projeto na reforma da conduta pessoal para melhor compreensão do que seja desenvolver e aplicar a busca pela virtude. (L.E1860-1985; Q. 100-127)

Tarefa a realizar!

Portanto, decidi investir por aprimorar as emoções nesse sentido, exatamente por pressupor que tais podem ser revertidas em força interior, para resistir aos assaques ou provocações externas. Totalmente na direção contrária das concepções mirabolantes que dominam o "mercado" das más ações no mundo.

E, para uma consideração desse elemento na constituição da imperturbável tranquilidade da alma, vale considerar, antes, de anotar o que escolhi dos estoicos para o dia de hoje, logo pela manhã, retomando agora. Anotei entre as leituras de hoje, mais uma vez, essas passagens abaixo para firme reflexão em direção a ações que urgem.

E, neste sentido, acrescento hoje, anotações sobre o Stoicorum Veetrum Fragmenta, uma coleção que reúne fragmentos e testemunhos dos filósofos estóicos que primero pensaram as questões que ainda hoje despertam nosso interesse. São 4 volumes organizados por Hans von Armin entre os anos 1903-1905; com fragmentos e testemunhos de Zenão de Cítio, Crisipo de Solis e demais discípulos que viveram mais próximos deles. Até 1923 a obra era formada pormada em 3 volumes tendo sido acrescentado um quarto volume por Maximilien Adler, em 1924.

No Brasil, o professor Aldo Dinucci tem se apoiado e nos inspira com seus trabalhos e traduções apoiados no Stoicorum Veterum Fragmenta e também no Encherídion e nas Diatribes, juntamente com Alfredo Julien.

Tenho estudado nos intervalo em estou em pausa nas leituras principais para me dedicar ao estudo do Estoicismo e sempre estou anotando aqui indicações bliográficas, traduções comentadas baseadas e artigos acadêmicos sobre tópicos desenvolvidos a partir do Estoicismo clássico.

Vol. 1 Fragmentos de Zenão e seus seguidores

Vol. 2 Fragmentos sobre Lógica e Física de Crísipo

Vol. 3 Fragmentos sobre Ética de Crísipo e alguns fragmentos dos seus discípulos

Vol. 4 Índice de palavras, nomes próprios e fontes

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

ARMIN, Hans von. Stoicorum Veterum Fragmenta. Wipf & Stock Publishers, 2016. (4 vols)

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

______. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

______. Testemunhos e Fragmentos. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2008.

______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Yes to Life: In spite of everything. Beacon Press, 2020.

______. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. Aparecida, SP: Ideias e letras, 2005.

FREUD, Sigmund. Inibição. sintoma e angústia. São Paulo: Companhia das letras, 2014.

______. Inibição, sintoma e medo. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018.

______. Die Träumdeutung. Hamburg: Nikol, 2011.

______. Interpretação dos sonhos. In: Obras completas. vol 4. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

______. O mal-estar na civilização. São Paulo: Penguin/Companhia das Letras, 2011. 

GALENO. Aforismos. São Paulo: E. Unifesp, 2010.

GAZOLLA, Rachel.  O ofício do filósofo estóico: o duplo registro do discurso da Stoa, Loyola, São Paulo, 1999.

GIKOVATE, Flávio. Vício dos vícios: um estudo sobre a vaidade humana. São Paulo: MG Editores associados, 1987.

______. O mal, o bem e mais além: egoístas, generosos e justos. São Paulo: MG Editores associados, 2005.

______. Mudar: caminhos para a transformação verdadeira. São Paulo: MG Editores associados, 2014.

_____. Os sentidos da vida. São Paulo: Editora Moderna, 2009.

HADOT, Pierre. The inner citadel: the meditations of Marcus Aurelius. London: Harvard University Press, 2001.

HANH, Thich Nhat. Meditação andando: guia para a paz interior. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

HUME, David. História natural da religião. Trad. apres. e notas Jaimir Conte. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.

______. Tratado da natureza humana. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.

______. Uma investigação sobre os princípios da moral. Trad: José Oscar de Almeida Marques. Campinas, SP: Editora UNICAMP, 1995, p.19.

______. A arte de escrever Ensaios. São Paulo: Ed. Unesp, 2008.

______. Dissertação sobre as paixões: seguida de História natural da religião. Trad. Pedro Paulo Pimenta. São Paulo: Iluminuras, 2021.

______. Dissertação sobre as paixões. Trad. Jaimir Conte. In: Revista Princípios. Natal, v.18, n.29, jan./jun. 2011, p. 371-399.

JAMES, William. L'expérience religieuse: essai de psychologie descriptive. Legare Street Press, 2022. (482 páginas).

______. (e-book) L'expérience religieuse. 

______. As variedades da experiência religiosa: um estudo sobre a natureza humana. São Paulo: Cultrix, 2017.

______. A vontade de crer. São Paulo: Edições Loyola, 2001.

______. Human immortality: two supposed objections to the doctrine. Cosimo Classics, 2007.

______. Alguns problemas de filosofia. Lisboa: Edições 70, 2023.

______. Ensaios sobre psicologia. Organização, tradução, introdução e notas de Saulo de Freitas aAraújo. São Paulo: Hogrefe, 2024.

JUNG, Carl Gustav. Civilização em transição. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 10/3). 

______. Estudos psiquiátricos. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 1)

______. Psicologia do inconsciente. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 7/1).

______. O eu e o inconsciente. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 7/2.)

______. Estudos experimentais. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 2)

______. Psicogênese das doenças mentais. 6.ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 3)

______. Freud e a psicanálise. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2011. (Obras completas, Vol. 4)

______. Presente e futuro. 6. ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes,2011. (Obras completas, Vol. 10/1)

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014)

______. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 1982.

______. Lições sobre a doutrina filosófica da religião. Trad. Bruno Cunha. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

______. Die Religion Innerhalb Der Grenzen Der Bloße Vernunft. Walter de Gruyter, 2010. (Editado por Ottfried Höffe)

______. Die Religion innerhalb der Grenzen der bloßen Vernunft. W. de Gruyter, 1968.

______. A religião nos limites da simples razão. Edições 70, Lisboa, 1992. 

______. Vorlesung über die philosophische Encyclopädie. In: Kant gesalmmelte Schriften, XXIX, Berlin, Akademie, 1980, pp. 8 e 12).

______. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Tradução e estudo de Vinicius de Figueiredo. São Paulo: Editora Clandestina, 2018.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. (Trad. Vinícius Figueiredo). Campinas, SP: Ed. Papirus, 1993.

______. Observações sobre o sentimento do Belo e do Sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Lisboa: Edições 70, 2012.

KANTERIAN, Edward.  God and metaphysics: the secret thorn. Routledge, 2017.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). (O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, ______. O livro dos Espíritos. 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 100-127; Q. 893-906 “virtudes e vícios”;  Q. 907-912 "paixões"; e 920-933 "felicidade")

KING, C. Musonius Rufus: Lectures and Sayings. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2011.

LEBRUN, Gérard. O conceito de paixão. In: NOVAES, Adauto (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

LUTZ, C. Musonius Rufus: the Roman Socrates. Yale Classical Studies 10 3-147, 1947.

MASSI, Cosme. Aprendizagem efetiva. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2020.

______. As leis naturais e a verdadeira felicidade. Curitiba: Kardec Books, 2020.

______. A ordem didática de "O livro dos Espíritos". Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2014.

______. Os espíritos e os homens. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2018.

______. Espírito e matéria. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2016.

______. Ação e Tempo: causalidade, liberdade e evolução moral. Curitiba, PR: Nobiltá, 2026. (eBook)

______. As paixões: de Descartes a Kardec. Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2026.

SÊNECA, L. A. Cartas a Lucílio. 5. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 2014.

sábado, 11 de julho de 2026

REVISITANDO UM TEXTO DE KIERKEGAARD SOBRE "DISCURSOS EDIFICANTES EM DIVERSOS ESPÍRITOS"

1. "A função da oração não é a de influenciar a Deus mas, especialmente, mudar a natureza daquele que ora.”

Essa frase de Søren Kierkegaard pode ser encontrada em um de seus livros: “Dscursos edificantes em vários espíritos, de  1847, no capítulo Um discurso ocasional: pureza de coração é querer uma só coisa”.

O livro traz ensaios sobre “discurso edificantes” com ênfase na questão do autoconhecimento, que visam contribuir para a transformação do indivíduo.

2. Com uma certa concordância com um estudo que fiz hoje sobre Autoconnhecimento a partir do Livro dos Espíritos, de 1857(1).

660. A prece torna melhor o homem?

“Sim, porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia Espíritos bons para assisti-lo. É este um auxílio que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.”

a) — Como é que certas pessoas que oram muito são, não obstante, de mau caráter, ciosas, invejosas, intratáveis, carentes de benevolência e de indulgência e até, algumas vezes, viciosas?

“O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas supõem que todo o mérito está na longura da prece, e fecham os olhos para os seus próprios defeitos. Fazem da prece uma ocupação, um emprego do tempo, nunca, porém, um estudo de si mesmas. A ineficácia, em tais casos, não é do remédio, mas da maneira por que o aplicam.” 

3. Entre os que li, em 2018, e reli hoje sem estar relacionado com as minhas pesquisas específicas, um dos melhores acrescento abaixo:

"Em 1847, além de As Obras do amor, com o subtítulo Algumas considerações cristãs em forma de discursos, e do livro sobre Adler, que permaneceu inédito em vida do autor, Kierkegaard publicou ainda um volume intitulado Discursos edificantes em diversos espíritos, o qual reúne três seções. A primeira traz um longo discurso “de ocasião”, que os leitores se habituaram a chamar: “Pureza de Coração”. A segunda seção, três discursos sobre “O que aprendemos dos lírios do campo e das aves do céu” (sendo o primeiro mais poético ou estético, o segundo ético, e o terceiro religioso). A terceira, por sua vez, reúne sete discursos sob o título “O Evangelho dos Sofrimentos”. 
Nesse livro, estão presentes a segunda e a terceira seções. 
Este volume diferencia-se de outros que já traduzimos para o leitor brasileiro pelo fato de reunir apenas “Discursos”. O estilo é diferente, tem mais oralidade, um tom dialógico que evita referências eruditas com notas de rodapé do autor (as que aparecem são dos tradutores) e se dirige a um/a leitor/a, melhor: a “um/a ouvinte” que sabe escutar, que medita, acolhe as citações e os argumentos e busca aplicar tudo o que aprende à sua própria vida. Não são, pois, escritos de teoria pura, “objetiva”, aqui não se trata d e especulação filosófica, mas sim de reflexões de foco existencial (o que não quer dizer, é óbvio, autoajuda barata da indústria cultural). O autor, reverente, pedindo a bênção e a luz celestial, dirige-se “Àquele indivíduo” que com alegria e gratidão pode chamar "Meu leitor". Na intenção do autor, tais discursos não são escritos para arrebatar as multidões, mas não desistem de encontrar leitores que sejam bons ouvintes." (Álvaro Valls).
...

ATUALIZANDO EM 17.08.2024, (reli hoje: 11.07.2026) AS LEITURAS DA OBRA DE KIERKEGAARD:

"Meet nro. 18 on the youtube playlist."

https://www.facebook.com/groups/105766309452515/?hoisted_section_header_type=recently_seen&multi_permalinks=8926601757368882

Fonte: BIBLIOTECA KIERKEGAARD ARGENTINA - "Su objetivo central es promover el estudio de la obra de Søren Kierkegaard en un clima de diálogo plural, que incluye desde la discusión filosófica, teológica o psicológica hasta el análisis de la existencia humana, personal y comunitaria."

Sitio web: https://www.sorenkierkegaard.com.ar/

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

CAMUS, Albert. O estrangeiro. 54. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 1979.

______. O homem revoltado. Rio de Janeiro, RJ: Best Bolso, 2017.

______. O mito de Sísifo. 26. ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2018.

______. A peste. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2017.

COELHO, Humberto Schubert. Genealogia do Espírito. Brasília, DF: 2012.

______. Filosofia perene: o modo espiritualista de pensar. São Paulo: Ed. Didier, 2014.

______. O pensamento crítico: história e método. Juiz de Fora, MG: Editora UFJF, 2022.

DESCARTES, R. Oeuvres. Org. C. Adam e P. Tannery. Paris: Vrin, 1996. 11v. [indicadas no texto como Ad & Tan]

_______. Descartes: oeuvres et lettres. Org. André Bidoux. Paris: Gallimard, 1953. (Pléiade).

______. Discursos do Método; Meditações metafísicas; Objeções e Respostas; As Paixões da Alma; Cartas. (Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gerard Lebrun; Trad. de J. Guinsberg), Bento Prado J. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Os Pensadores).

EPICTÉTE. Entretiens. Livre I, II, III, IV. Trad. Joseph Souilhé. Paris: Les Belles Lettres, 1956.

______. Epictetus Discourses. Trad. Dobbin. Oxford: Clarendon, 2008.

______. O Encheirídion de Epicteto. Trad. Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão: EdiUFS, 2012. (Edição Bilíngue).

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______. The Discourses of Epictetus as reported by Arrian; fragments: Encheiridion. Trad. Oldfather. Harvard: Loeb, 1928.  https://www.loebclassics.com/

FRANKL, Viktor. O sofrimento humano: Fundamentos antropológicos da psicoterapia. Trad. Bocarro, Karleno e Bittencourt, Renato. Prefácio, Marino, Heloísa Reis. São Paulo: É Realizações, 2019.

______. Em busca de sentido. 25. ed. - São Leopoldo, RS: Sinodal; Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

______. Yes to Life: In spite of everything. Beacon Press, 2020.

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JASPERS, Karl. Il medico nell'età della técnica. Con un saggio introduttivo di Umberto Galimberti. Milano: Raffaello Cortina Editore, 1991.

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______. La fede filosofica a confronto con la rivelazione cristiana. Napoli: Orthotes, 2014.

______. Caminhos para a sabedoria: uma introdução à vida filosofica. Petrópolis, RJ: editora Vozes, 2022.

______. Der Arzt im technischen Zeitalter: Technik und Medizin. Arzt und Patient. Kritik der Psychotherapie. 2. ed. München: Piper, 1999.

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______. Plato and Augustine. Edited by Hannah Arendt. Translated by Ralph Manheim. New York: Harvest Book, 1962.

______. Introdução ao pensamento filosófico. 16. ed. São Paulo: Cultirx, 1971.

______. Razão e anti-razão em nosso tempo. Rio de Janeiro: MEC, 1958.

______. Origen y meta de la historia. Madri: Revista de Occidente, 1965. 

______. A situação espiritual de nosso tempo. São Paulo: Moraes Editores, 1968.

______. La filosofia. México: Fondo de Cultura Económica, 1991.

KANT, Immanuel. Lições de ética. Trad. Bruno Cunha e Charles Fedhaus. São Paulo: Editora Unesp, 2018.

KARDEC, A. Le Livre des Esprits. Paris, Dervy-Livres, s.d. (dépôt légal 1985). ______. O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro, 93. ed. - 1. reimpressão (edição histórica). Brasília, DF: Feb, 2013. (Q. 893-919: "As virtudes e os vícios”; “Paixões"; “Caracteres do homem de bem”; “Conhecimento de si mesmo” e 920-933: "Felicidade"; Q. 614-648: "Caracteres da Lei natural"; "Origem e conhecimento da Lei natural"; "O bem e o mal"; "Divisão da Lei natural").

KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano: doença até a morte. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

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______. Do desespero silencioso ao elogio do amor desinteressado. (Org. Alvaro Valls). Escritos, 2004.

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______. A ordem didática de "O livro dos Espíritos". Curitiba, PR: Ed. Nobiltá, 2014.

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

TEMPO DE ESTUDOS SOBRE QUESTÕES DE "MÉTODO". TEMAS LIVRES (VII)

Estudos ainda em ANDAMENTO. 

Ainda, com dificuldades, trabalhando na elaboração de um texto e desenvolvendo as ideias discutidas no dia 27.06.2026.

1. Repassando por algumas leituras, enquanto participo de um estudo interestadual, e reforçando: se o "Espírito", frequentemente, está ou sintonizado no futuro, ou no passado, preocupado, com o acontecido ou que acontecerá, bem fácil defender-se, como se defende, que o presente, não é sentido. É fugidio! No entanto, precisamos:

"[XLVI.2] ... caso, [...] uma discussão sobre algum princípio filosófico sobrevenha, silencia ao máximo, pois o perigo de vomitar imediatamente o que não digeriste é grande. E quando alguém te falar que nada sabes e não te morderes, sabe então que começaste a ação. (Encheirídion)".

Ademais:

Bem-aventurado silêncio. Feliz o homem que nada sabe e nada quer". (Angelus Silesius 1624-1677).

Ainda relendo (estudado) o livro "Dissertação sobre as paixões"; "História natural da religião"; (D. Hume); "As paixões da alma" (R. Descartes), "Antropologia de um ponto de vista pragmático"(I. Kant), "As leis naturais e a verdadeira felicidade"; "Ação e tempo: causalidade, liberdade e evolução moral" (Massi) amparado nas Q. 495, 843, 845, 872, 1009 (LE), CI, GE (cap. I, item 14), ESE e LM (itens 159; 182 e  256); RE. (set, 1858-1869).

Hoje, 27 de junho em continuidade dos estudos, destacando a Conclusão do LE e o (cap. I, item 14) da GE.

Mesmo não podendo digitar por muito tempo, ainda, as reuniões de estudo e as leituras seguem normais. Pela manhã, como sempre, mantidos os estudos e leituras de sempre sobre a Filosofia de Christian Wolff; Immanuel Kant; Kierkegaard, entre outros. E, agora esse estudo muito bom, envolvendo questões de "método" de estudo e alguns apontamentos as Paixões.

Gostei muito, desde a proposta inicial que me levou a participar deste o grupo, que desde o início sempre coloca a necessidade de estudos e discussões sobre "O que é ciência e outras questões" sobre o tema como ponto de partida, e claro, sempre excelente estudo e muito esclarecedor sobre o tema. Hoje, acrescentamos também apontamento e novas discussões sobre as Paixões. 

Participando agora, mais uma vez, numa das pausas na leitura e mais estudos atentos a partir da excelente nova tradução da "Religião nos limites da razão pura", do prof. Bruno Cunha e outros textos kantianos, tentando redigir um texto maior, apesar ainda das dificuldades. Participam alguns amigos de Curitiba (IDEAK), vários Estados, alguns países. Sempre muito bom retornar aos estudos ... rever os amigos de aprendizado.

Para melhor compreensão do tema Filosofia da ciência na abordagem utilizada durante as discussões sugiro a página do professor Silvio S. Chibeni e acrescento hoje referências sobre as Paixões que utilizamos durante as conversas nos últimos dias e semanas:

Aproveitei para aprofundar também as leituras sobre o "conceito de pessoa" (identidade pessoal)


Link 2: para a página do Sílvio: 

Link 3 para a obra do Cosme e IDEAK:

Link 4: 

______.

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domingo, 21 de junho de 2026

REFLEXÃO MATINAL CXXXIX: “CURA OU CONTROLE DAS PAIXÕES”? SÊNECA, A FILOSOFIA E A SABEDORIA

(IMAGEM: "Pinterest')

ESTUDO SOBRE O TEXTO DA CARTA LXXXIX 

Esta Carta não é tão longa e, com tenho lido bastante sobre o assunto, faço aqui essa síntese para reflexão da manhã. Ainda digitando muito devagar ... quis destacar, para mim, alguns tópicos:

Na Carta LXXXIX, Sêneca começa estabelecendo uma distinção entre Filosofia e Sabedoria.

“A sabedoria é o bem supremo do espírito humano; enquanto a filosofia é o amor, o impulso à sabedoria; aquela aponta o fim que esta alacnça” (§ 4)

A proposta da Carta LXXXIX é refletir sobre uma dada estrutura teórica em geral contida nas Cartas Lucílio, apresentando a Lucílio uma divisão para a compreensão da filosofia, como já havia nos antigos (Immanuel Kant, na Fundamentação da metafísica dos costumes destaca essa divisão antes de fundamentar sua crítica e o desenvolvimento do Imperativo categórico): a Ética, a Física e a Lógica como forma de organizar-se o conhecimento filosófico e melhorar a apresentação que, para Sêneca serviria para melhorar a aprendizagem.

1º Passo: 

A distinção entre a Filosofia e Sabedoria. Uma é, portanto, apresentada como “busca” e a outra como o “objetivo”.

Para isso adota a clássica divisão estóica citada acima: a Ética, a Física e a Lógica. A primeira (para Sêneca é muito importante) entendida como “filosofia moral” ocupa-se coa a orientação da conduta humana e estuda as paixões e como controlá-las (autocontrole), e os deveres. A segunda é a Física (Filosofia natural) que estuda a natureza, o universo, as leis naturais em geral. A terceira é a Lógica (Filosofia racional) ocupa-se com fundamentos racionais do pensamento, da linguagem, para se evite os enganos.

2º Passo:

Segundo Sêneca, nada disso seria útil se não fosse aplicada a vida prática. Se não se pensa na prática o que se faz é meramente acréscimo de conhecimentos teóricos. A grande tarefa do filósofo desenvolvida por ele nesta Carta é a de organizar a Filosofia como verdadeira busca e consolidação de uma Sabedoria, que consiste numa vida boa e virtuosa.

Vale muito a pena a leitura e o estudo dessa Carta!

______.

ARRIANO FLÁVIO. O Encheirídion. Edição Bilíngue. Tradução do texto grego e notas Aldo Dinucci; Alfredo Julien. Textos e notas de Aldo Dinucci; Alfredo Julien. São Cristóvão. Universidade Federal de Sergipe, 2012).

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TEMPO DE ESTUDOS: "PRINCÍPIOS METAFÍSICOS DA CIÊNCIA DA NATUREZA"

LANÇAMENTO 2026 SINOPSE: "O que torna possível uma ciência da natureza verdadeiramente rigorosa? Nesta obra, Immanuel Kant enfrenta es...